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sábado, 25 de junho de 2016

Alimentação saudável durante o inverno

Chegou o inverno! Época ideal para aproveitar os mais deliciosos atrativos gastronômicos: chocolates, massas, fondues, caldos, vinho… Mas, espera, será que usar o frio como desculpa para comer mais é uma boa ideia?

“Embora a ingestão de tais alimentos não seja errada, pois propicia saciedade e bem-estar, o consumo inadequado, com exageros e descompensação de calorias, e a falta de atividades físicas proporcionam ganho de peso e provocam malefícios à saúde física e mental”, explica a nutricionista Paula Macedo.
Para a nutricionista, não é preciso tomar uma postura radical. O ideal é ingerir alguns alimentos em pequenas quantidades, em dias e horários definidos, e manter a prática de atividades físicas.

Mesmo com o aumento do apetite, natural dos períodos frios, é possível consumir alimentos saudáveis e de baixo índice calórico. Quer ver?

Sopas – prato típico do inverno, a sopa caseira pode ser muita nutritiva se preparada com os devidos cuidados. O ideal é que não se utilizem temperos prontos, pois têm uma grande quantidade de sódio e gorduras saturadas, componentes que aceleram o aumento de peso e podem até agravar as doenças cardiovasculares. As sopas mais adequadas são à base de legumes e verduras, principalmente as de folhas, como repolho, espinafre e agrião. Para sabores diferentes, experimente uma de alho poró ou de creme de moranga.

Chás – responsável por diversos benefícios à saúde, como antioxidante e cardioprotetor, o chá aumenta o metabolismo. Tanto os chás em sachet quanto os de folhas in natura podem ser consumidos. Os chás verdes, que têm a planta Camellia sinensis, substância funcional, são essenciais, pois aumentam o metabolismo. No entanto, o excesso de chás pretos deve ser evitado, pois a bebida contém grande teor de cafeína, o que é prejudicial à saúde.

Para um consumo saudável e sem ressalvas, é importante observar, ao ingerir chás naturais, as condições de higiene da planta, comprar somente de fornecedores conhecidos, verificar o estado de conservação da erva e certificar-se de que aquela planta é mesmo a que você procura.

Vinhos – estudos comprovam que a ingestão moderada de vinho  tinto seco reduz o risco de doenças cardiovasculares, respiratórias e demências. Todos esses benefícios estão relacionados a substâncias antioxidantes presentes na uva, que são potencializadas com a fermentação, processo utilizado na fabricação dos vinhos. A indicação é de 150 ml, ou seja, um cálice por dia.

Frutas – as típicas do inverno são: abacaxi pérola, melão, morango e caju. Todas elas são fontes de vitamina C, nutriente muito importante para o sistema imunológico, principalmente no inverno. Além disso, esse grupo de frutas é rico em fibras que ajudam a controlar o colesterol e a glicemia e favorecem o bom funcionamento intestinal. Uma fatia média de melão contém 19 calorias; nove unidades de morango, 43 calorias; uma unidade de caju, 37 calorias; e cem gramas de abacaxi pérola, apenas 48 calorias.

Canela – tem ação estimulante, termogênica e antidiarreica, o que facilita a digestão, diminui o colesterol LDL, controla a glicose e diminui a compulsão por carboidratos e doces. Além disso, ela protege o corpo de doenças respiratórias por conter propriedades antibacterianas, expectorantes e anti-inflamatórias. É indicada para quem sofre de bronquite, está resfriado, tossindo ou possui infecções, como faringite e laringites. Também é indicada em bebidas quentes e sobremesas.

Gengibre – essa raiz é rica em vitamina C, que favorece o bom funcionamento do sistema imunológico, cicatrização de feridas, proteção das gengivas e ação antioxidante, contra os radicais livres. O gengibre contém vitaminas B3 e B6, que ajudam a aliviar os sintomas da TPM, e minerais antioxidantes, como magnésio, selênio e zinco. Ele também pode ser consumido cru, refogado ou em forma de chá, utilizado como tempero e até adicionado a sucos. A recomendação é de um pedaço de dois centímetros, três vezes ao dia, ou então fazer um chá com um pedaço de seis centímetros e tomá-lo três vezes ao dia.

Fonte: Blog da Saúde

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Qual é o limite de contaminantes em alimentos infantis?

