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segunda-feira, 5 de junho de 2017

Vacina contra a gripe está disponível a partir de hoje para toda a população

A partir de hoje (5), a vacina contra a gripe está disponível para toda a população. Com 76,7% do público-alvo vacinado, o Ministério da Saúde orientou estados e municípios a ofertar a vacina para todas as faixas etárias, enquanto durarem os estoques. A medida só é válida neste ano e foi adotada porque ainda há um estoque disponível de 10 milhões de doses.

A campanha vai até sexta-feira (9). A meta é de vacinar 90% do público-alvo, mas, até o momento, nenhum grupo prioritário atingiu o índice, que inclui crianças de 6 meses a menores de 5 anos; pessoas com 60 anos ou mais; trabalhadores de saúde; povos indígenas; gestantes e puérperas (mulheres até 45 dias após o parto); população privada de liberdade; funcionários do sistema prisional; pessoas com doenças crônicas não transmissíveis ou outras condições clínicas especiais; e professores.

O ministério alerta sobre a importância do público-alvo ainda se imunizar para evitar a gripe e seus possíveis agravamentos e ressaltou que a ampliação do público nesta última semana da campanha ocorrerá porque ainda há doses disponíveis. 

O Amapá é o único estado que atingiu a meta até este momento, com 95,6% do público-alvo vacinado.

A vacina disponibilizada pelo Ministério da Saúde desde o dia 17 de abril protege contra os três subtipos do vírus da gripe determinados pela Organização Mundial da Saúde para este ano (A/H1N1; A/H3N2 e influenza B). Segundo a pasta, estudos demonstram que a vacinação pode reduzir entre 32% e 45% o número de hospitalizações por pneumonias e de 39% a 75% a mortalidade por complicações da influenza.

De acordo com o ministério, é fundamental que as pessoas se vacinem neste momento para estarem protegidas durante o inverno, quando os diversos vírus da influenza começam a circular com maior intensidade. O organismo leva, em média, de duas a três semanas para criar os anticorpos que geram proteção.

Fonte: Agência Brasil 

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Campanha de vacina: Professores de unidades de ensino em atividade

Aqueles que dedicam suas vidas a nos ensinar também não podem deixar de proteger da gripe! Professores dos ensinos básico, médio e superior, das redes pública ou privada, devem se vacinar, mediante apresentação da comprovação da atividade profissional (contracheque, declaração, carteira funcional). Esta é a última semana para quem precisa se vacinar contra a gripe comparecer aos postos de saúde.

Saiba mais sobre a campanha: http://bit.ly/2ogiltM

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Prefeitura alerta que campanha de vacinação contra a gripe termina no dia 26

A campanha de vacinação contra a Influenza termina no próximo dia 26 e, de acordo com a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), a procura da população alvo pela imunização ainda está abaixo da expectativa. Até o momento, 838.522 doses foram aplicadas e a cobertura dos grupos prioritários está em 44,1%, quando a meta da prefeitura é alcançar 90%. A vacinação tem como objetivo reduzir as internações, complicações e mortes em decorrência das infecções pelo vírus e é aplicada às vésperas do inverno, período de maior incidência da doença. É importante que as pessoas não deixem para se vacinar nos últimos dias da campanha, quando a tendência é de que as filas sejam maiores.

A imunização contra a gripe está disponível nas unidades de Atenção Primária (Clínicas da Família e Centros Municipais de Saúde), de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. A campanha é voltada a idosos com mais de 60 anos, crianças com idades entre seis meses e quatro anos, trabalhadores de saúde, gestantes e mulheres até 45 dias após o parto, pessoas mais vulneráveis aos quadros graves e complicações da gripe.

Além dos grupos prioritários, também estão sendo vacinados doentes crônicos, mediante apresentação de prescrição do médico que acompanha o paciente, além de professores dos ensinos Fundamental, Médio e Superior das redes pública ou privada, que deverão apresentar comprovação da atividade profissional (contracheque, declaração, carteira funcional), além de presos e funcionários do sistema prisional. 

