Mostrando postagens com marcador Saúde Mental. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Saúde Mental. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Curso de saúde mental terá execução da Escola de Saúde Pública

O Curso de Atualização em Saúde Mental, Álcool e outras Drogas, uma promoção do Ministério da Saúde, Fundação Oswaldo Cruz e Observatório do Cuidado será executado pela Escola de Saúde Pública (ESP/RS). Trata-se de um curso totalmente a distância, com 60 horas de duração e tutorado, voltado para trabalhadores da saúde, em especial da Atenção Básica, com ensino médio/técnico.

Terá, no máximo, dez semanas de duração e é uma complementação ao Curso de Formação em Saúde Mental, Álcool e outras Drogas do projeto Caminhos do Cuidado. Está estruturado em seis unidades: introdução; princípios para ação em Saúde Mental; atitude dos trabalhadores da Atenção Básica em Saúde; conceito de rede; redução de danos e o papel da Estratégia de Saúde da Família; e saúde, sociedade e território.

Os critérios de avaliação consistem em responder questões ao final de cada módulo. Ao concluir as respostas do último módulo, o aluno estará apto a receber o certificado de Atualização em Saúde Mental, Álcool e outras Drogas. Para se inscrever no curso, é necessário ter e-mail pessoal, familiaridade com navegação na internet e ter acesso a computador.

As inscrições podem ser feitas de 20 de fevereiro a 12 de março, por meio do preenchimento da ficha abaixo, que deve ser enviada para o e-mail itinerarios.etsusrs@gmail.com.


Fonte: SES/RS

quinta-feira, 18 de maio de 2017

18 de Maio: Dia Nacional da Luta Antimanicomial

Em 18 de maio completa-se 30 anos da comemoração do Dia Nacional da Luta Antimanicomial. O Movimento da Reforma Psiquiátrica se iniciou no final da década de 70, em pleno processo de redemocratização do país, e em 1987 teve dois marcos importantes para a escolha do dia que simboliza essa luta, com o Encontro dos trabalhadores da saúde mental, em Bauru/SP, e a I Conferência Nacional de Saúde Mental, em Brasília.

Com o lema “por uma sociedade sem manicômios”, diferentes categorias profissionais, associações de usuários e familiares, instituições acadêmicas, representações políticas e outros segmentos da sociedade questionam o modelo clássico de assistência centrado em internações em hospitais psiquiátricos, denunciam as graves violações aos direitos das pessoas com transtornos mentais e propõe a reorganização do modelo de atenção em saúde mental no Brasil a partir de serviços abertos, comunitários e territorializados, buscando a garantia da cidadania de usuários e familiares, historicamente discriminados e excluídos da sociedade.

Assim como o processo do Movimento da Reforma Sanitária, que resultou na garantia constitucional da saúde como direito de todos e dever do estado através da criação do Sistema Único de Saúde, o Movimento da Reforma Psiquiátrica resultou na aprovação da Lei 10.216 de 06 de abril de 2001, nomeada “Lei Paulo Delgado”, que trata da proteção dos direitos das pessoas com transtornos mentais e redireciona o modelo de assistência. Este marco legal estabelece a responsabilidade do Estado no desenvolvimento da política de saúde mental no Brasil, através do fechamento de hospitais psiquiátricos, abertura de novos serviços comunitários e participação social no acompanhamento de sua implementação.