Para estabelecer os limites máximos tolerados de contaminantes (arsênio, cádmio, chumbo e estanho) em alimentos infantis, a Anvisa publicou na terça-feria (21/6), a Consulta Pública (CP 209/2016), sobre contaminantes inorgânicos em alimentos infantis, no Diário Oficial da União.

 As contribuições poderão ser enviadas entre 26 de junho a 26 de agosto de 2016.

A Resolução RDC n 42, de 29 de agosto de 2013, que estabelece os limites máximos de contaminantes inorgânicos em alimentos, está harmonizada no Mercosul, mas não se aplica de forma específica aos alimentos infantis.

É essencial manter a quantidade de contaminantes em alimentos dentro de limites aceitáveis do ponto de vista toxicológico, a fim de proteger a saúde pública, especialmente no caso dos alimentos destinados a lactentes e crianças de primeira infância.

A preocupação sanitária com os limites de alguns contaminantes, em alimentos infantis, é ainda mais relevante devido à vulnerabilidade desta população aos efeitos nocivos dessas substâncias, cujo impacto poderão afetar o seu desenvolvimento físico e cognitivo.

As categorias de alimentos envolvidas são:

• fórmulas infantis para lactentes e crianças de primeira infância;

• fórmula pediátrica para nutrição enteral;

• alimentos à base de cereais voltasos ao público infantil;

• alimentos de transição para lactentes e crianças de primeira infância;

• outros alimentos especialmente formulados para lactentes e crianças de primeira infância.

Como contribuir?

A proposta está disponível na íntegra no portal da Anvisa e as sugestões deverão ser enviadas eletronicamente por meio do preenchimento de formulário específico, disponível na página da consulta pública.


Em caso de limitação de acesso do cidadão a recursos informatizados, será permitido o envio e recebimento de sugestões por escrito, em meio físico, durante o prazo de consulta, para o seguinte endereço: Agência Nacional de Vigilância Sanitária/Gerência-Geral de Alimentos, SIA trecho 5, Área Especial 57, Brasília-DF, CEP 71.205-050.

As contribuições internacionais deverão ser direcionadas a Agência Nacional de Vigilância Sanitária/Assessoria de Assuntos Internacionais (Ainte), no mesmo endereço.

Fonte: Blog da Saúde 

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Dicas nutricionais para acertar na ceia de Réveillon

A ceia de Réveillon também é marcada por pratos tradicionais. Estes precisam ser preparados com cuidados para evitar intoxicações alimentares.

Pensando nisso, a equipe de nutrição do Hospital Geral de Pirajussara, unidade da Secretaria de Estado da Saúde gerenciada pela Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (SPDM), elaborou uma série de dicas para evitar problemas à saúde da população na festa de final de ano.

Selecionar receitas saudáveis para a ceia é fundamental. Não economize em saladas. A estação favorece também várias opções de frutas leves e refrescantes, como pêssego, ameixa vermelha, kiwi e manga. As carnes brancas são mais tradicionais nesta época do ano, porém, mesmo mais leves, merecem certos cuidados. “No caso de aves, como o tradicional peru de Natal, o ideal é retirar a pele, que tem uma grande quantidade de gordura, e assá-las com pouca quantidade de óleo”, explica Vanessa Maniezo, Gerente de Nutrição do Hospital Pirajussara e das unidades afiliadas da SPDM.

Como um grande número de pessoas costuma se reunir neste período, preparando um tipo de alimento para a ceia, o resultado é uma mesa cheia e pessoas comendo demais. “O ideal é não preparar comida em excesso e evitar exageros, comendo em pequenas porções. Afinal, a gordura acumulada não desaparece da noite para o dia, podendo levar a diversos problemas de saúde”, afirma Vanessa.

Qualquer alimento, se preparado sem higiene ou mal conservado, pode causar intoxicações alimentares. “Aves mal assadas e saladas lavadas de forma inapropriada são alguns dos maiores causadores de intoxicações. Além disso, devemos ficar atentos com a temperatura dos alimentos, que devem permanecer aquecidos a uma temperatura de 70° ou  continuar dentro de geladeira. Em temperatura ambiente, bactérias podem se desenvolver, como a Salmonella, responsável por mais da metade dos casos de gastroenterites, levando a diarreias e vômitos”, conta a nutricionista. O ideal, segundo ela, é que as refeições permaneçam no máximo uma hora fora da geladeira.