Entre os grupos prioritários, a pior cobertura até o momento (de apenas 24,5%) é a das crianças. Por isso, a SMS pede aos pais que não deixem de levar seus filhos às unidades de saúde. A vacina é segura e protege contra as complicações da gripe. Estudos demonstram que ela pode reduzir de 32% a 45% o número de hospitalizações por pneumonias, de 39% a 75% a mortalidade global e, em aproximadamente 50%, as doenças relacionadas à Influenza. A adesão dos professores à campanha também é baixa: apenas 28 mil se vacinaram até agora, quando a estimativa é de imunizar 60 mil profissionais.

Para aqueles que tenham apresentado febre recente, recomenda-se adiar a vacinação até que o estado de saúde melhore. Portadores de doenças neurológicas e síndrome Guillain-Barré devem consultar um médico antes de tomar a vacina e seguir suas orientações. Já as pessoas com história de alergia grave e prévia a ovo, ou a algum outro componente da vacina, não devem se vacinar.

Para saber a unidade mais próxima de sua residência ou trabalho basta acessar o site da SMS. A consulta também pode ser feita através da Central de Atendimento da Prefeitura (telefone 1746). É importante levar a Caderneta de Vacinação ou algum comprovante da situação vacinal à unidade de saúde.

Fonte: SMS RJ

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Prefeitura inicia campanha de vacinação contra a gripe

A Secretaria Municipal de Saúde inicia nesta segunda-feira, 17 de abril, a Campanha de Vacinação contra a Influenza para idosos a partir de 60 anos, crianças de seis meses a 4 anos, trabalhadores de saúde, gestantes e mulheres até 45 dias após o parto. A vacina tem por objetivo reduzir as internações, complicações e mortes em decorrência das infecções pelo vírus da gripe. A campanha vai até o dia 26 de maio. No dia 13 de maio, um sábado, haverá mobilização, com postos extras montados em toda a cidade para facilitar o acesso da população alvo.

A vacina estará disponível durante a campanha nas unidades de Atenção Primária (clínicas da família e centros municipais de saúde), de segunda a sexta-feira, das 8 às 17 horas. Para as mulheres até 45 dias do parto, será solicitada comprovação da condição clínica. A meta é vacinar 90% dos grupos alvo recomendados da campanha, o que representa cerca de 1,4 milhão pessoas a serem imunizadas.

Além dos grupos prioritários, também serão vacinados presos e funcionários do sistema prisional; doentes crônicos, mediante apresentação de prescrição do médico que acompanha o paciente; além de professores dos ensinos básico, médio e superior, das redes pública ou privada, que deverão apresentar comprovação da atividade profissional (contracheque, declaração, carteira funcional). É Importante levar a Caderneta de Vacinação ou algum comprovante da situação vacinal à unidade de saúde.

As vacinas usadas na campanha foram produzidas para o Ministério da Saúde pelo Instituto Butantan. Seguindo a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS), para a temporada 2017 a vacina influenza trivalente é composta por cepas dos três tipos de vírus da gripe mais circulantes no Hemisfério Sul. O esquema é recomendado conforme a idade do paciente: duas doses para crianças de seis meses a 8 anos de idade que nunca tenham sido vacinadas contra a gripe; e dose única para pacientes a partir de 9 anos. É preciso atualização da dose anualmente, em virtude das mudanças de cepas dos vírus influenza.

Estudos demonstram que a vacinação contra a gripe pode reduzir de 32% a 45% o número de hospitalizações por pneumonias e de 39% a 75% da mortalidade global e em, aproximadamente, 50% as doenças relacionadas à influenza.

Para pessoas que tenham apresentado febre recente, recomenda-se adiar a vacinação até que o estado de saúde melhore. Portadores de doenças neurológicas e síndrome Guillain-Barré devem consultar um médico antes de tomar a vacina e seguir suas orientações. Já pessoas com história de alergia grave e prévia a ovo ou a algum outro componente da vacina não devem se vacinar.

