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terça-feira, 16 de maio de 2017

IDOSO: Conheça as vacinas disponíveis no SUS

A vacinação é uma das medidas mais importantes para promover a saúde. As vacinas protegem contra  vírus e bactérias que podem afetar seriamente o corpo e levar à morte.  Por isso , a vacinação é uma estratégia importante de cuidado com a população. Atualmente, são disponibilizadas pela rede pública de todo o país cerca de 300 milhões de doses de vacinas ao ano, para combater mais de 20 doenças, em diversas faixas etárias.

Manter o calendário de vacinação em dia não deve ser uma responsabilidade dos pais em relação às crianças, mas deve se estender a toda a população, inclusive aos idosos. Para isso, é importante que a população saiba que no Sistema Único de Saúde estão disponíveis, para as pessoas a partir dos 60 anos de idade,  três tipos de vacina: hepatite B, dupla adulto (difteria e tétano) e febre amarela (apenas para idosos que estejam morando ou passando por áreas com recomendação de vacina).
Entenda abaixo o esquema vacinal de cada uma delas:

• Hepatite B: se a pessoa não tiver comprovação vacinal, a vacina será administrada em 3 (três) doses com intervalo de 30 dias entre a primeira e a segunda dose e de 6 (seis) meses entre a primeira e a terceira dose (0, 1 e 6 meses). O idoso com esquema vacinal incompleto receberá apenas as vacinas que faltam para completar o esquema.

• Difteria e tétano (dupla adulto): sem esquema ou com esquema incompleto, para difteria e tétano, será completado o esquema de 3 (três) doses, considerando as doses anteriores. Com esquema vacinal completo (3 (três) doses) para difteria e tétano é importante que a vacina reforço seja administrada a cada 10 anos.

• Febre amarela: para o idoso que nunca foi  vacinado ou sem comprovante de vacinação, o médico deverá avaliar o benefício/risco da vacinação e  a necessidade de administrar uma dose levando em conta o risco da doença e o risco de eventos adversos nessa faixa etária e/ou decorrentes de comorbidades e o histórico vacinal.


Além da vacinação rotineira, outras duas vacinas importantes também poderão estar disponíveis  no Calendário Nacional de Vacinação, em campanhas, para a população idosa. São elas:

• Vacina contra a influenza – o esquema de vacinação para as crianças de seis meses a oito anos, 11 meses e 29 dias, que estarão recebendo a vacina pela primeira vez, são de duas doses, sendo consideradas também as crianças indígenas. As crianças a partir de nove anos e adultos devem receber uma dose. Vale destacar que todas as crianças de seis meses a menores de nove anos que receberam pelo menos uma dose da vacina contra a influenza sazonal após 2010, devem receber apenas uma dose em 2017.

• Vacina pneumocócica 23-valente: é administrada durante a Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza, nos indivíduos de 60 anos e mais não vacinados que vivem acamados e ou em instituições fechadas como casas geriátricas, hospitais, unidades de acolhimento/asilos, casas de repouso.

Avanços

Para que se entenda como as vacinas impactam na realidade de um país, vale ressaltar que ao longo do tempo, com a oferta de vacinas dentro do Programa Nacional de Imunizações,  o Ministério da Saúde conseguiu a erradicação do sarampo e a eliminação do tétano neonatal, além do controle de outras doenças imunopreveníveis como difteria, coqueluche e tétano acidental, hepatite B, meningites, formas graves da tuberculose e rubéola, assim como a manutenção da erradicação da Poliomielite.

Envelhecer não significa necessariamente adoecer. Se você é idoso, procure uma unidade de saúde mais próxima e tenha acesso as vacinas disponíveis para as pessoas com mais de 60 anos.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Hipertermia e desidratação atinge idosos no verão

O verão é uma estação que exige cuidados especiais por parte dos idosos. Estes são mais vulneráveis à desidratação e à hipertermia. Os principais motivos desses problemas são a exposição prolongada ao sol e a ingestão insuficiente de líquidos.

Desidratação
A sensação de sede diminui durante o envelhecimento, mas é importante continuar a ingerir líquidos, mesmo sem vontade. Os sintomas costumam ser queda da pressão arterial, tontura, confusão mental e perda da consciência. O ideal é ingerir dos litros diários de água, sucos, chás e água de coco. Também é importante evitar bebidas alcoólicas.