 Ao longo dos anos, a política brasileira de saúde mental, álcool e outras drogas vem se concretizando como política de estado através de alguns marcos:

  1. Fechamento de quase a metade dos leitos em hospitais psiquiátricos – de mais de 50 mil em 2002 para cerca de 26 mil em 2014;
  2. Instituição da Rede de Atenção Psicossocial – RAPS através da Portaria nº 3.088/2011, para pessoas com sofrimento ou transtorno mental e com necessidades decorrentes do uso de crack, álcool e outras drogas no SUS.
  3. Criação de mais de 2  mil Centros de Atenção Psicossocial – CAPS;
  4. 56 Unidades de Acolhimento cadastradas;
  5. 496 Serviços Residenciais Terapêuticos cadastrados, para ex moradores de hospitais psiquiátricos;
  6. 1.163 leitos de saúde mental em hospital geral cadastrados;
  7. Cadastro de mais de 4 mil beneficiários no Programa De Volta Para Casa, que tem como objetivo contribuir com a inserção social e com a garantia de exercício de direitos de ex moradores de hospitais psiquiátricos
  8. Organização de boas práticas no campo da prevenção, com adaptação e oferta de 3  programas de prevenção do uso prejudicial de álcool e outras drogas: ELOS – Construindo Coletivos, voltado para crianças (de 6 a 10 anos matriculadas do 1º ao 5º ano do ensino fundamental,  #TAMOJUNTO, ofertado para jovens (de 13 e 14 anos matriculados no ensino fundamental II) e FAMÍLIAS FORTES, voltado para famílias (com jovens de 10 a 14 anos), beneficiando cerca de 59.608 pessoas em 6 estados das 5 regiões do país (Acre, Amazonas, São Paulo, Santa Catarina, Paraná Paraíba, Distrito Federal), até o ano de 2016. Em uma nova estratégia de disseminação no país, neste ano de 2017, os programas têm sido ofertados para novos estados brasileiros, caminhando para a consolidação de uma política pública.


A instituição da RAPS consolida diferentes estratégias e serviços de saúde mental historicamente construídos a partir de experiências locais de municípios e estados brasileiros. Apresenta diretrizes gerais que corroboram com o modelo de atenção comunitária, territorial, diversificado e consoantes com o respeito aos direitos humanos. Dentre seus objetivos, estão a ampliação do acesso à atenção psicossocial tanto da população em geral quanto das pessoas com transtornos mentais e com necessidades decorrentes do uso de álcool e outras drogas, com priorização aos grupos mais vulneráveis, assim como articular e integrar os diferentes serviços de saúde de forma a garantir o cuidado de qualidade.

Fazem parte da RAPS desde a Atenção Primária até serviços de urgência e emergência, passando pelos já consolidados CAPS e demais serviços e estratégias que permitam a desinstitucionalização das pessoas que passaram pela experiência do manicômio / espaços asilares e pelo cuidado centrado nas questões relacionadas ao uso de álcool e outras drogas. Além disso, desde 2005, o Ministério da Saúde financia projetos de Reabilitação Psicossocial e Fortalecimento do Protagonismo de usuários e familiares, de forma a apoiar iniciativas de geração de renda e trabalho, inserção social e outras ações intersetoriais que objetivam efetivar o exercício da cidadania de pessoas que foram excluídas de vivências básicas do cotidiano devido ao estigma e discriminação.

Estas ações buscam ilustrar a abrangência e enraizamento da Reforma Psiquiátrica Brasileira e da Política Nacional de Saúde Mental, Álcool e outras Drogas. Apesar do Brasil ser reconhecido pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como modelo internacional para a saúde mental, o processo permanece em curso, com novos desafios incorporados. A tradução em português da estratégia de avaliação Direito é Qualidade, desenvolvida pela a OMS, que “consiste na perspectiva da promoção da qualidade em serviços de saúde mental enquanto garantia de direitos de seus usuários”, pode vir a ser mais um aspecto inovador na constante busca por uma sociedade sem manicômios.