A Secretaria Municipal de Saúde traçou uma estratégia operacional para oferecer paralelamente na rede duas vacinas de grande demanda: a da gripe e a da febre amarela. Durante o período da campanha da influenza, cerca de 130 unidades vão disponibilizar as duas vacinas, outras só a da gripe e algumas apenas a da febre amarela.

É importante lembrar que não há casos de febre amarela no município do Rio - nem em humanos e nem em macacos - e que a vacina é preventiva e faz parte da rotina de vacinação da cidade, ou seja, está disponível durante todo o ano. Já a vacina da influenza só será disponibilizada no período da campanha, que visa proteger os grupos mais vulneráveis às complicações da gripe durante o período de maior incidência desta doença, o inverno.

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Cidade do Rio já vacinou 1,1 milhão de pessoas contra a gripe

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) do Rio imunizou, até o último sábado, dia 7, 913.653 pessoas na Campanha de Vacinação contra a Influenza, entre idosos a partir de 60 anos, crianças de seis meses a 5 anos incompletos (até 4 anos, 11 meses e 29 dias), gestantes, mulheres até 45 dias após o parto e profissionais de saúde. O número representa 58,1% da população alvo da campanha e a meta é alcançar 80% – 1,2 milhão de pessoas. Além desses, também já foram imunizados contra a gripe 187.008 doentes crônicos, totalizando 1.100.661 pessoas vacinadas.

A vacinação começou no dia 25 de abril e continua até o dia 20 de maio, nas mais de 200 unidades de Atenção Primária (clínicas da família e centros municipais de saúde), de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. O principal objetivo da campanha é reduzir a mortalidade, as complicações e as internações decorrentes das infecções pelos vírus da Influenza contidos na vacina. Estudos demonstram que a vacinação pode reduzir de 32% a 45% o número de hospitalizações por pneumonias e de 39% a 75% da mortalidade global, e em aproximadamente 50% as doenças relacionadas à influenza.

Para as mulheres até 45 dias após o parto, na hora da vacinação será solicitada comprovação da condição clínica e, para os doentes crônicos, a prescrição do médico que o acompanha. Portadores de doenças neurológicas devem consultar seu médico antes de tomar o imunizante e pessoas com quadro febril precisam aguardar a melhora do estado de saúde. Para as crianças são necessárias duas doses num intervalo de um mês entre elas. A vacina é contraindicada para pacientes com história de alergia grave (anafilaxia) e prévia a algum de seus componentes.

Segundo recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS), para a temporada de 2016 do Hemisfério Sul a vacina influenza trivalente – usada na campanha – é composta por cepas do vírus Myxovirus influenzae, fragmentados, inativados e purificados de Influenza A (H1N1) pmd09; Influenza A (H3N2) e Influenza B (linhagem Victoria). São disponibilizadas vacinas produzidas pelo Instituto Butantan e pela Sanofi Pasteur (França).

Fonte: SMS

terça-feira, 26 de abril de 2016

Perguntas e respostas sobre influenza

1. O que é gripe ou Influenza Sazonal?

A Influenza, também conhecida como Gripe, é uma infecção do sistema respiratório cuja principal complicação são as pneumonias, responsáveis por um grande número de internações hospitalares no país.

2. Qual o microrganismo envolvido?

É o vírus Influenza. Existem 3 tipos de vírus influenza: A, B e C. O vírus influenza C causa, apenas, infecções respiratórias brandas, não possui impacto na saúde pública e não está relacionado com epidemias. Os vírus influenza A e B são responsáveis por epidemias sazonais, sendo o vírus influenza A responsável pelas grandes pandemias. Dentre os subtipos de vírus influenza A, os subtipos A(H1N1)pdm09 e A(H3N2) circulam atualmente em humanos. 

