Mostrando postagens com marcador Saúde da Criança. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Saúde da Criança. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Saiba como cuidar da saúde das crianças durante as férias

No Brasil, o final do ano traz consigo um período de descanso muito aguardado por todas as crianças: as férias escolares! É um momento de diversão e alegrias, ampliado pelo clima festivo de Natal e Réveillon. Mas é uma época que pais ou responsáveis precisam ficar atentos e não podem descuidar da saúde das crianças.

Com a chegada das férias, a rotina de alimentação e atividades físicas, que são regulares em escolas, creches e outras instituições, pode ficar comprometida, com a ausência de um horário definido ou por comidas não tão saudáveis e brincadeiras que promovem pouca movimentação do corpo.

“Durante as aulas, existe um maior controle de horários para alimentação e brincadeiras. Nas férias, a tendência é ter uma liberdade maior para comer qualquer coisa e passar muito tempo assistindo televisão ou jogando videogame. É importante ter essa liberdade, mas é fundamental que seja algo supervisionado para não trazer prejuízos à criança”, explica a coordenadora de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, Michele Lessa.

Simone Rocha é mãe do Breno, que tem cinco anos, e acredita que a alimentação adequada nessa época é importante para manter saúde do filho, mas também porque é um aprendizado que a criança leva para toda a vida. “Eu acho legal deixar a criança ajudar no preparo dos lanches e da comida, por exemplo. Eu deixo o Breno me ajudar a fazer vitamina, cortar frutas com uma faca sem serra, fazer salada de frutas, preparar bolos e pão integral. Depois, ele come com muito mais prazer, porque ele ajudou a fazer e aprendeu como preparar a comida”, explica.

A coordenadora Michele Lessa dá algumas dicas simples de seguir para manter uma alimentação saudável durante as férias. “Oferecer bastante água para as crianças e tentar garantir que as refeições sejam realizadas no horário, evitando que a elas pulem refeições ou substituam por lanches. Além disso, estimular a alimentação saudável com frutas, verduras, legumes, arroz, feijão e carnes, evitando o excesso de doces e bebidas açucaradas”.

A atividade física é outro ponto fundamental para o crescimento e desenvolvimento das crianças e que não pode ser esquecido quando elas estão longe da escola. Nesse período, é comum que as crianças queiram passar longos períodos do dia sem fazer qualquer atividade física diante de um aparelho de TV, celulares, tablets ou videogames. Vale lembrar que as atividades físicas têm benefícios como o combate à obesidade, aumentam a resistência contra doenças e ajudam no desenvolvimento do corpo.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda 150 minutos semanais de atividade física leve ou moderada, o que, na prática, representa apenas 20 minutos por dia, o que pode ser pouco para tanta energia que uma criança tem acumulada durante as férias.

De acordo com Michele Lessa, é fundamental estimular o ato de brincar em locais ao ar livre. “É importante destacar esse tempo, que deve ser de pelo menos uma hora, para a criança tomar sol, com atividades ligadas à natureza, para se divertir com brinquedos que estimulem a movimentação e que sejam menos tecnológicos, além de que esse tempo seja aproveitado em família”, finaliza. 
Preocupada com essa questão, Simone também foi atrás de opções de diversão que estimulem as crianças durante esse período e dá boas ideias. “Eu gosto muito das opções mais óbvias e baratas, que são os parques, levar a criança para andar de bicicleta, fazer caminhada observando a natureza. Os brinquedos de parquinhos de areia são uma ótima opção também, porque estimulam a interação com outras crianças. E para variar os passeios, gosto de levar meu filho ao zoológico e qualquer outro lugar ao ar livre”, diz.

Fonte: Blog da Saúde

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Doação de leite humano ajuda a salvar quase dois milhões de recém-nascidos

As estratégias utilizadas pelo Brasil no estabelecimento e ampliação dos Bancos de Leite Humano, bem como as estratégias de doação do leite materno, são iniciativas pioneiras no mundo. Até o ano passado foi possível ajudar a salvar mais de um milhão e oitocentos mil recém-nascidos. Essa é uma marca a ser comemorada no Dia Mundial de Doação de Leite – 19 de maio.

O leite materno é o melhor alimento para bebês até os dois anos de idade, favorecendo o crescimento e desenvolvimento adequado. Em alguns casos, a criança nasce prematura e a mãe não consegue amamentar, mas mesmo a criança que fica internada precisa desse leite para se recuperar, e essa é a maior importância da doação de leite materno: ajudar a dar a vida para outros bebês.

Assim aconteceu com Gisele Bortolini, que teve complicações na gestação e, por isso, a filha Helena precisou nascer prematura. Durante a internação Gisele não teve leite suficiente para amamentar e precisou da ajuda dos bancos de leite.

“É muito difícil ser mãe de um bebê que fica na UTI, é uma uta diária pela vida e você aprende a viver o presente, o dia de hoje. E depois de um tempo eu não consegui ordenhar tudo que ela precisava, eu continuei ordenhando e o que eu não conseguia ordenhar eu tive apoio do banco de leite. Então as mães que doaram leite ajudaram a recuperar a Helena em uma fase tão crucial da vida dela”, explica Bortolini.

A pequena Helena teve ajuda de pessoas como a professora Suzi Machado, que começou a doar leite humano quando a filha Laura nasceu há dois meses. “Tem muitas crianças que precisam. Eu tive a Laura em uma casa de parto, que é mais natural, e lá pude ver algumas mães que não conseguiram amamentar. Foi aí que vi a importância de doar, então acaba que a gente que tem muito leite precisa ajudar quem não tem”, defende.

Os Bancos de Leites Humano (BLHs) do Brasil, foram desenvolvidos há 32 anos pelo Ministério da Saúde e entre os anos de 2009 e 2016, contou com o apoio de mais de um milhão e trezentas mil mulheres doadoras e, aproximadamente, um milhão e meio de litros de leite coletados.

O Brasil possui a maior e mais complexa rede de banco de leite do mundo. Hoje, existem no país 221 BLH em todos os estados e Distrito Federal, e 186 Postos de Coleta, além da coleta domiciliar. Antes de ser distribuído, todo leite coletado nos bancos passa por um rigoroso controle de qualidade e é fornecido de acordo com as necessidades de cada criança.

