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terça-feira, 8 de março de 2016

Baixe o aplicativo “Onde ser Atendido – Rio”

Está disponível para celulares – sistemas Android e IOS  – o aplicativo “Onde ser Atendido – Rio” informa ao usuário a sua unidade de saúde de referência no Rio de Janeiro.

O serviço já era oferecido online (http://www.rio.rj.gov.br/web/sms/onde-ser-atendido).

“Onde ser atendido” foi criado pela Secretaria Municipal de Saúde do Rio, essa ferramenta mostra aos usuários do SUS a unidade de saúde mais próxima, os endereços e dicas para chegar ao local.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Ganhei o concurso de melhor fotografia

Em agosto de 2014, por ocasião do Dia Internacional da Fotografia, fizemos um concurso de imagens que contam um pouco do trabalho do profissional da Atenção Básica, da sua forma de se entregar ao que faz e do seu cuidado com as pessoas. E a foto escolhida é a do Sebástian Freire! Segundo o enfermeiro, ela foi clicada durante uma visita domiciliar, quando fazia parte de uma equipe de Saúde da Família na Comunidade Santa Marta, no Rio de Janeiro. Nossos parabéns! 

Veja aqui a postagem original: http://on.fb.me/1zhS6U7 

Vai lá e acessa: www.atencaobasica.org.br 

Sem palavras, eu amo muito essa foto e fiquei muito contente em ter participado do concurso. Da Amazile é uma paciente muito doce e super carinhosa, ficava sempre na janela me esperando para receber a minha visita domiciliar. Visite e deixe o seu comentário!‬ 

domingo, 7 de setembro de 2014

‘Clínica da Família é o foco’, diz Daniel Soranz

Em entrevista, secretário da Saúde Pública revela que o aumento de vagas na formação de novos médicos e a construção de 68 clínicas da família são as principais ações para chegar em 2016 com o dever cumprido

ANGÉLICA FERNANDES
Rio - O futuro da saúde pública do município do Rio promete entrar nos moldes de alguns países europeus. Se depender da meta do novo secretário da pasta, Daniel Soranz, empossado há dois meses, a Cidade Maravilhosa chegará em 2016 com 70% de cobertura da atenção básica. Hoje, o índice é de apenas 44%. Para alcançar o objetivo, a Secretaria Municipal de Sáude atravessa o período chamado de “reforma no sistema primário”. Em entrevista ao DIA , Soranz revelou que o aumento de vagas na formação de novos médicos, a expansão do prontuário eletrônico e a construção de 68 clínicas da família são as principais ações para chegar em 2016 com o dever cumprido. 

ODIA: Diante de uma cidade com mais de 6 milhões de habitantes e um sistema público de saúde ainda carente, o que a Secretaria Municipal de Saúde tem feito para ampliar a oferta de atendimento em suas unidades?

DANIEL: Desde 2009, com a inauguração da primeira Clínica da Família, nosso foco tem sido a atenção primária. Antes, as pessoas procuravam os hospitais de emergência para qualquer problema de saúde. Este cenário está mudando. Com a ampliação da atenção básica na cidade, tiramos quase dois milhões de atendimentos dos hospitais e passamos a ofertar o serviço nas unidades de básicas, com os 119 Centros Municipais de Saúde (CMS) e as 72 clínicas.


'O médico poderá acessar todo o histórico do paciente em qualquer lugar', diz secretário
Foto:  José Pedro Monteiro / Agência O Dia
Então o grande desafio do município é a expansão da atenção básica?

Sem dúvida, o nosso desafio e nosso foco é a atenção básica. O Rio tinha um dos menores sistemas de saúde do país. De 1988 a 2008, o sistema público de saúde só diminuiu. De 2009 para cá, ele começou a dar uma virada. Hoje enfrentamos a reforma no sistema primário. A gente sai do pior percentual de cobertura da atenção primária, com 3,3%, para o atual 44%. Até 2016, temos a meta ousada de chegar a 70%. Muitas capitais demoram anos para conseguir isso, mas o Rio já mostrou que evoluiu em cinco anos. 

O que a Secretaria planeja para alcançar a meta?

Até 2016, temos que construir mais 68 unidades de Clínica da Família. Outra prioridade é focar na formação dos nossos profissionais de medicina. Hoje, a rede sofre com a falta de recursos humanos. Se quisermos cumprir as metas, temos que investir em formação. E vamos fazer isso ampliando a quantidade de vagas na residência. Oferecemos cem e queremos chegar a 300. 