Confira abaixo o resumo das dicas para a ceia de Ano Novo:

  1. Planeje o cardápio da ceia que deseja servir, listando todos os ingredientes que pretende utilizar. Isso evita compras desnecessárias.
  2. Não se esqueça de lavar as mãos antes de tocar nos alimentos.
  3. Descongele alimentos dentro da geladeira e jamais em temperatura ambiente.
  4. Lave ou limpe as embalagens antes de abri-las.
  5. Higienize o local (pias, bancadas) de preparo dos alimentos.
  6. Lave frutas e verduras com água potável e de preferência higienize em solução de água sanitária (1 litro água para uma colher sopa água sanitária). Lembrando que vinagre ajuda a desprender sujeira, não mata os microrganismos.
  7. Não misture alimentos de origens diferentes na mesma área de trabalho (carnes e verduras; carnes já cozidas com carnes cruas; carne vermelha com carne branca).
  8. Não usar o mesmo utensílio durante a preparação de diferentes alimentos.
  9. Cozinhar, assar ou fritar muito bem os alimentos a serem consumidos.
  10. Evitar pratos à base de claras e gemas cruas.
  11. Atenção à organização do freezer e da geladeira. Não se deve enchê-los demais, pois a quantidade excessiva de alimentos e bebidas impede que a circulação do ar aconteça, não refrigerando adequadamente as preparações.
  12. Para ser servido com segurança, não basta apenas aquecer. A temperatura ideal é quando você não consegue tocar no alimento.

Fonte: Secretaria do Estado da Saúde

domingo, 27 de setembro de 2015

Como gastar menos dinheiro com alimentação?

Geralmente, quando se fala de economizar dinheiro com alimentação, a principal dica é evitar fazer refeições fora de casa. No entanto, hoje este não é o único problema: a alta dos preços dos alimentos é percebida também nos supermercados, feiras livres, açougues, padarias etc.
Para você gastar menos dinheiro ao fazer suas compras, listamos alguns conceitos de educação financeira. 
Confira:
  1. Antes de sair para o supermercado, organize seu orçamento e calcule quanto pretende gastar, seja qual for a forma de pagamento.
  2. Observe seus armários com atenção: veja o que você tem em casa, conferindo as datas de validade. Assim, evita-se comprar itens repetidos.
  3. Faça a sua lista de compras e não saia de casa sem ela.
  4. Pesquise antes: se você guardou panfletos de supermercado, observe e assinale as promoções que lhe interessarem. Procure fazer uma pesquisa de preços.
  5. Evite ir às compras com fome, pois o apetite aumenta a vontade de consumir.
  6. Na compra de frutas, verduras e legumes, opte pelos alimentos da estação, que costumam ter melhor preço, qualidade e são mais duráveis.
  7. Caso perceba preços realmente abusivos, faça substituições em seu cardápio.
  8. No supermercado, substitua produtos “semiprontos” por aqueles que você pode preparar, tais como batatas para fritar, legumes pré-cozidos, tortas congeladas, bolos e sucos prontos etc.
  9. Para produtos que você e sua família usam mais, considere a compra por atacado.
  10. Troque, ao menos durante a semana, o consumo de refrigerantes por água e sucos naturais.
  11. Simplifique o cardápio: prepare alimentos dos quais todos gostem, sem exagerar na variedade.
  12. Evite a compra de sobremesas, guloseimas, salgadinhos, bolachas etc., que não tem valor nutritivo e costumam pesar bastante na conta do supermercado. Opte pelo preparo em casa e substitua esses itens por lanches saborosos que você pode preparar, bem como frutas da estação.
  13. Cozinhe na quantidade certa, evite exageros. No caso de sobra de alimentos, aprenda a congelar.
  14. Mantenha seus armários da cozinha e a geladeira sempre organizados, assim você evita perder alimentos por conta do prazo de validade vencido.
  15. Atualize seu livro de receitas, buscando soluções econômicas de culinária na internet ou em grupo de amigos.

Fonte: Finanças Práticas

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Comer frutas diariamente diminui o risco de doenças cardíacas

Comer frutas todos os dias pode diminuir o risco de sofrer com doenças do coração em 40%, sugere nova pesquisa.