“Primeiro a gente precisa conscientizar que o leite que a mãe tira não vai faltar para o seu bebê. Segundo, que qualquer quantidade é suficiente. Às vezes as mães podem pensar que meio pote é pouco e por isso não vale a pena doar. Mas um pote pode alimentar até dez crianças”, esclarece Miriam Santos, integrante da Comissão Nacional do Banco de Leite Humano.

Apesar das mobilizações já realizadas, o número de doações de leite humano ainda é baixo em relação à demanda. Hoje, a Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano consegue suprir aproximadamente 60% da demanda para os recém-nascidos prematuros e de baixo peso internados nas UTI Neonatais do Brasil. Isso significa que cerca de 40% dos bebês internados que precisam ainda não podem contar com o leite humano na alimentação.

Por isso, o Ministério da Saúde, em parceria com a Rede de Bancos de Leites Humano, realiza este ano, a Campanha Doe Leite Materno. Desta forma, o ministro Ricardo Barros convocou todas as mães a participarem desse ato de solidariedade. “A redução da mortalidade infantil está diretamente relacionada com doação de leite materno. Então ficam aqui todas as mães convocadas a ajudar o Brasil e as crianças do Brasil nesta ação, que é uma ação de amor e de carinho àquelas que precisam”.

O que é preciso para doar

Toda mulher que amamenta é uma possível doadora de leite materno, basta estar saudável e não estar tomando nenhum medicamento que interfira na amamentação. Quem quiser doar, pode procurar o banco de leite humano mais próximo ou ligar para o Disque Saúde, pelo número de telefone 136.

Para a coleta, a doadora deve lavar bem as mãos e os braços, até o cotovelo, com bastante água e sabão, cobrir os cabelos com lenço ou touca e usar um pano ou máscara sobre o nariz e a boca. As mamas devem ser lavadas apenas com água e, em seguida, secas com toalha limpa. A coleta deve ser feita em local limpo e tranquilo. O leite extraído para doação pode ficar no freezer ou no congelador da geladeira por até 10 dias. Nesse período, deverá ser transportado ao banco de leite humano mais próximo.


Fonte: Blog da Saúde

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Saúde realiza ações de conscientização sobre tabagismo na infância e na adolescência

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), 90% dos fumantes experimentam o cigarro e se tornam dependentes até os 19 anos de idade. Para alertar os pais sobre os riscos do fumo para os pequenos, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) realiza este mês ações de orientação e prevenção. As atividades marcam o Dia da Conscientização da Criança e do Adolescente quanto ao Risco do Tabagismo. Instituída pela Lei Municipal 5.577/2013, a data – 11 de outubro – é uma oportunidade para que profissionais de educação, saúde e sociedade em geral possam informar e proteger as novas gerações sobre um produto que traz dependência e é extremamente prejudicial à vida de fumantes e dos que convivem com ele: o tabaco.

O programa de Controle do Tabagismo, em parceria com o Programa Academia Carioca e a Rede de Adolescentes Promotores da Saúde (RAP da Saúde), realiza durante o mês de outubro atividades nas escolas municipais e nas unidades de saúde com orientações sobre os fatores de risco do consumo de produtos derivados do tabaco. Os malefícios não atingem apenas os fumantes, mas toda a sociedade. A prevenção do tabagismo e o esclarecimento acerca de proteção à saúde buscam a construção de uma sociedade mais consciente com cidadãos mais saudáveis.

Segundo a OMS, o tabagismo é a principal causa de morte evitável no mundo, matando cerca de 50% de usuários regulares. O cigarro é o único produto que mata quando consumido como orientam os seus fabricantes. É considerado o mais importante fator de risco isolado para cerca de 50 doenças, dentre elas as cardiovasculares, o câncer e o enfisema. Em média, uma pessoa que fuma um maço de cigarros ou mais por dia vive sete anos a menos do que uma pessoa que nunca fumou. O tabagismo é uma doença crônica gerada pela dependência da nicotina, que mata cerca de cinco milhões de pessoas por ano no mundo, sendo 200.000 no Brasil.

Tabagismo em crianças e adolescentes 

Crianças e adolescentes têm sido expostos cada vez mais cedo ao tabagismo. Com a estatística de que 90% dos fumantes experimentam o cigarro e se tornam dependentes até os 19 anos de idade, a OMS considera o tabagismo uma doença pediátrica. No Brasil, o tabaco é a segunda droga mais consumida entre adolescentes. Pesquisas nacionais apontam níveis preocupantes de experimentação e iniciação de adolescentes no tabagismo, especialmente entre as meninas. 

A nicotina é uma droga que causa dependência em cerca de 60% dos que a experimentam. Estudos demonstram a grande vulnerabilidade do cérebro dos adolescentes à dependência ao tabaco, que tende a se instalar logo nos primeiros contatos com o cigarro. Entre os jovens, os danos à saúde causados pelo tabagismo, em curto prazo, incluem problemas respiratórios, dependência da nicotina e o risco associado ao uso de outras drogas. 

Tabagismo passivo

O tabagismo também atinge os não fumantes expostos à fumaça de produtos de tabaco em recintos coletivos (tabagismo passivo), com risco de desenvolver também câncer, infarto, infecções respiratórias, dentre outros agravos. Por isso, em ambientes de trabalho, o tabagismo passivo é considerado um risco ocupacional.

A exposição ao tabagismo passivo também causa uma série de malefícios às crianças. O tabagismo dos pais pode provocar doenças respiratórias como bronquite e pneumonia, particularmente durante o primeiro ano de vida, além de agravar a asma e causar otite média. O fumo passivo reduz ainda a taxa de crescimento da função pulmonar durante a infância. Este efeito tem sido associado ao tabagismo materno durante a gravidez e com a exposição ao fumo passivo depois do nascimento. A exposição de mulheres não fumantes ao fumo passivo durante a gravidez pode causar baixo peso do feto ao nascer e parto prematuro, além do retardo no crescimento intra-uterino e o aborto espontâneo.