3. Quais os sintomas?

A Gripe, ou Influenza sazonal, inicia-se em geral com febre alta, seguida de dor muscular, dor de garganta, dor de cabeça, coriza e tosse seca. A febre é o sintoma mais importante e dura em torno de três dias. Os sintomas respiratórios, como tosse, tornam-se mais evidentes com a progressão da doença e mantêm-se em geral de três a cinco dias após o desaparecimento da febre. Alguns casos apresentam complicações graves, como pneumonia, necessitando de internação hospitalar. Devido aos sintomas em comum, pode ser confundida com outras viroses respiratórias causadoras de resfriado. 

4. Como se transmite?

A Influenza pode ser transmitida de forma direta por meio das secreções das vias respiratórias de uma pessoa contaminada ao espirrar, ao tossir ou ao falar, ou por meio indireto pelas mãos, que após contato com superfícies recentemente contaminadas por secreções respiratórias de um indivíduo infectado, podem carrear o vírus diretamente para a boca, nariz e olhos. Não há diferença de transmissão entre os tipos de influenza sazonal.

5. Por quanto tempo os vírus influenza podem permanecer em uma superfície? 

Sabemos que alguns vírus ou bactérias vivem por 2 a 8 horas em superfícies. Lavar as mãos com frequência ajuda a reduzir as chances de se contaminar a partir dessas superfícies.

6. Como tratar?

O tratamento dos sintomas da influenza sem complicações deve ser realizado com medicação sintomática, hidratação, antitérmico, alimentação leve e repouso. Nos casos com complicações graves, são necessárias medidas de suporte intensivo.

Atualmente, o medicamento antiviral fosfato de oseltamivir é indicado para o tratamento. Os medicamentos devem ser prescritos pelos profissionais médicos aos pacientes que apresentem condições e fatores de risco a complicações por influenza (gripe) e aos casos em que a doença já se agravou. Em caso de complicações, o tratamento será específico. É fundamental procurar atendimento nas unidades de saúde, para que haja identificação precoce de risco de agravamento da doença.

7. O que é resfriado?

O resfriado também é uma doença respiratória frequentemente confundida com a gripe, mas é causado por vírus diferentes. Os vírus mais comuns associados ao resfriado são os rinovírus, os vírus parainfluenza e o vírus sincicial respiratório (RSV), que geralmente acometem as crianças. Os sintomas do resfriado, apesar de parecidos com os da gripe, são mais brandos e duram menos tempo, entre dois e quatro dias.

Os sintomas incluem tosse, congestão nasal, coriza, dor no corpo e dor de garganta leve. A ocorrência de febre é menos comum e, quando presente, é em temperaturas baixas. As medidas preventivas utilizadas para evitar a gripe, como a etiqueta respiratória, também devem ser adotadas para prevenir os resfriados. Outra doença que também tem sintomas parecidos, e que pode ser confundida com a gripe, é a rinite alérgica. Os principais sintomas são espirros, coriza, congestão nasal e irritação na garganta. A rinite alérgica não é uma doença transmissível e sim crônica, provocada pelo contato com agentes alergênicos (substâncias que causam alergia), como poeira, pelos de animais, poluição, mofo e alguns alimentos.

8. Como se prevenir da Influenza?

Para redução do risco de adquirir ou transmitir doenças respiratórias, especialmente as de grande infectividade, como vírus Influenza, orienta-se que sejam adotadas medidas gerais de prevenção, chamadas de “etiqueta respiratória”, tais como:

- Frequente lavagem e higienização das mãos, principalmente antes de consumir algum alimento; 

- Utilizar lenço descartável para higiene nasal;

- Cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir;

- Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca;

- Higienizar as mãos após tossir ou espirrar;

- Não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, pratos, copos ou garrafas;

- Manter os ambientes bem ventilados;

- Evitar contato próximo a pessoas que apresentem sinais ou sintomas de gripe;

Indivíduos que apresentem sintomas de gripe devem:

 - Evitar sair de casa em período de transmissão da doença (até 7 dias após o início dos sintomas);

 - Restringir ambiente de trabalho para evitar disseminação;

 - Evitar aglomerações e ambientes fechados, procurando manter os ambientes ventilados;

 - Adotar hábitos saudáveis, como alimentação balanceada e ingestão de líquidos;

* O serviço de saúde deve ser procurado imediatamente caso apresente algum desses sintomas: dificuldade para respirar, lábios com coloração azulada ou roxeada, dor ou pressão abdominal ou no peito, tontura ou vertigem, vomito persistente, convulsão.