O novo estudo observou mais de 451.680 participantes por sete anos, onde todos do grupo deveriam dizer sobre o seu consumo de frutas: nunca, mensalmente, 1 a 3 vezes por semana, 4 a 6 vezes por semana ou diariamente.

Os pesquisadores compararam que consumia frutas todos os dias com quem não ingeria e notaram uma queda de 25% a 40% no risco de sofrer com doenças do coração. Além disso, aos serem comparados, os consumidores de frutas apresentaram pressão sanguínea baixa.

Este estudo não foi o primeiro a encontrar uma conexão entre comer frutas e ter uma saúde do coração melhor. Uma pesquisa realizada com 110.000 homens e mulheres durante 14 anos percebeu que as pessoas que comiam frutas e verduras diariamente possuíam um baixo risco em desenvolver doenças cardiovasculares. Alguns estudos encontraram que frutas cítricas, como laranja, limão e uvas, possuem benefícios protetores.

Fonte: Time

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Vitaminas | Parte do Complexo B, as vitaminas B6, B9 e B12 possuem papeis importantes para o metabolismo


Vitamina B6 - A vitamina B6, conhecida como piridoxina, é encontrada em abundancia em alimentos de origem animal e vegetal, portanto pode ser suprida ao organismo através da alimentação. O composto é responsável pelo metabolismo das proteínas, dos carboidratos e gorduras e é fundamental para o desenvolvimento do sistema nervoso central e da função cognitiva. A deficiência isolada em vitamina B6 é rara, pois geralmente é acompanhada da deficiência de outras vitaminas do complexo B e não tem como principal causa o consumo inadequado dos nutrientes, porque pode ser encontrada em uma ampla variedade de alimentos. Na maioria das situações, a deficiência ocorre por má absorção, fatores genéticos, interação com medicamentos, consumo exagerado de álcool, tabagismo, entre outros. Os principais sintomas são observados na pele, no sistema nervoso e no sangue.

Vitamina B9 - Comumente conhecida como ácido fólico, que é a forma sintética da vitamina, ela é encontrada em suplementos, medicamentos e produtos fortificados. O principal papel do ácido fólico está no metabolismo de aminoácidos e na síntese de DNA, que é fundamental para o desenvolvimento embrionário. Estudos mostram que a suplementação com ácido fólico previne defeitos nesse desenvolvimento nos períodos de gestação. As fontes são as vísceras, feijão e os vegetais de folhas verdes escuras, como espinafre e brócolis. Como medida de prevenção, no Brasil, temos a Fortificação Obrigatória das Farinhas de Trigo e Milho com Ferro e ácido fólico e também o Programa Nacional de Suplementação de Ferro. Nele recomenda-se a suplementação preventiva para as gestantes que iniciarem o pré-natal, independente da idade gestacional, até o terceiro mês pós-parto.

Vitamina B12 - Também conhecida como cobalamina, o armazenamento da vitamina ocorre em maior quantidade no fígado e em menor quantidade nos rins, sendo liberada quando necessário para a medula óssea e outros tecidos corporais. É essencial para o funcionamento do metabolismo das células, em especial as do trato gastrointestinal, da medula óssea e do tecido nervoso. Participa no metabolismo das proteínas e está associada à absorção do ácido fólico.

As causas da deficiência da vitamina podem ser classificadas em três categorias: redução da capacidade absortiva, aumento das necessidades e consumo insuficiente. A manifestação mais evidente da deficiência é a anemia perniciosa ou megaloblástica, causada pela má absorção de B12, podendo ser acompanhada de alterações neurológicas. Os alimentos ricos em vitamina B12 são os de origem animal, tais como produtos lácteos, carne, fígado, peixes e ovos.

É importante lembrar que consultar um nutricionista para avaliar e recomendar uma dieta saudável é mais seguro para você e sua família. Os complementos vitamínicos e as doses diárias de vitaminas também devem ser recomendados por profissionais de saúde especializados. Antes de buscar qualquer complementação, consulte um médico!

Fonte: MS

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Vitaminas | Quantidades saudáveis de vitaminas E e K podem ser adquiridas por uma alimentação equilibrada

Vitamina E - Ela pertence ao grupo de vitaminas lipossolúveis, ou seja, solúveis em gordura, e tem como principal função agir de forma antioxidante, protegendo a vitamina A da oxidação, constituindo um dos principais mecanismos de defesa interna do organismo. 