Confira a programação para os próximos dias:

Dia 16:
- 9h - Ações de saúde no CIEP Lamartine Babo, em Campo Grande. 
- 9h - Ações de saúde na Escola Municipal Cesário Alvim, em Campo Grande. 

Dia 19:
- 10 às 15h – Roda de conversa no CMS Sylvio F. Brauner, em Costa Barros.
- Visita do RAP da Saúde à Escola Municipal Barão da Taquara, na Taquara.

Dia 22:
- 10h – Roda de conversa na Clínica da Família Zilda Arns e no CMS Alemão, no Complexo do Alemão, com mobilização sobre os malefícios do tabagismo
- 14h - Ações de saúde na Escola Municipal Nestor Victor, em Pedra de Guaratiba.
- 14h - Ações de saúde na Escola Municipal Engenheiro Gastão Rangel, em Guaratiba.
- Ações de saúde no CIEP Posseiro Mário Vaz, em Pedra de Guaratiba.
- Ações de saúde na Escola Municipal Giuseppe Melchiori, Guaratiba.

Dia 26:
- Visita do RAP da Saúde à Escola Municipal Virgílio Várzea, na Pechincha. 

Fonte: SMS RJ 

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Campanha nacional de vacinação contra gripe começa nesta segunda


Começa nesta segunda-feira (4) a campanha nacional de vacinação contra a gripe, com a distribuição de 54 milhões de doses para os chamados “grupos prioritários”. Segundo o Ministério da Saúde, foram investidos R$ 487 milhões na ação, que segue até 22 de maio.

Fazem parte do grupo vulnerável as crianças de 6 meses a menores de 5 anos, doentes crônicos, idosos com 60 anos ou mais, trabalhadores da saúde, povos indígenas, gestantes, mulheres com até 45 dias após o parto, presos e funcionários do sistema prisional, além da população indígena.

A meta deste ano é imunizar 49 milhões de pessoas. Em 2014, 44,3 milhões receberam a vacina, o equivalente a 86,7% do total previsto pelo ministério.

A dose, via injeção, protege contra os subtipos do vírus influenza: H1N1, H3N2 e B. O dia “D” da campanha, dia nacional de mobilização, será em 9 de maio.

Em 2015 não houve a inclusão de um novo grupo prioritário. No entanto, Carla Domingues, coordenadora do programa nacional de imunização, disse que é preciso fortalecer a participação das gestantes, que têm maior risco de complicação caso contraiam a gripe. Segundo ela, com a vacinação da grávida, ocorre a imunização passiva do bebê, que passa a ser protegido até os seis meses de idade, quando a criança receberá a dose.


De acordo com o governo, 1.794 pessoas foram internadas no ano passado em decorrência de complicações da gripe e 326 morreram. A cepa H1N1 foi a que provocou o maior número de óbitos (163), seguido do H3N2 (105).

De acordo com o ministério, o medicamento é contraindicado a pessoas com histórico de reação anafilática em doses anteriores e a quem tem algum tipo de alergia grave à proteína do ovo, uma vez que a dose é produzida em embriões de galinha.

Fonte: Bem Estar

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Garotinho tenta escapar da fumaça da mãe em campanha antifumo

Filhos de pais fumantes acabam absorvendo o fumo por tabela, sem terem a chance de dizer não. É o caso, por exemplo, do garotinho que protagoniza The Breath Holder, filme dirigido por Mikko & Marko para a Cancer Society of Finland. 

Com criação da Havas Worldwide de Helsinki e produção do Studio Arkadena e Sauna International, o comercial mostra o problema de um ângulo diferente – e até mesmo bem-humorado – com um garotinho que faz de tudo para aumentar o tempo que consegue prender a respiração. O que parece ser apenas um capricho infantil ou uma brincadeira, se revela ser, na verdade, uma necessidade, quando ele chega em casa e sua mãe está fumando.

É uma boa reflexão, especialmente para fumantes com filhos pequenos.



quarta-feira, 28 de maio de 2014

Saiba mais sobre a importância dos bancos de leite humano

A dona de casa Marilene Bento é doadora de leite humano. Ela conta que chegou a doar ao banco de leite mais de três litros por semana. "As meninas do banco de leite me ensinaram a tirar o excesso até mesmo para o bebê pegar direito e aí desde a maternidade que eu venho doando, isso já vai fazer seis meses. No começo, eu doava sete potes de 500 ml. Como ele mamava muito, quanto mais suga, mais vem leite. Então é muito importante doar porque tem muitas mães que não produzem leite no começo", destaca Marilene.

O Banco de Leite Humano é uma das principais iniciativas do Ministério da Saúde para a redução da mortalidade infantil. Os profissionais vão à casa da doadora e fornecem todas as instruções para a retirada do leite, bem como os frascos adequados para o armazenamento do alimento. A técnica de enfermagem de um posto de coleta do Banco de Leite Humano do Hospital Materno Infantil de Brasília, Eraildes Silva, conta que os profissionais da unidade incentivam as mães a doarem e não desistir nas primeiras dificuldades.

"Um dos problemas delas é que elas acham que é difícil fazer a ordenha e aí nos mostramos para elas que de uma forma correta é muito fácil. Nós temos a pediatra também que faz o acompanhamento dos filhos das doadoras. Quando o bebê vai completar seis meses também nós marcamos com a nossa
nutricionista todo o acompanhamento para a introdução alimentar e isso também é uma forma de incentivo para que elas continuem doando", afirma Iraildes Silva.

A coordenadora das ações de aleitamento materno do Ministério da Saúde, Fernanda Monteiro, explica que o leite materno doado aos bancos de leite passa por uma preparação antes de ser oferecido ao bebê, para garantir a qualidade do alimento. "Desde a coleta, existe todo um cuidado até que se chegue ao banco de leite humano. Esse leite vai ser pasteurizado, posteriormente, vai ser distribuído para os recém-nascidos, conforme a necessidade de cada prematuro. Por exemplo, existem prematuros que precisam de uma dieta mais rica em proteína. Então existe a possibilidade de se avaliar esse leite. A qualidade do leite não é somente em termos microbiológicos, mas também a qualidade nutricional", explica Fernanda.

