Mostrando postagens com marcador Unicef. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Unicef. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 29 de junho de 2016

UNICEF lança vídeo chocante para alertar sobre a situação das crianças no mundo

O UNICEF, Fundo das Nações Unidas para a Infância, divulgou o relatório sobre a Situação Mundial da Infância, onde traça um cenário sobre o futuro que aguarda crianças mais pobres, caso os governos, os doadores, as empresas e as organizações internacionais não acelerem os esforções para resolver as necessidades delas.

Segundo o relatório, com base nas tendências atuais, cerca de 69 milhões de crianças menores de 5 anos morrerão de causas que poderiam ser evitadas, 167 milhões de crianças viverão na pobreza e 750 milhões de mulheres terão se casado ainda crianças até 2030, data limite para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

“As crianças mais pobres têm duas vezes mais probabilidade de morrer antes do seu quinto aniversário e de sofrer de desnutrição crônica do que as mais ricas. Em grande parte da Ásia Meridional e da África ao sul do Saara, crianças nascidas de mães sem educação formal têm quase três vezes mais probabilidade de morrer antes dos 5 anos de idade do que aquelas nascidas de mães com o ensino secundário. E as meninas das famílias mais pobres têm duas vezes mais chance de se casar ainda crianças do que as meninas de famílias mais ricas”, indica o UNICEF.

Para alertar sobre a situação das crianças, principalmente das mais pobres que passam despercebido pelas pessoas no dia a dia, o UNICEF lançou ontem (28) um vídeo chocante, que fará todos refletirem sobre o comportamento perante uma criança pequena perdida.




Podemos notar que muitos param para ajudar a menina que está bem arrumada, principalmente no restaurante. Mas quando ela coloca uma roupa mais velhinha e usa maquiagem para parecer que está suja, mandam ela embora, tiram a bolsa de perto… O relatório e o vídeo pretendem mostrar como é essencial a ajuda de todos para dar às crianças um futuro digno.

Fonte: Blog da Saúde


quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Dicas simples facilitam a amamentação

A amamentação é um momento de interação entre mãe e filho, além de trazer vários benefícios à saúde de ambos. A mulher deve tomar alguns cuidados para que esse ato não gere dor e desconforto. As principal queixa é ter o bico do seio rachado e sensível, o que causa inflamações e dificulta o aleitamento.

A empresária Vivianne Oliveira conta que quase desistiu de amamentar o filho. "Eu tive muita dor ao amamentar. A lágrima realmente caia, mas eu sabia que era essencial para ele, principalmente naqueles primeiros meses de vida", declara. Assim como Vivianne, muitas mulheres se queixam de dor durante a primeira fase da amamentação.

Segundo o coordenador de Saúde da Criança do Ministério da Saúde, Paulo Bonilha, o contato entre mãe e bebê não é doloroso. O desconforto costuma ser causado porque a boca da criança está mal encaixada no peito da mãe. Ele orienta que ao sentir dor a mulher tire o bebê com cuido e o coloque de novo para mamar.

Para saber se bebê está “pegando” o peito direito, a mãe deve observar se a boca está bem aberta (boca de peixinho) e se o mamilo e a maior parte da auréola estão abocanhados. “Do ponto de vista prático, se está sobrando muita área escura para fora da boca do neném, é porque a pega está inadequada", explica. O aleitamento materno é interrompido principalmente por causa dos ferimentos nos seios durante a amamentação. É o que mostra uma pesquisa da Organização Mundial da Saúde e do Unicef, realizada em 2009. De acordo com o levantamento, 43% das mães param de amamentar antes que a criança complete três meses de vida. A pesquisa revela que 58% das mulheres em fase de amamentação apresentam algum tipo de trauma nos mamilos. Os machucados mais comuns são rachaduras no bico dos seios.

Dicas - A mãe pode ficar deitada, sentada ou em pé. O importante é que ela e o bebê estejam confortáveis. O corpo do filho deve estar inteiramente de frente, ou seja, a barriga voltada para o corpo da mãe, com a cabeça e a coluna em linha reta, no mesmo eixo. A boca fica reta para o bico do peito. A mulher apoia com o braço e mão o corpo e o “bumbum” do bebê.

O momento requer calma, para não apressar o bebê. Quando o peito estiver muito cheio, antes de amamentar, a mãe deve fazer uma ordenha manual para amaciar a aréola. Com os dedos indicador e polegar, espremem-se as regiões acima e abaixo do limite da aréola para retirar algumas gotas de leite e amaciar o bico.

Uma boa dica é encostar o bico do peito na boca do bebê, para ele virar a cabeça, o chamado reflexo da busca. Ele sozinho sabe como fazer isto. O filho é levado ao peito e não o contrário. Outra importante sugestão é segurar o peito com o polegar acima da aréola e o indicador e a palma da mão abaixo. Isto facilita a “pega” adequada. O bebê abocanhando a maior parte da aréola suga mais leite e evita rachaduras. A mãe deve ouvir o ritmo cadenciado de sucção, deglutição e pausa.

Como saber que a “pega” está adequada:

• Boca bem aberta; • Lábios virados para fora; • Queixo tocando o peito da mãe; • Aréola mais visível na parte superior que na inferior; • Bochecha redonda (“cheia”); • A língua do bebê deve envolver o bico do peito.

Fonte: MS