 Cuidados em Creches:

- A aglomeração de crianças em creches facilita a transmissão de influenza entre crianças susceptíveis. A melhor maneira de proteger as crianças contra influenza sazonal e potenciais complicações graves é a vacinação anual contra influenza, que é recomendada a partir de 6 meses até 5 anos.

- Além da adoção das medidas gerais de prevenção e etiqueta respiratória, os cuidadores e crianças lotadas em creches devem realizar a higienização dos brinquedos com água e sabão quando estiverem sujos. Deve-se utilizar lenço descartável para limpeza das secreções nasais e orais das crianças. Lenços ou fralda de pano, caso sejam utilizados, devem ser trocados diariamente. Deve-se lavar as mãos após contato com secreções nasais e orais das crianças, principalmente, quando ela estiver com suspeita de síndrome gripal.

- Cuidadores devem observar se há crianças com tosse, febre e dor de garganta e informar aos pais quando apresentarem os sintomas de síndrome gripal. Devem, também, notificar a secretaria municipal de saúde, caso observem um aumento do número de crianças doentes com síndrome gripal ou com absenteísmo pela mesma causa na creche;

 - O contato da criança doente com as outras deve ser evitado. Recomenda-se que a criança doente fique em casa, a fim de evitar transmissão da doença.

- Recomenda-se que a criança doente permaneça em casa por pelo menos 24 horas após o desaparecimento, sem utilização de medicamento, da febre.

Cuidados com gestantes; puérperas e recém-nascidos

Influenza causa mais doenças graves em gestantes que em mulheres não grávidas. Mudanças no sistema imunológico, circulatório e pulmonar durante a gravidez faz com que as gestantes sejam mais propensas a complicações graves por influenza, assim como hospitalização, e óbito. As gestantes com influenza também tem maiores chances de complicações da gravidez, incluindo trabalho de parto e parto prematuros.

A vacinação contra influenza durante a gravidez protege a gestante, o feto e até o bebê recém-nascido até os 6 meses.

- As gestantes devem buscar o serviço de saúde, caso apresente sintomas de Síndrome Gripal;

 - Durante internação e trabalho de parto, se a mulher estiver com diagnóstico de Influenza, deve-se priorizar o isolamento;

- Se a mãe estiver doente, deve realizar medidas preventivas e de etiqueta respiratória, como a constante lavagem das mãos, principalmente para evitar transmissão para o recém-nascido;

 - A parturiente deve evitar tossir ou espirrar próximo ao bebê. O bebê pode ficar em isolamento com a mãe (evitando-se berçários).

9. Qual a vacina ofertada no SUS?

A vacina influenza ofertada no SUS é recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e produzida no Brasil pelo Instituto Butatan em parceria com o laboratório privado Sanofi Pasteur. A vacina da campanha de 2016 é trivalente e protege contra os tipos de vírus A (H1N1), A(H3N2) e Influenza B, que são os de maior importância epidemiológica, de acordo com a própria OMS.

A vacina é ofertada, anualmente, durante a Campanha Nacional de Vacinação contra Influenza com o objetivo de reduzir as complicações e as internações decorrentes das infecções causadas pelos vírus, nos grupos prioritários para vacinação. 

10. Qual o público alvo da Campanha Nacional de Vacinação contra Influenza?

O público alvo da vacinação contra influenza no SUS são crianças menores de cinco anos, gestantes, puérperas, idosos, indígenas e pessoas com comorbidades, as quais têm mais risco de ter complicações graves em decorrência da influenza. Além disso, também fazem parte do público alvo profissionais da saúde, pessoas privadas de liberdade e profissionais do sistema prisional.   