A campanha de doação de leite materno foi lançada no último dia 22 de maio. A meta do Ministério da Saúde é aumentar em 15% o volume de leite coletado no Brasil e incentivar que mais mães doem o alimento. Para saber mais, basta entrar em contato com o banco de leite mais próximo ou ligar para 136.

Fonte: MS

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Qualquer mulher que amamenta pode doar leite materno

Os trigêmeos da servidora pública Andréia Xavier nasceram prematuros. Andréia conta que conseguiu garantir a alimentação dos filhos graças às doadoras que contribuem com os bancos de leite. "A gente já saiu do banco de leite com alguns litros de leite que eles calcularam de acordo com a capacidade do estômago de cada um. A gente continuou com a doação do banco de leite por eles serem prematuros e isso foi até o quinto mês de atendimento dessa maneira", lembra, Andréia.

De acordo com a coordenadora das ações de aleitamento materno do Ministério da Saúde, Fernanda Monteiro, qualquer mulher que esteja amamentando pode e deve doar para um banco de leite humano, mesmo que em pequena quantidade. "A mulher pode pensar assim: é tão pouco o que tenho para doar. Mas para um bebê numa UTI neo 1ml de leite faz diferença. Tem crianças que consomem 1ml, 3ml, então é importante doar", afirma Fernanda.

A coordenadora das ações de aleitamento materno explica também que doar leite não diminui a produção do alimento. "Quanto mais ela tira, mais estimula essa mama a produzir leite, então ela vai ter tanto para o filho quanto para doar. A mulher que produz leite materno, acaba tendo benefícios como diminuir o sangramento pós-parto e normalmente vai retornar para o peso inicial antes de engravidar", destaca.

 A campanha de doação de leite materno foi lançada no dia 22 de maio. A meta do Ministério da Saúde é aumentar em 15% o volume de leite coletado no Brasil e incentivar que mais mães doem o alimento. Para saber mais, basta entrar em contato com o banco de leite mais próximo ou ligar para 136.

Para saber como doar leite humano ou esclarecer dúvidas sobre amamentação, consulte o site da rede ou ligue gratuitamente para 0800 026 8877.

Fonte: MS

sábado, 24 de maio de 2014

Saúde da Criança: Conheça os benefícios do Método Canguru


Há 14 anos, vários bebês que nascem prematuros ou com baixo peso no Sistema Único de Saúde (SUS) têm usufruído de um método capaz de oferecer vários benefícios a essas crianças que precisam de cuidados especiais. O método canguru aproxima o bebê dos pais, deixando a criança menos tempo na incubadora e mais tempo no colo da mãe e do pai, conforme explica a consultora da Área Técnica da Saúde da Criança do Ministério da Saúde, Zeni Lamy.

“Transfere o bebê da incubadora para o colo da mãe, esse colo tem que estar desnudo, ela não pode estar com roupa, é muito importante o contato da pele do bebê com a pele da mãe ou do pai, e ela deve estar sentada, depois é colocada uma faixa e depois a roupa dela, ou a roupa da UTI, e aí é importante que ela relaxa, que a cadeira tenha encosto, que tenha sustentação para os pés", destaca Zeni.

A consultora do Ministério da Saúde falou também sobre os benefícios do método canguru. “Um grande estímulo ao aleitamento materno, o aumento do vínculo materno, o método canguru tem reduzido abandono dos bebês nas maternidades e também temos trabalhos mostrando que esse bebê é melhor cuidado em casa, as mães, os pais, que participam do método canguru eles têm maior atenção ao retorno dessa criança aos ambulatórios, com a caderneta de vacinação isso também é muito importante na redução da mortalidade infantil”, afirma.

O bebê da cabeleireira Elenilde Lima foi beneficiado recentemente pelo método canguru oferecido pelo Hospital da Universidade Federal do Maranhão. A criança nasceu no início do sexto mês de gestação, pesando apenas 700 gramas. “Depois que eu comecei a fazer o método canguru eu me senti mais segura, eu criei mais vínculo. Senti que quando a gente fazia o método canguru mais vezes, por mais horas, eu senti ele melhor, ganhando peso, do que outros bebês que as mães não estão, não podem”, conta Elenilde, destacando que o método foi fundamental para o desenvolvimento da criança.

Cerca de 160 maternidades brasileiras vinculadas ao SUS utilizam o Método Canguru. Para saber mais, acesse www.saude.gov.br/crianca

Fonte: MS

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Mãe e pai poderão acompanhar seus bebês por 24h no hospital

Mães e pais poderão permanecer perto de seus bebês 24h por dia durante todo o período que a criança estiver na maternidade. Portaria assinada pelo ministro da Saúde, Arthur Chioro, nesta quinta-feira (22), no Rio de Janeiro, garante que todos os recém-nascidos possam ter acompanhantes em qualquer área do hospital, inclusive na UTI Neonatal.

Até então, a legislação brasileira previa acesso livre aos pais ou responsáveis nas maternidades, mas sem estabelecer que a circulação deles pudesse ser em qualquer horário. “Essa portaria garante o cuidado e o acompanhamento na UTI da mãe, do pai ou do responsável por 24h. Isso é fundamental e acaba com a história que UTI Neonatal não pode ter acompanhante. Estamos garantindo o acesso dos pais em toda a rede pública de saúde”, destacou o ministro Arthur Chioro, durante o lançamento da campanha de incentivo à doação de leite materno na capital fluminense.


Pela portaria, garantir a presença dos pais da criança nos locais onde o bebê estiver nas maternidades passa a ser requisito para que uma unidade receba a classificação Hospital Amigo da Criança, projeto realizado pelo Ministério da Saúde em parceria com Unicef que garante incentivos às unidades que mantém assistência humanizada e qualificada às mães e aos bebês. Atualmente, 321 hospitais possuem esse título.