Leia mais:



Fonte: Coordenação Geral de Saúde Mental, Álcool e outras Drogas - DAPES/SAS/Ministério da Saúde


terça-feira, 7 de junho de 2016

Nise da Silveira, a mulher que imprimiu um novo rumo à psiquiatria no Brasil

Nise da Silveira nasceu em Alagoas, no dia 5 de fevereiro de 1905, e foi uma das mais importantes psiquiatras no Brasil. Em 1926, ao se formar na Faculdade de Medicina da Bahia, onde era a única mulher em uma turma de 157 alunos, Nise apresentou o estudo: “Ensaio sobre a criminalidade da mulher no Brasil”. No ano seguinte, ao mudar-se para o Rio de Janeiro com o marido e colega de turma, o sanitarista Mario Magalhães, começou a atuar como psiquiatra e iniciou uma coluna sobre medicina para o jornal A Manhã. “Na época em que ainda vivíamos os manicômios e o silenciamento da loucura, Nise da Silveira soube transformar o Hospital Engenho de Dentro em uma experiência de reconhecimento do engenho interior que é a loucura”, explica Christian Ingo Lenz Dunker, psicanalista e professor titular do Instituto Psicologia da USP.

Envolvida com os círculos marxistas da época, Nise foi denunciada por uma colega de trabalho, que era enfermeira, e presa pelo chefe da polícia política do Estado Novo, Filinto Müller, de 1934 a 1936. No presídio Frei Caneca, dividiu a cela com Olga Benário, a militante comunista alemã que à época era mulher de Luís Carlos Prestes, e conheceu o escritor Graciliano Ramos, que a retratou em seu livro Memórias do cárcere. “(…) lamentei ver a minha conterrânea fora do mundo, longe da profissão, do hospital, dos seus queridos loucos. Sabia-se culta e boa. Rachel de Queiroz me afirmara a grandeza moral daquela pessoinha tímida, sempre a esquivar-se, a reduzir-se, como a escusar-se a tomar espaço”, retratou o escritor. Em liberdade, porém colocada na clandestinidade, Nise entrou em contato com leituras de Spinoza e publicou o livro Cartas a Spinoza.

A arte e os psicóticos
Em 1944, Nise passa a trabalhar no Hospital Pedro II, antigo Centro Psiquiátrico Nacional, no Rio de Janeiro. Totalmente avessa ao choque elétrico, cardiazólico e insulínico, à camisa de força e ao isolamento, entre outras técnicas torturantes, Nise implanta, com o psiquiatra Fábio Sodré, a Terapia Ocupacional no tratamento psiquiátrico. Nesse mesmo ano, cria a Seção de Terapêutica Ocupacional e Reabilitação (STOR) do Centro Psiquiátrico Pedro II. Nise dirigiu o STOR, famoso por oferecer um atelier de pintura aos pacientes como forma de reabilitação, até sua aposentadoria, em 1974. Por meio das artes plásticas, a psiquiatra foi pioneira ao defender que a comunicação com os esquizofrênicos graves só poderia ser estabelecida inicialmente em nível não verbal, daí a importância dos desenhos.

Um das maiores contribuições de Nise foi o Museu de Imagens do Inconsciente, criado em 1952 para reunir a rica e complexa iconografia concebida por seus pacientes no STOR. Outro feito da psiquiatra foi introduzir entre os psicóticos o convívio com gatos e cachorros, a fim de promover a afetividade entre os internos e os animais. “Entre seus gatos e cartas, entre Espinoza e Jung, entre mandalas, pinturas e imagens do inconsciente, ela sempre recebia os errantes, visionários e candidatos a curadores de almas. Com a mesma benevolência e inquietude de quem sabia que a verdade do homem não pode ser pensada sem sua loucura”, afirma Christian.

Nise fundou o primeiro serviço de egressos psicóticos, a Casa das Palmeiras, em 1956, a primeira instituição que desenvolveu um projeto de desinstitucionalização dos manicômios no Brasil. Durante a ditadura militar que vigorou no Brasil de 1964 a 1985, criou em 1968 o Grupo de Estudos C. G. Jung. Foi membro fundadora da Sociedade Internacional de Psicopatologia da Expressão, com sede em Paris. Voraz leitora de Machado de Assis, costumava afirmar que seu primeiro contato com a psicologia havia sido com a obra do escritor.