Sobre a falta de pessoal, no último concurso de 2013, a secretaria tinha 686 vagas, mas só recebeu 437 profissionais. Qual é a especialização mais carente?

É justamente a de saúde da família. Até 2016, teremos que ter mais 710 médicos nesta especialidade para atender às clínicas. Recebemos alguns do programa federal Mais Médicos. Eles atuam nas clínicas e trocam experiências com nossos profissionais. Mas a expectativa é que o plano de ampliação de residência chame novos médicos. 

A secretaria se espelha em algum sistema de saúde internacional para conseguir alcançar a cobertura estimada para 2016?

Espanha, Inglaterra e Portugal têm um sistema de atenção primária forte. Lá, toda a população sabe qual é sua unidade de saúde e quem é seu médico. Para você chegar no serviço de maior complexidade, tem que passar pela atenção primária. Quando a ampliação deste sistema aconteceu em Portugal, o país alavancou a qualidade na saúde. Aqui no Rio, nós tínhamos algo bem precário deste modelo, na década de 80. Havia postos em algumas regiões, mas a população cresceu e o sistema não se expandiu. Estamos resgatando uma dívida histórica com a população da cidade, que é focar na atenção básica. Nos países desenvolvidos, a medicina da família é referência.

O prontuário eletrônico nas unidades de saúde ainda está com sua implantação limitada. Há planos de expandi-lo?

É uma das prioridades. Hoje ele está presente em todas as unidades básicas. E pensar que, em 2008, a rede possuía apenas 480 computadores. Nossa realidade agora é mais de 9 mil. Em dois anos, o prontuário eletrônico estará em todas unidades, inclusive nos hospitais. Com essa ampliação, o médico poderá acessar todo o histórico do paciente em qualquer lugar.

E o ponto biométrico para os funcionários, qual a previsão de chegar em toda a rede?

Também virá junto com o prontuário. O ponto biométrico já existe em clínicas, UPAs e alguns hospitais. A ideia é cruzar as informações que o ponto oferece, sobre a frequência dos funcionários, com o o prontuário eletrônico. Através dele, sabemos quantos pacientes o médico atendeu no dia. 

Qual é o orçamento da Saúde hoje e como ele é aplicado?

Nosso orçamento é de R$ 4 bilhões; e 68% vão para os hospitais. Hoje, 30% é da atenção básica. Em alguns países da Europa, o gasto com a saúde primária é de 60%. O desafio é equilibrar melhor este sistema para tratar dos problemas antes de eles se agravarem.

Fonte: O dia 

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

29 de agosto - Dia Nacional de Combate ao Fumo


O tabagismo é considerado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como a principal causa de morte evitável em todo o mundo. A OMS estima que um terço da população mundial adulta - cerca de 1 bilhão e 200 milhões de pessoas, entre as quais 200 milhões de mulheres, tenha o hábito de fumar. Estima-se que aproximadamente 47% dos homens e 12% das mulheres do mundo fumem. "Entre as inúmeras doenças que o tabagismo pode provocar estão câncer, enfisema pulmonar, derrame cerebral e problemas cardiovasculares", alerta o cardiologista do Hospital VITA Batel Mario Sergio Cerci. Segundo o médico, no Brasil, cerca de 200 mil mortes/ano são decorrentes do tabagismo.

A nicotina contida no cigarro é a droga psicoativa que mais causa dependência, elevando o ritmo cardíaco e a pressão arterial. "O hábito de fumar é responsável por mais mortes do que todas as outras drogas psicoativas juntas", destaca o cardiologista.

Tratamento - Hoje existe medicamento específico para tratar o tabagismo, como o de medicamentos (adesivos e chicletes) que contêm nicotina, e a ingestão da substância vareniclina, que é competidora da nicotina e adere ao receptor da mesma forma, impedindo a ação da mesma e diminuindo o grau de dependência do fumo com o seu uso. Os efeitos nocivos do fumo são causados pelas substâncias nocivas como o alcatrão e a nicotina. Esta última é absorvida pelo organismo, chegando rapidamente ao sistema nervoso central, agindo como estimulante.

Quer parar de fumar? Então, clique aqui http://migre.me/lou0I e veja uma lista com todas as unidade de saúde municipais que oferecem tratamento para você a parar de fumar.