Fonte: Ministério da Saúde

sábado, 12 de abril de 2014

Consulta de enfermagem em puericultura

A assistência à saúde da criança é uma atividade de fundamental importância em função da vulnerabilidade do ser humano nessa fase do ciclo de vida. Por meio do acompanhamento da criança saudável, papel da puericultura, espera-se reduzir a incidência de doenças, aumentando suas chances de crescer e desenvolver-se para alcançar todo seu potencial.


Eu e a pequena Fernanda, na sua consulta de Puericultura na CF Santa Marta 

A puericultura efetiva-se pelo acompanhamento periódico e sistemático das crianças para avaliação de seu crescimento e desenvolvimento, vacinação, orientações às mães sobre a prevenção de acidentes, aleitamento materno, higiene individual e ambiental e, também, pela identificação precoce dos agravos, com vista à intervenção efetiva e apropriada. Para isto, pressupõe a atuação de toda equipe de atenção à criança, de forma intercalada ou conjunta, possibilitando a ampliação na oferta dessa atenção, pela consulta de enfermagem, consulta médica e grupos educativos.

A consulta de enfermagem à criança tem como objetivo prestar assistência sistematizada de enfermagem, de forma global e individualizada, identificando problemas de saúde-doença, executando e avaliando cuidados que contribuam para a promoção, proteção, recuperação e reabilitação de sua saúde. Sua realização envolve uma sequência sistematizada de ações: histórico de enfermagem e exame físico, diagnóstico de enfermagem, plano terapêutico ou prescrição de enfermagem, e avaliação da consulta.

Esta prática assistencial foi legalizada pela Lei nº 7.498/86 que regulamentou o Exercício da Enfermagem e estabeleceu essa atividade como privativa do enfermeiro. A partir de então, tem sido alvo de diversas portarias e resoluções de diferentes instâncias, inclusive do Conselho Federal de Enfermagem, como a Resolução COFEN/159 que estabelece a obrigatoriedade da realização da consulta de enfermagem em todos os níveis de assistência à saúde em instituição pública e privada e regulamenta as ações do enfermeiro na consulta, prescrição de medicamentos e requisição de exames.

Com a implementação da  (ESF) houve o avanço da implantação da consulta de enfermagem nas Unidades Básicas de Saúde e esta atividade passou a ser realizada de forma contínua a seus usuários, constituindo uma estratégia de atendimento de caráter generalista, centrada no ciclo vital e na assistência à família. Embora a consulta de enfermagem atualmente seja uma prática prestada de modo sistemático, no atendimento de puericultura às crianças das famílias assistidas pelas Equipes de Saúde da Família, observamos, em nossa prática profissional, que nem todos os enfermeiros percebem-se aptos, nem interagem tranquilamente com esta atividade.

Como enfermeiros comprometidos com a assistência à criança e à família e docentes envolvidas no ensino de graduação e na capacitação dos enfermeiros da ESF, julgamos ser importante compreender como esses profissionais vivenciam a consulta de enfermagem a fim de obter subsídios que nos auxiliem no planejamento de ações educativas voltadas ao preparo dos mesmos.

Acesse o Rede Humaniza SUS

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Crianças formam seus hábitos alimentares nos primeiros anos de vida

A obesidade e o excesso de peso têm crescido no Brasil. Segundo dados do Vigitel 2012, levantamento do Ministério da Saúde realizado anualmente sobre hábitos alimentares e estilos de vida, o excesso de peso atinge 51% da população, sendo 17% de obesos. Crianças e adolescentes seguem o mesmo caminho. Uma em cada três crianças de 5 a 9 anos estão com excesso de peso.

Para evitar que se tornem adultos obesos ou com excesso de peso, os pais devem ficar alerta e combater a obesidade infantil, principalmente nos primeiros anos de vida. A publicação do Ministério da Saúde ‘Dez Passos para uma Alimentação Saudável’ recomenda que os pais evitem dar às crianças de até dois anos alimentos industrializados, enlatados, embutidos e frituras, com gordura e sal em excesso, aditivos e conservantes artificiais.

A família deve ser orientada para não oferecer doces, sorvetes e refrigerantes para a criança pequena. “Os hábitos alimentares são formados nos primeiros anos de vida. Então, é importante que as crianças não recebam esses alimentos antes dos dois anos de idade. O consumo desses alimentos faz com que as crianças se desinteressem pelos alimentos saudáveis, como frutas e verduras e formem os hábitos não saudáveis que podem se perdurar na idade escolar e na adolescencia.”, comenta Patrícia Jaime, coordenadora de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde.

A obesidade deve ser combatida porque ela é um forte fator de risco para o desenvolvimento de doenças crônicas não transmissíveis. Pessoas obesas têm mais chance de sofrer infarto, AVC, trombose, embolia e arteriosclerose, além de problemas ortopédicos, apneia do sono e alguns tipos de câncer.

O casal Zara Fernanda e Marcus Medeiros Lima encara a obesidade como uma doença séria e, por serem obesos, querem evitar que a filha, Maria Clara, de 11 anos, cresça e se torne uma adulta obesa. Por isso procuraram ajuda no Hospital da Criança de Brasília (HCB) e há sete meses participam de um grupo que discute estratégias e formas de manter uma alimentação saudável.

“Cortamos fast-food, diminuímos o açúcar e o óleo. Procuramos fazer três refeições por dia com um lanche entre elas”, explica Marcus Medeiros. Ele cita a correria do dia a dia e as propagandas de comidas na TV como dificuldades para controlar a alimentação. “Fazemos um esforço danado e todo dia aparece um bombardeio de coisa na TV. E ela não pensa que isso vai fazer mal no futuro dela, ela só quer saber que vai ser bom no momento. Se depender da criança ela só come doce e besteiras o dia todo”, exemplifica.

Para orientar pais e crianças no combate ao excesso de peso, a psicóloga e coordenadora do grupo de combate à obesidade infantil do Hospital da Criança de Brasília, Priscila Dias,Conversa sobre alimentação saudável para crianças no HCB

Conversa sobre alimentação saudável para crianças no HCB recomenda atividades físicas três vezes por semana e que não coloquem as crianças para comer à frente da TV. “Quando se está na frente da TV a criança não percebe o que come, e não percebe a quantidade que está comendo. Então tentamos desconstruir isso”, explica Priscila.