11. Por que a campanha de vacinação é realizada anualmente e, geralmente, nos meses de abril e maio?

A influenza ocorre durante todo o ano, mas é mais frequente no outono e no inverno, quando as temperaturas caem, principalmente no Sul e Sudeste do Brasil. A vacina é capaz de promover imunidade durante o período de maior circulação dos vírus influenza reduzindo o agravamento da doença. No geral, a detecção de anticorpos protetores se dá entre 2 a 3 semanas após a vacinação e, em média, confere proteção de 6 a 12 meses, sendo que o pico máximo de anticorpos ocorre após 4 a 6 semanas da vacinação. Por esse motivo, a vacinação é anual e busca proteger a população alvo da campanha contra as cepas que mais circularam no hemisfério norte, no ano anterior.

Fonte: Blog da Saúde

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Febre: dengue, zika, chikungunya ou gripe A (H1N1)?


Você está calmamente executando suas tarefas cotidianas. Vivendo a sua vida, simplesmente! De repente, do nada, vem uma sensação de desconforto físico e mal estar. Começa a sentir calafrios, dores pelo corpo, um espirro, um pouco de congestão nas vias respiratórias, sensação de cansaço e vontade de deitar. Sente seu corpo esquentar. Pega o termômetro e constata: febre. Toma um antitérmico, melhora um pouco e dali umas poucas horas...tudo de novo. A febre volta e está alta. O mal estar piora.

Na hora vem a dúvida: o quê será que é? Em tempos de epidemias de vírus, a questão é imediata: será gripe ou umas destas viroses como dengue, zika ou chikungunya? Como saber diferenciar e o que fazer para esclarecer? Quais providências tomar? Quais exames estão indicados? Vamos entender.

Neste outono, mais um vírus passa a circular pelos ares contaminando e matando pessoas: o vírus da gripe A (H1N1), também conhecida como gripe suína. Os números de casos e de óbitos este ano, nesta época, já superou em muito os do ano passado. Tanto que o governo cogita em antecipar a campanha de vacinação.

A diferença maior  entre este vírus e os da dengue, zika e chikungunya, no que se refere à transmissão, é que o da gripe circula sozinho pelos ares, passando diretamente da pessoa portadora para a pessoa susceptível pelo próprio ar ou por secreções contaminadas. Os outros  vírus  em geral “voam”  instalados no organismo mosquito vetor e transmissor, o Aedes aegypti.

Os sintomas gerais de todas estas viroses são muito semelhantes, principalmente no início: febre, que pode ser alta, dor de cabeça, dores pelo corpo, muito cansaço, sonolência, inapetência, dor nos olhos, sensação de congestão, náuseas, vômitos  e dores nas articulações. 

No entanto, estas viroses tem, além destes sintomas comuns,  particularidades clínicas específicas, muitas vezes difíceis para diferenciar,  que assim se caracterizam: 

- Gripe A H1N1: os sintomas de congestão são mais expressivos como congestão e coriza nasal, que pode ser clara ou purulenta,  espirros, tosse seca ou com catarro e muita  dor de garganta. Pode ocorrer também dor de ouvido. A dor de cabeça é muito comum, especialmente quando a movimentamos.

- Dengue: na dengue os sintomas congestivos são menos expressivos. Quase não há coriza nem tosse. Mas há muita dor de cabeça e uma dor característica atrás dos olhos. Predominam a intensa sensação de cansaço  e as dores pelo corpo todo. Podem surgir manchas vermelhas leves pelo corpo.  

- Dengue hemorrágica: o quadro é bem mais intenso. Predominam a sensação de desconforto e os sinais de sangramento. O nariz, a boca e as gengivas  podem sangrar. Podem surgir manchas roxas pelo corpo. Pode ocorrer uma dor abdominal muito forte, contínua, que não melhora com nada. A pele fica fria e pálida.