Nise da Silveira publicou dez livros e escreveu uma série de artigos científicos que muito contribuíram para os estudos da psiquiatria. Morreu, aos 94 anos de idade, no dia 30 de outubro de 1999.

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Ministério da Saúde abre inscrições para curso sobre saúde mental

Estão abertas até 15 de julho as inscrições para a última turma da 4ª edição do curso "Álcool e outras drogas, da coerção à coesão". Ao todo, serão ofertadas 3.000 vagas para profissionais de nível médio ou técnico e superior completo que atuam diretamente na Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) e na Rede Intersetorial (SUAS, Justiça e Ministério Público).

Ofertado na modalidade de Educação a Distância, sem encontros presenciais, o curso é totalmente gratuito. 

Será viabilizado por meio do Sistema Universidade Aberta do SUS (UnA-SUS), em parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

A matrícula será realizada posteriormente, via internet, Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), sem necessidade de deslocamento do candidato selecionado. A UFSC fará contato com os candidatos selecionados por meio do e-mail cadastrado no ato da inscrição.

O curso é realizado pelo Departamento de Gestão da Educação na Saúde (DEGES/SGTES) e a Coordenação Geral de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas (CGMAD/DAET/SAS), do Ministério da Saúde, por meio do Sistema Universidade Aberta do SUS/UNA-SUS, em parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Mais Informações: cursossaudemental@saude.gov.br

Fonte: Ministério da Saúde

terça-feira, 10 de julho de 2012

Curso de Capacitação AD da SENAD



O projeto Ações Integradas da SENAD em parceria com o CPAD/ HCPA/ UFRGS está disponibilizando cursos de capacitações para profissionais da saúde e assistência social que trabalham na rede de assistência aos usuários de álcool e outras drogas. As mesmas serão realizadas no DF, BA, ES, RJ, e RS.

A estrutura teórica será única para todos os cursos e terá duração de três dias, com módulos temáticos e material didático específicos. A inscrição será efetivada após o recebimento de um ofício da chefia do profissional informando da liberação para participação do evento.

O ofício deve ser enviado no e-mail curso.senad.sus.suas@gmail.com .

As vagas são limitadas, portanto solicitamos que informe caso haja algum empecilho ao comparecimento após a efetivação da inscrição.

Capacitação DF
Inscrições Encerradas

Capacitação BA
Inscrições Encerradas

Capacitação ES
Inscrições Encerradas

Capacitação RJ
Inscrições abertas. Clique para preencher o formulário
Encerramento das inscrições: 27/07

No Rio de Janeiro, o curso será entre os dias 13, 14 e 15 de agosto, das 8h e 30 min às 17:30h, no Windsor Guanabara (Av. Presidente Vargas, 392 - Centro), O tema do curso é “Tratamento da dependência de crack e outras drogas: aperfeiçoamento para profissionais de saúde e assistência social”.

Fonte: Saúde Mental do Rio de Janeiro

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Cursos AD/Crack, gratuitos para a rede de saúde

Estamos realizando parceria com as instituições IPUB/UFRJ e FIOCRUZ/EPJV, que estão disponibilizando vagas para a rede de saúde da cidade do RJ, os profissionais interessados devem fazer as inscrições nos sites, conforme cartazes de divulgação.

Informações (cartazes) nos Links:

1) Curso de Aperfeiçoamento: Crack e outras Drogas - Para Profissionais da ESF e NASF, 120hs, aulas quinzenais, inscrições até 15/03. IPUB/UFRJ.
2) Curso de Atualização AD para profissionais de Hospitais Gerais, 68hs, aulas quinzenais, inscrições até 15/03. IPUB/UFRJ.
3) Curso de Atualização em Atenção ao uso Prejudicial da Álcool e outras Drogas , 128hs, aulas semanais ás sextas, inscrições até 08/03. FIOCRUZ/EPJV.