Ela conta que os profissionais do hospital não trabalham com dietas ou mesmo com proibição de alimentos, mas sim em construir uma alimentação saudável. “Ensinamos algumas estratégias para a criança aprender a lidar com a comida. A família tem que estar presente no tratamento. Se a alimentação não está boa é reflexo da família. Por isso, tem que mudar a alimentação da família toda”, sugere Priscila.

Ações: O Ministério da Saúde desenvolve diversas ações para auxiliar no combate à obesidade infantil. Entre elas, estão os guias alimentares. Eles servem de diretrizes gerais com recomendações de alimentação saudável, como o ‘Dez Passos para uma Alimentação Saudável’ para crianças menores de dois anos.

Há ainda o programa ‘Estratégia Amamenta e Alimenta Brasil’ que capacita e qualifica profissionais de saúde das Unidades Básicas de Saúde (UBS) para orientar as mães e responsáveis sobre como adquirir uma alimentação saudável. Em 2010, o Ministério da Saúde publicou o “Manual das Cantinas Escolares Saudáveis: promovendo a alimentação saudável”, destinado a donos de cantinas escolares e com o enfoque na transformação da cantina num espaço promotor de saúde na escola.

O Programa Saúde da Escola também é importante para a promoção da alimentação saudável no âmbito escolar. O programa está em quase todos os municípios brasileiros e acontece por meio de ações desenvolvidas pelas equipes de atenção básica nas escolas que contribuem para a prevenção da obesidade.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Infestação de piolho pode causar pediculose, diz biólogo

O início do período escolar traz à tona um problema capaz de deixar muitos pais e professores de cabelo em pé. A infestação por piolhos, que atinge a humanidade há milhares de anos, encontra na aglomeração diária de crianças o ambiente ideal para se proliferar. O biólogo Júlio Vianna Barbosa, pesquisador do Laboratório de Educação em Ambiente e Saúde do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), desenvolve atividades educativas sobre o problema que ainda é alvo de preconceito. Em entrevista, Júlio esclarece que o piolho é um inseto que provoca uma doença (a pediculose, causada a partir da infestação pelo inseto Pediculus humanus humanus), aborda mitos e verdades sobre o assunto e defende ações educativas como a mais importante estratégia para um tratamento eficaz.

O que são os piolhos?
Os piolhos são pequenos insetos que parasitam o homem e provocam uma doença chamada pediculose. Eles se alimentam exclusivamente de sangue, preferem ambientes quentes, escuros e úmidos e depositam seus ovos nos fios de cabelo.

Quais são as espécies desse inseto?
Existem três tipos de piolho que parasitam o homem: o piolho da cabeça (Pediculus humanus capitis), o do corpo (Pediculus humanus corporis ), popularmente chamado de ‘muquirana’, e o da região pubiana (Phthirus pubis), conhecido como ‘chato’.

Como é seu ciclo de vida?
Os piolhos passam por três estágios de desenvolvimento. A fêmea do piolho coloca seus ovos, conhecidos como lêndeas, envoltos numa espécie de cola que os adere aos fios de cabelo. De sete a dez dias depois, estes ovos liberam as ninfas – nome do estágio do piolho logo que sai do ovo. De nove a 12 dias depois, as ninfas chegam à fase adulta. Nesse estágio, os piolhos vivem cerca de 30 dias e vão se alimentar com sangue e acasalar, reiniciando o ciclo. A fêmea produz, em média, de 150 a 300 ovos ao longo da vida. A temperatura elevada é um fator importante para a proliferação dos piolhos. Quanto maior a temperatura, mais acelerado é o desenvolvimento do piolho dentro do ovo. Por isso, há maior incidência do inseto no verão.

Como acontece a transmissão?
Apesar de ser um inseto, o piolho não tem a capacidade de voar, uma vez que não possui asas, e nem de pular, pois não possui pernas adaptadas para o salto, como é o caso da pulga. A transmissão pode ocorrer de duas maneiras: por meio do contato direto, encostando cabeças para tirar uma fotografia, por exemplo, ou pelo compartilhamento de objetos de uso pessoal, como pentes e escovas, prendedores e lenços de cabelo, bonés, capacetes, travesseiros, entre outros.

É verdade que a transmissão pode estar relacionada à falta de higiene?
Não. Isso foi um conceito muito tempo atrás. Independentemente de renda, sexo ou idade, qualquer pessoa pode ter piolho, desde que não esteja atenta ao compartilhamento de objetos de uso pessoal.

Como prevenir?
Por meio de uma medida simples é possível impedir a proliferação da pediculose. Evite compartilhar objetos de uso pessoal, como bonés, pentes e escovas, prendedores de cabelo, lenços, bandanas ou capacetes.

O que causa a coceira?
A coceira é o primeiro sintoma da manifestação da pediculose e acontece devido à reação do corpo à alimentação do piolho. Para conseguir se alimentar do nosso sangue, o piolho utiliza duas substâncias presentes em sua saliva. Ao encontrar um vaso sanguíneo, o inseto injeta saliva naquele local. Uma enzima anestésica impede que o homem sinta dor no momento em que o aparelho bucal do inseto penetra no couro cabeludo. Durante a alimentação, outra enzima entra em ação: com função anticoagulante, ela evita que o sangue coagule no intestino do piolho. A combinação destas substâncias promove uma reação do corpo humano, manifestando-se na forma de coceira intensa, um incômodo que geralmente começa atrás da orelha ou na região da nuca. Outro sintoma que pode se manifestar especialmente em crianças, dependendo da quantidade de piolhos, é o desenvolvimento de anemia.