- Zika: de todas é a que tem sintomas mais leves na fase aguda. Tanto assim que pode passar despercebida, apenas como um quadro de desconforto sutil. Há poucos sintomas de congestão nasal, tosse ou dor de garganta.  As machinhas vermelhas espalhadas  pelo corpo são bastante características. Estas manchinhas podem coçar, assemelhando-se a uma alergia. Os olhos também podem ficar vermelhos e coçar um pouco.

- Chikungunya: os sintomas congestivos, como a dengue e a zika, são menos predominantes.  As dores articulares é que são mais características. Acometem principalmente as articulações dos pés, tornozelos e pulsos. Além da dor, as articulações podem ficar inchadas e vermelhas. Estes sintomas articulares podem durar semanas ou meses.

Os exames diagnósticos gerais podem ser pedidos pelo médico na suspeita de uma destas viroses. Um hemograma é sempre recomendável, pois indica se há ou não anemia. Mostra também o número de leucócitos – nossos glóbulos brancos-  indicando-nos a situação de nossa defesa. Importantíssimo observar a contagem das  plaquetas, que são responsáveis pela coagulação do sangue; o que é de extrema importância na suspeita de dengue hemorrágica.

Os exames específicos podem também ser pedidos, dependendo da situação clínica de cada paciente. Por isso, na presença destes sintomas, recomenda-se uma avaliação médica bem completa. 

A gripe é a única destas viroses para a qual, além do tratamento geral, há terapêutica antiviral específica, indicada em alguns casos.  Para as outras viroses o tratamento é de suporte e controle dos sintomas- o que também é essencial para salvar vidas, especialmente quando indicado a tempo.

Saber qual vírus nos acomete é muito importante! Fiquem atentos!

Fonte: Bem Estar 

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Vacina da gripe 2016: esclareça suas dúvidas

A corrida para conseguir uma vacina contra a gripe nunca foi tão acirrada. Pais e avós com seus pequenos estão madrugando na porta das clínicas para adquirir uma  senha e ter o direito de aguardar horas nas filas que parecem não ter fim nem sossego. 

Engana-se quem pensou que este cenário refere-se ao SUS. Isto aconteceu nesta última semana  nas clínicas privadas, onde todas estas pessoas estão pagando por uma vacina. 

Sim, este ano a gripe – especialmente a causada pelo vírus Influenza A (H1N1) –  chegou mais cedo espalhando medo e insegurança, já que ninguém está livre de adquirir formas mais graves ou potencialmente fatais desta doença. 

Isto fez com que o governo antecipasse a distribuição pública das vacinas para o dia 04 de abril. Muitas dúvidas pairam no ar sobre as vacinas. Vamos esclarecer.

- Quais vacinas existem contra a gripe 2016?

Há duas vacinas disponíveis: a trivalente e a tetravalente (ou quadrivalente). São os seguintes os vírus nelas contidos:

Trivalente: A (H1N1); A (H3N2); Influenza B (subtipo Brisbane)

Tetra ou Quadrivalente: A (H1N1); A (H3N2); 2 vírus Influenza B (subtipos Brisbane e Phuket)

Vejam que o A (H1N1) está contido nas duas.

Estão indicadas para todas as pessoas, exceto para bebês com menos de 6 meses de idade. Mas atenção: dependendo do fabricante da vacina, um dos tipos da tetra só pode ser dado para crianças maiores de 3 anos de idade. A Trivalente pode ser dada para todos acima de 6 meses. Crianças de 6 meses a 1 ano tem que tomar duas doses com intervalo de 1 mês.

- A vacina da rede pública é a mesma da rede particular?

Quem determina a composição necessária dos vírus contidos na vacina é a OMS (Organização Mundial de Saúde) que se baseia na maior circulação observada de vírus no hemisfério norte no ano anterior. Em novembro de 2015, a Anvisa endossou a orientação da OMS e a vacina trivalente 2016, que contem os vírus determinados pela OMS,  está sendo produzida pelo Instituto Butantan de São Paulo. Importante reiterar que todas estas vacinas – da rede pública ou privada, trivalente ou tetravalente – protegem eficazmente contra os vírus da  gripe de 2016.