Ótima oportunidade de qualificarmos os profissionais da atenção Primária, para atenderem AD nas unidades!

Fonte: Saúde Menta do Rio de Janeiro

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Baile de Carnaval 2012 CAPS lll Maria do Socorro Santos

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Comemoração de 2 anos do grupo de artesanato da Clínica da Família Santa Marta

Hoje foi um dia especial, pois comemoramos 2 anos do grupo de artesanato da Clínica da Família Santa Marta. Agradecemos as pessoas que passaram pelo grupo e sentimos muitas saudades: Dra. Patrícia, Enf. Sebastian, Enf. Karine e Enf. Tereza. Agradeço também a todos profissionais que contribuíram para as oficinas, sejam ACS, médicos, dentistas, tec. de enfermagem que estão sempre convidando os pacientes. Agradecemos a Sônia, Zuleida e Nair que sempre estão nos dando aquela força com idéias e disponibilizando seu tempo para ajudar.

O grupo se reúne todas as segundas-feiras as 14:00 hs na unidade.

No grupo nossos pacientes podem aprender, ensinar, conversar. Serve para se desestressar, esquecer dos problemas fazendo do grupo o remédio para a alegria, relaxamento e auto-estima.

Fonte: Clínica da Família Santa Marta

domingo, 20 de novembro de 2011

Seminário de Saúde Mental AP 2.1


A CAP 2.1 convida para o Seminário de Saúde Mental. Temos como objetivo fazer um trabalho coletivo de avaliação e planejamento de ações para 2012 em nossa área. Trabalharemos com 4 Rodas de Conversa tématicas (Álcool e outras Drogas; Infância e Adolescência; Apoio Matricial; IMPP e IPUB - Estratégias para fortalecer a Atenção Primária) e teremos a participação dos serviços, dos gestores, da universidade e de representantes do intersetor.
O convite e a programação segue em anexo. Será dias 24 e 25 de novembro no CMS João Barros Barreto (Copacabana), das 9h às 17h.


Contamos com a mobilização da rede, e ampla divulgação entre os profissionais.


Nosso seminário foi um sucesso! Parabéns a todos os serviços que organizaram! Fiquei gratamente surpreso com a participação da rede que encheu o auditório do CMS de Copacabana todos os dias e enriqueceu as discussões, trazendo de forma consistente (e muitas vezes subversiva) importantes questionamentos, críticas, polêmicas e principalmente proposições para a organização da rede de Saúde Mental da AP 2.1; Que fique registrado em ata: esse seminário é fruto do nosso Fórum de Saúde Mental.

Três lições ficam.
Primeiro, os efeitos e desdobramentos potentes de um trabalho quando nos enxergamos e nos reconhecemos verdadeiramente como pares, quando ampliamos essa conectividade, quando valorizamos o que foi nomeado de "inteligência local" e sua capacidade de produzir novas cartografias e traçar linhas de fuga.
Em segundo, definitivamente precisamos ser cada vez mais intersetoriais se quisermos produzir uma rede articulada, aquecida e potente. Da mesma forma, a Saúde Mental urge compartilhar e criar novas tecnologias leves junto a ESF para assim caminharmos ou retornarmos ao ponto na qual não é mais possível localizar ou separar onde os dois campos nascem e se encerram.
Por último, nossos serviços estão visceralmente ligados a territórios que extrapolam os limites geográficos e fronteiriços da AP 2.1. Temos que nos haver com outras cartografias se nos dispomos a produzir acesso e assistência a usuários que habitam territórios híbridos e não estão sob o registro de fronteiras como é o caso da população de rua. Diversas ações nossas terão que ser articuladas com outras CAP como a 1.0 e a 3.1.


Obrigado à Direção, equipe do CMS João Barros Barreto e Gerência do SF de Copacabana por serem nossos anfitriões e pelo apoio com toda infra.