Qual a forma mais eficaz de se eliminar os piolhos?
A melhor forma de se eliminar os piolhos é por meio do uso diário de pente fino. Para isso, a criança deve ser posicionada de costas, sentada, com um pano branco nos ombros para facilitar a visualização dos piolhos retirados. Com o cabelo dividido em partes, o pente fino deve ser usado da base até o final dos fios. Para facilitar, pode ser utilizado um creme de pentear. Essa recomendação é fundamental, porque os produtos disponíveis atualmente não têm efeito sobre a lêndea, que é o ovo do piolho. Para retirar a lêndea, é recomendável que se utilize uma mistura de água e vinagre, na mesma proporção. Passe um pedaço de algodão molhado com a solução em três ou quatro fios de cabelo, da raiz até as pontas. Essa é uma receita caseira segura, que não traz riscos à saúde humana.

Qual é o risco de se utilizar métodos alternativos de combate à doença como inseticidas ou tinturas de cabelo?
Nenhum tipo de produto deve ser utilizado sem recomendação médica. O couro cabeludo funciona como uma espécie de esponja que absorve o que é aplicado na cabeça. Portanto, é preciso ter cautela. As tinturas de cabelo e os inseticidas podem até matar os piolhos, mas não eliminam as lêndeas. Além disso, esse tipo de material contém substâncias tóxicas que podem provocar lesões e infecções na criança. Outro mito comum consiste no uso de plantas, comumente associado a tratamentos naturais. Contudo, seu uso indevido pode gerar alergias e também deve ser evitado.

Existe um mito sobre a presença de lêndea morta no couro cabeludo. Você pode explicar?
Quando o piolho sai da lêndea, o ovo onde se desenvolveu, deixa para trás uma casca vazia. Devido à cola que adere as lêndeas no fio de cabelo, elas permanecem lá por muito tempo, surgindo, assim, a ideia de que poderia ser lêndea morto.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Pais devem estimular filhos na hora de escolher o lanche

Uma das preocupações dos pais na volta às aulas é ver o trabalho de habituar os filhos a uma alimentação saudável desaparecer do dia para a noite. Para evitar isso, o nutricionista do Instituto Nacional de Cardiologia (INC), Marcelo Barros, estimula a participação da criança na hora de montar a lancheira.

“Esse momento é importante para o responsável interagir e explicar como se escolhe os alimentos, destacando que são saudáveis e que vão a ajudar a criança a render melhor nos estudos. Essa cumplicidade será útil para que os pequenos tenham prazer no próprio lanche e não fiquem tão tentados a consumir os itens mais calóricos, muitas vezes, oferecidos pelos próprios colegas”, afirma Barros.

O especialista alerta que muitos responsáveis, por excesso de zelo, acabam colocando diversas opções de alimento, temerosos que a criança sinta fome. “A lancheira deve ter um sanduíche, uma fruta e um iogurte ou suco, que deve ser natural ou de soja. Esses itens são suficientes para o período escolar e deixarão a criança alimentada durante o tempo de aula. É importante não encher a merendeira de comida, provocando um consumo excessivo de calorias que pode provocar aumento no peso”, explica.

O nutricionista do INC destaca que é possível acrescentar, eventualmente, bolos ou biscoitos, para diversificar o lanche. “Deve prevalecer o bom senso, nada muito calórico ou gorduroso. Mas estão vetados na lancheira os pacotes de salgadinhos, batatas chips, além das massas e frituras típicas das cantinas da escola, como coxinhas, risoles e pizzas”, finaliza.

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Seminário Saúde da Criança



Programação do Seminário da Criança

  •  Abertura do Seminário – Paula Travassos

  •  Apresentação e contextualização da área programática AP. 2.1 e da Divisão de ações programadas - Luciane Oscar

  • Apresentação da linha de cuidado da criança: Ações realizadas e resultados conquistados pela AP.2.1 - Carlos Ornellas

  • Aleitamento materno: Ações realizadas e títulos conquistados na AP.2.1 - Rossana Helena

  • Programa Bolsa Família: Condicionalidade da saúde e avanços na cobertura – Lilian Carissa

Intervalo para almoço

  • PSE / Saúde Bucal: Panorama das ações e avanços obtidos na área – Cecília Valente e Flávia Dantas

  • Saúde Mental e Violência: Contextualização e apresentação dos fluxos na área programática – Thiago Pithon

  • Mesa com representantes da Saúde, educação e Assistência Social: Diálogo, propostas e parcerias - Patrícia Canto

  • Encerramento do Seminário – Patrícia Canto

sábado, 25 de agosto de 2012

CAP 2.1 apoiando a Ação de Celebração da Saúde e da Cidadania

clique aqui e veja as fotos
CAP 2.1 participando da Ação de Celebração da Saúde e Cidadania no largo do machado. Presentes na ação a Coordenadora Paula Travassos, sua assessora Patricia Canto,médicos (as), enfermeiras e diversos profissionais de Saúde da AP 2.1,  profissionais da CAP que apoiaram o evento com tendas informativas sobre tabagismo com distribuição de folhetos informativos, DST com distribuição de camisinhas, saúde bucal, hipertenção e diabetes e a equipe da DVS com informações sobre a Dengue. A ação teve também a participação de tendas fitoterápicas, lei seca, e diversa atividades para os cidadões presentes.

Fonte: Otics Rocinha

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Saiba como evitar que o bico do seio fique rachado durante amamentação


A amamentação é essencial para fortalecer o laço entre mãe e filho. Só que muitas mulheres desistem de amamentar quando aparecem rachaduras no bico do seio. O problema pode até mesmo provocar inflamação. Mas se a mãe estiver amamentando de forma correta, nunca sentirá dor. O bico do seio só fica dolorido e machucado quando a boca do bebê está mal encaixada no peito da mãe.

A jornalista Fernanda Afonso, por exemplo, teve rachaduras nos bicos dos seios logo nos primeiros dias da amamentação porque não foi bem orientada: ”Quando o meu filho nasceu, eu tive rachadura no meu seio porque ninguém me orientou como eu tinha que fazer, como tinha que ser a pegada dele, e acabou que ele machucou. Então eu fiquei toda debilitada e ai com isso eu tive que usar aquele bico de silicone porque saia muito sangue quando ele pegava no bico do meu peito”.

Foto: Corbis Images

Para evitar a rachadura durante a amamentação, basta observar se a criança está colocando toda a boca na aréola, o círculo que fica em volta da ponta do seio. Se o bebê estiver sugando apenas o bico, a mãe deve interromper a amamentação e começar novamente.