Hipertermia
Este problema ocorre quando a produção de calor pelo corpo excede a capacidade de dissipá-la e é provocada pela exposição excessiva ao sol ou a permanência durante longos períodos em ambientes abafados. Os sintomas costumam ser respiração e suor intensos, câimbras, náuseas e vômitos.

Atenção: O sol é importante pata todos os idosos, para a retenção de vitamina D. A exposição ao sol ajuda na prevenção e no tratamento dos sintomas depressivos e na regulação do sono.

A exposição ao sol não pode passar de 20 a 30 minutos e precisa ser evitado no período das 10h às 16h, quando o calor é mais intenso.

Conheça outras dicas para os idosos aproveitarem a estação mais quente do ano:

  • Beber muito líquido. Sucos e chás são uma boa opção, mas também é importante a ingestão de água;
  • Alimentar-se em pequenas quantidades, de 3 em 3 horas. Preferir frutas e legumes, evitar bebidas alcoólicas e frituras;
  • Evitar exposição prolongada ao sol ou locais abafados;
  • Usar roupas leves e confortáveis e, de preferência, brancas ou cores claras, que não absorvem o calor;
  • Não esquecer de usar, diariamente, o filtro solar (FPS 20, pelo menos);
  • Evitar atividade física intensa;
  • Se sentir mal-estar, sair do sol, beber água e refrescar áreas como nuca, rosto e pescoço. Se persistirem os sintomas, procurar um médico.
Fonte: Blog da Saúde 

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Idosos que sentem-se mais jovens vivem mais

Um estudo publicado no JAMA Internal Medicine mostrou que é baixa a taxa de mortalidade entre idosos que sentem-se três anos mais jovens, se comparar com os idosos que sentem ter a própria idade ou mais velho.

A autopercepção da idade reflete na saúde, nas limitações físicas e no bem-estar, de acordo com a pesquisa.

Entre 2004 e 2005, mais de 6 mil pessoas participaram de um questionário, onde disseram o quão velho se sentiam.

A média real de idade entre os participantes era de 65,8 anos. Já a de autopercepção foi de 56,8 anos.
Os pesquisadores os seguiram acompanhando, para verificar morte por câncer e doenças cardiovasculares entre os participantes até março de 2013. Foi encontrado que a taxa de mortalidade foi de 14,3% entre os adultos que sentiam-se mais jovens. Já os participantes com autopercepção da idade próxima a real foi de 18% e os que sentiam-se mais velhos do que o real teve taxa de mortalidade de 24,6%.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Especialistas orientam sobre as principais vacinas para adultos e idosos



Assim como as crianças, os adultos também devem se proteger contra doenças infecciosas. “A vacinação é a medida mais efetiva para prevenção de doenças. É fundamental termos a consciência de que o compromisso de nos vacinar deve ser para o resto da vida”, afirma Artur Timerman, infectologista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos. A imunização na fase adulta ajuda a reduzir o índice de transmissão de doenças no ambiente de trabalho e familiar, além de evitar gastos com medicamentos e internações e proporcionar mais disposição nas atividades diárias.
Segundo Edmara de Oliveira, responsável técnica da Unidade de Vacinação da instituição a campanha de vacinação contra a gripe já é responsável pela diminuição de cerca de 30 a 40% do absenteísmo nas empresas. Mas a profissional destaca que outras vacinas como as que protegem contra a difteria, tétano, coqueluche, hepatite A e B, varicela, sarampo, caxumba e rubéola são fundamentais para evitar essas doenças e suas complicações. As doenças infecciosas são as que mais levam os adultos ao afastamento do trabalho por períodos longos.
“Quando as vacinas deixam de ser feitas, a pessoa perde a imunidade. Nós vemos cada vez mais o surgimento de doenças infantis em adultos”, completa o infectologista. E as vacinas são ainda mais importantes para os grupos de indivíduos portadores de diabetes, doenças cardíacas e renais, além dos pacientes imunodeprimidos, como portadores de câncer e HIV. Nestes grupos, as complicações decorrentes dessas doenças infecciosas são ainda mais severas.

VEJA TABELA COMPLETA DE VACINAS PARA ADULTOS (CALENDÁRIO DE VACINAÇÃO DO ADULTO E DO IDOSO)

calendário vacinação
  1. Dia do Idoso – principais vacinas indicadas para a 3ª idade
  2. Principais problemas de visão que acometem os idosos
  3. Novas vacinas para crianças disponíveis em 2012
  4. Influenza A H1N1 – Adultos entre 30 e 39 anos também serão vacinados
  5. Influenza A H1N1 – Anvisa esclarece sobre validade das vacinas