Agradeço imensamente a participação decisiva dos diretores, coordenadores, gerentes e profissionais dos CMS Manoel José Ferreira, Dom Hélder, Píndaro e João Barros Barreto; dos CAPS Centra Rio, NIJ, CARIM e Maria do Socorro; das Equipes de Saúde da Família; dos Institutos Municipais IPUB, IMPP e suas equipe; CREAS Maria Lina; Saúde da Família de População de Rua/Consultório de Rua da AP 1.0; a Coordenação de Saúde Mental e suas Assessorias; a Superintendência dos Institutos Municipais; o Hospital Miguel Couto; a Casa Viva; o Adolescentro Paulo Freire; Sandra Fortes da UERJ; Fátima Virgínia da CAP 3.1, Samantha e Fabiane da Viva Comunidade.

Um agradecimento carinhoso aos Coordenadores das Rodas Paula Urzua, Maria Antunes e Gert Wimmer que sustentaram e conduziram a discussão com muita maestria e qualidade.

À equipe de relatores, um muito obrigado por todo o esforço e dedicação, em especial Ana Cecília (CMS Manoel José Ferreira) por coordenar este trabalho enorme como sua generosidade. A tarefa continua essa semana para cumprirmos nosso objetivo de apresentar no próximo Fórum de Saúde Mental o documento que servirá com referência para o planejamento de ações da rede da AP 2.1.

Quero agradecer o apoio dos colegas da CAP por fazer acontecer esse grande exercício democrático de avaliação, discussão e proposição da nossa rede. À Paula Travassos e Patrícia Canto por incentivarem e darem toques importantes na concepção; à Reniani por apoiar e disponibilizar o NESF de pronto; à Roberta por representar o DAPS; à Yve e Sebastian por conceberem nossa mídia de divulgação; à CGA por viabilizar parte da infra; à Jurema por cuidar do nosso café, água e lanche salvadores!


Por fim compartilharemos as fotos no Blog da CAP nos próximos dias.


Parabéns a todos pelo trabalho vivo em ato.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

II Fórum de Interface entre Cultura e Saúde Mental


O ambiente social tem estreita relação com a qualidade da saúde e os modos de adoecimento dos grupos populacionais, especialmente no que tange à saúde mental. De maneira análoga, o trabalho com meios de expressão que utilizam a cultura da pessoa, tem sido utilizado como importante instrumento terapêutico e de integração social no tratamento de pacientes com as mais variadas doenças mentais. O IPUB/UFRJ tem acumulado experiência com resultados interessantes nesse campo e promoverá, por meio de sua Coordenação de Extensão, junto com o Projeto Cultura e Saúde do Fórum de Ciência e Cultura, o II Fórum de Interface entre Cultura e Saúde Mental. As atividades incluirão conferência de abertura; 4 mesas-redondas (Loucura e Cinema; Loucura e Literatura; Discurso, Narrativa e Psicose; sobre a obra de Rodrigo Souza Leão); exibição de filme seguido de debate; ida ao teatro; participação do Clube da Esquina, com apresentação de seu programa; apresentação do coral de pacientes do IPUB e exposição no jardim em homenagem ao artista plástico Josinaldo Lima, à psicóloga Cláudia Azevedo e aos Cancioneiros do IPUB.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Convite: Tá Pirando, Pirado, Pirou!



O Coletivo Carnavalesco “Tá Pirando, Pirado, Pirou!” tem o prazer de convidar amigos e parceiros para o evento de escolha do enredo para o carnaval de 2012.

Tragam suas idéias no dia 09/08/2011 (terça-feira), das 13h30 às 16h30, para o Auditório A do Instituto Municipal Philippe Pinel, situado na Avenida Venceslau Brás, 65 – auditório A - Botafogo




Contamos com sua presença e participação!

Contatos:
Marcela Weck: marcelaweck@gmail.com (21) 88511761
Pollyanna Ferrari: pollyannaferrari@globo.com (21) 85812607