Outra forma simples de evitar que o seio fique machucado é tomar sol nas mamas, conforme explica o coordenador de Saúde da Criança do Ministério da Saúde, Paulo Bonilha. ”Quando a gente toma sol na pele, a pele fica mais grossa, então a mulher que toma sol nas mamas, no bico do peito, deixa o bico com a pele mais grossa, com melhores condições, por exemplo, de evitar rachaduras.”

O Sistema Único de Saúde tem profissionais capacitados para oferecer, por meio do programa Rede Cegonha, do Ministério da Saúde, assistência à mulher que amamenta.

Fonte: Débora Rocha / Web Rádio Saúde

Artigos Relacionados

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Dia Mundial do Teste do Pezinho é celebrado pela primeira vez no país


O exame deve ser feito na primeira semana de vida do bebê

Importante para a detecção de doenças logo após o nascimento, o teste do pezinho é realizado nas unidades municipais de saúde. Para marcar a importância do exame, este ano o Brasil celebrou pela primeira vez o Dia Mundial do Teste do Pezinho, no dia 6 de junho.

No teste, que deve ser feito preferencialmente na primeira semana de vida do bebê, o sangue do calcanhar do recém-nascido é coletado e levado para análise. Caso seja detectada alguma doença, o tratamento rápido pode evitar sequelas, como retardo mental ou que a doença se agrave, no caso da anemia falciforme. Como o calcanhar é uma região rica em vasos sanguíneos, o material pode ser colhido rapidamente e de forma quase indolor.

O exame é feito para diagnosticar doenças como hipotireoidismo congênito, fenilcetonúria e hemoglobinopatias ou doenças crônicas, como anemia falciforme. O teste é realizado entre os três primeiros dias de vida do bebê, mas pode ser feito em até no máximo 30 dias. O quanto antes é detectado qualquer problema, mas eficaz é o tratamento.

Fonte: SMSDC

sábado, 14 de abril de 2012

Prefeitura expande serviço de ambulâncias do Programa Cegonha Carioca para Zona Sul


O prefeito Eduardo Paes e o secretário municipal de Saúde e Defesa Civil, Hans Dohmann, anunciaram neste sábado, dia 14, a expansão do serviço de ambulâncias exclusivas do programa Cegonha Carioca em cerimônia na comunidade do Leme. Agora, as futuras mamães das comunidades Chapéu Mangueira/ Babilônia (Leme), Santa Marta (Botafogo), Vidigal (São Conrado) e Vila Canoas (São Conrado) terão transporte e assistência garantidos na hora de dar à luz. Serão mais de duas mil gestantes beneficiadas por ano na região. Com isso, 38 bairros da cidade passam a contar com as ambulâncias cegonha. Atualmente, o transporte atende gestantes nos bairros da Rocinha, Santa Cruz, Sepetiba, Paciência, Complexo do Alemão e região de Madureira e adjacências.

O investimento da Prefeitura no programa até agora é de R$ 17 milhões. Mais de 700 gestantes já foram beneficiadas pelo sistema de ambulâncias, que, acionado por meio de uma central, com funcionamento 24 horas, leva as grávidas prestes a ter seus bebês para uma maternidade previamente referenciada. A unidade móvel conta com uma equipe de enfermeiros-obstetras, que tem acesso às informações do pré-natal da paciente e a acompanha durante o transporte.

“A ampliação do transporte do Cegonha Carioca é um passo para melhorarmos ainda mais o atendimento às gestantes. Nosso objetivo é levar as ambulâncias, que são exclusivas do programa, a todos os bairros do Rio de Janeiro até o fim do ano. Isso mostra a nossa preocupação com os novos carioquinhas e o seu bem-estar desde a hora do nascimento”, afirma o secretário municipal de Saúde e Defesa Civil, Hans Dohmann.

O prefeito do Rio, Eduardo Paes, destacou os benefícios do programa e falou sobre a abertura de três maternidades. “É fundamental que as grávidas façam os exames de pré-natal. Por isso, oferecemos toda essa estrutura às futuras mães, para que tenham seus filhos com total segurança e atendimento de qualidade. Trata-se de um programa que tem relação direta com a saúde e muito a ver com o respeito. Este trabalho se consolidará, ainda mais, com a abertura das três novas maternidades da cidade: no Hospital Pedro II, em Santa Cruz; ao lado do Hospital Municipal Souza Aguiar, no Centro; e no Hospital da Mulher, em Bangu”, complementou Paes.

Outra novidade do programa é o site Bebê Carioca Online. Após o nascimento, as fotos dos recém-nascidos nas maternidades municipais podem ser acessadas no site da Prefeitura do Rio. Informações como peso, altura, data e horário do nascimento também estão disponíveis para que esse momento seja compartilhado com toda família.

Lançado em março de 2011, o Cegonha Carioca é um projeto pioneiro, que ampliou o atendimento oferecido às gestantes da cidade. A paciente recebe o passaporte cegonha e sabe antecipadamente em que maternidade vai ter o seu bebê, faz uma visita com um acompanhante ao local para conhecer e tirar dúvidas sobre o parto e recebe enxoval para o recém-nascido. Mais de 21 mil mulheres já foram beneficiadas.

Todas as unidades primárias da SMSDC já estão incluídas numa grade de referência, que indica para qual maternidade serão referidas as gestantes. Para participar do programa, é preciso estar, no máximo, no 2º trimestre de gravidez e fazer o pré-natal em uma unidade de saúde do Rio de Janeiro.

A Prefeitura tem como meta a redução da mortalidade materno-infantil na cidade. Para tanto, vem investindo em ações de prevenção e promoção da saúde que já apresentam resultados. As taxas tiveram queda de 2009 a 2011. A mortalidade infantil caiu de 13,6 para 12,7 por mil nascidos vivos e a materna de 71,1 para 51,9 por cem mil nascidos vivos. A cidade do Rio tem, em média, 80 mil nascimentos por ano. Desse total, 70% são feitos pelo SUS.

Fonte: SMSDC