A vitamina E é o principal antioxidante da membrana celular, e age inibindo a ação de radicais livres.

Recomenda-se que o nutriente seja obtido principalmente pela alimentação, e não por suplementos. A vitamina E é um componente dos óleos vegetais encontrada na natureza, como em óleos de trigo, algodão, milho e girassol, e também na gema de ovo, folhas verdes, nozes, amêndoas e avelã.

Em dietas equilibradas, a deficiência de vitamina E é rara, devido à abundância de tocoferóis nos alimentos, especialmente nos óleos e gorduras. No entanto, a deficiência pode ocorrer em fumantes e, também quando há problemas de saúde em relação a absorção de gordura, como na fibrose cística e n
a síndrome do intestino curto.

Vitamina K - Ela é um composto solúvel em gordura que desempenha papel importante na coagulação do sangue. O nome deriva da palavra alemã “koagulation” (coagulação). A vitamina K também participa da manutenção do esqueleto atuando diretamente na mineralização óssea.

A deficiência de vitamina K exclusivamente por problemas com a dieta é incomum, porém ocorre em pacientes hospitalizados e com redução de apetite. Sua deficiência pode acarretar quadros hemorrágicos

Parte da vitamina K que o organismo precisa é produzida na microflora do nosso intestino. O restante deve vir da alimentação.

Os melhores alimentos para obter a essa vitamina são os vegetais de folhas verdes, como espinafre, brócolis, couve e rúcula, ovos, farelo de trigo e óleos como o de soja e canola.

Uma alimentação saudável é fundamental para garantir a saúde do organismo como um todo. Uma dieta balanceada e nutritiva deve ser estimulada para que o organismo possa receber todos os nutrientes que nosso corpo precisa para se manter saudável.

 Fonte: MS 

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Vitaminas | As vitaminas B1, B2 e B3 são essenciais para o organismo humano e podem evitar doenças

As vitaminas do complexo B são essenciais para o funcionamento do organismo e desenvolvem importantes funções no processo metabólico. As principais fontes alimentares das vitaminas do complexo B são as carnes, vísceras, leite e derivados e os cereais integrais. Por fazerem parte do grupo de hidrossolúveis (dissolvidas em água), normalmente elas não são armazenadas pelo organismo em quantidades significativas, o que implica em uma necessidade de consumo diário para manter-se saudável. O Blog da Saúde vai abordar as seis principais vitaminas do complexo B.

Vitamina B1 - Conhecida também como tiamina, ela tem entre suas funções o metabolismo dos carboidratos, lipídios e proteínas e a estimulação de nervos periféricos. O composto age de forma essencial no sistema nervoso. A vitamina B1 é encontrada numa variedade de fontes animais e vegetais como carnes, vísceras (especialmente o fígado, coração e rins), gema de ovo e grãos integrais. A deficiência deste nutriente no organismo pode levar à doença denominada beribéri, que afeta os sistemas nervoso e cardiovascular.

O que é o Beribéri?

O beribéri é uma doença que apesar de facilmente tratável, pode levar a óbito. Como a maioria das doenças nutricionais, grande parte dos surtos de beribéri associa-se a situações de insegurança alimentar e nutricional, alimentação baseada em elevado teor de carboidratos simples e também a alguns grupos de risco específicos.

Vitamina B2 - Também chamada de riboflavina, ela é importante para a formação das células vermelhas do sangue. A deficiência é causada principalmente pela baixa ingestão dessa vitamina por um longo período. As necessidades da vitamina aumentam simultaneamente com o crescimento, a gravidez e a lactação. Produtos derivados do leite, folhas verdes e vísceras são fontes do composto orgânico.

Vitamina B3 - Niacina é o nome da vitamina B3 ou PP. Sua deficiência ficou conhecida como pelagra. Essa vitamina auxilia no metabolismo dos carboidratos e proteínas, participam da síntese das gorduras e da respiração. Carnes magras, aves, peixes, amendoins, leguminosas e a levedura da cerveja são as principais fontes de niacina. Anormalidades digestivas causadas pela deficiência do composto levam à irritação e à inflamação das mucosas da boca e do trato gastrointestinal, o que pode resultar em diarreia.

Amanhã será publicada no Blog da Saúde a segunda parte da matéria com outras vitaminas do Complexo B. 

Fonte: MS