- Quem tomou a trivalente pode tomar a tetravalente?

Pode, se quiser. Recebe proteção a mais contra um subtipo do vírus Influenza B. Mas deve guardar um intervalo de 1 mês entre as duas doses.

- Quem tomou a vacina em 2015 precisa tomar em 2016?

Sim, pois a vacina tem validade de 1 ano. Além disso,  os vírus foram modificados de acordo com a maior incidência dos mesmos.

- E quem tomou a vacina de 2015 este ano, deve tomar também a de 2016?

As duas vacinas (2015 e 2016) conferem proteção contra os vírus A (H1N1) e A (H3N2). Para estes vírus as duas protegem. Porém, a diferença está no influenza B. Portanto, é aconselhável, SIM, tomar a vacina de 2016. Lembrando que deve haver um intervalo de 1 mês entre as duas vacinas.

- Quem pode receber gratuitamente a vacina na rede pública?

Dia 04/04: começa a vacinação gratuita dos profissionais de saúde.

Dia 11/04: podem ser vacinadas as crianças de 6 meses a 5 anos de idade, idosos, gestantes e portadores de doenças crônicas.

Dia 30/04: além dos grupos anteriores, podem receber a vacina puérperas de até 45 dias, detentos, funcionários da rede prisional e indígenas.

- Quanto tempo leva para a vacina fazer efeito?

Uma média de 2 a 3 semanas. 

- Quem está com febre pode tomar a vacina? E quem está tomando antibiótico?

Recomenda-se que as pessoas com febre aguardem a resolução do processo para receber a vacina. Quem está tomando antibiótico deve conversar com seu médico e seguir as orientações específicas para cada um.

- Quais as contraindicações para a vacina?

As pessoas com alergia comprovada e importante ao ovo não devem receber a vacina. Quem está com imunodepressão, natural ou medicamentosa, deve receber orientações específicas do próprio médico.

- Vacina da gripe dá gripe?

NÃO. A vacina é composta por fragmentos dos vírus ou por vírus mortos e por isso não dá gripe. Ocorre que como a vacina é aplicada numa época em que há muitos vírus circulando, as pessoas ficam mesmo mais gripadas. Mas certamente por outros vírus que não os contidos na vacina.

- Quais os principais efeitos colaterais da vacina?

Esta vacina em geral não dá sintomas de desconforto depois. As reações são bastante individuais. Algumas pessoas podem apresentar febre, mal estar e um pouco de dor no local da aplicação. 

- Quais outros cuidados que podemos tomar para evitar a gripe?

Nunca é demais lembrar:

1. Lave as mãos com frequência. Superfícies como maçanetas de porta, por exemplo, podem estar contaminadas e as mãos levam os vírus para as mucosas da boca ou dos olhos da pessoa susceptível. Gripe passa, sim, pelas mãos.

2. Ventile os ambientes. Se estiver em transporte público, ônibus, trem ou metrô, abra as janelas. Vale mais sentir frio do que pegar gripe. Lave as mãos assim que chegar em casa. 

3. Evite coçar os olhos ou colocar as mãos na boca. Lave as mãos com frequência.

4. Quando tossir, tape a boca com o antebraço e não com as mãos. Lave as mãos com frequência.

5. Tome mais água que o habitual, coma saudável, durma bem e pratique esportes! Mais importante: lave sempre as mãos!

Fonte: Bem Estar 

quarta-feira, 6 de junho de 2012

CAP 2.1 presente no Quiosque da Globo Rio realizando vacinação contra gripe neste sábado


Neste sábado (26), agentes de saúde estarão no local até as 13h.
Quiosque fica na Praia de Copacabana.

O quiosque da Globo Rio, na Praia de Copacabana, Zona Sul do Rio de Janeiro, recebe neste sábado (26) a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe. Agentes de saúde estarão no local para imunizar as pessoas até as 13h.



A campanha contra gripe é voltada para idosos com mais de 60 anos, crianças de seis
meses até dois anos, gestantes, indígenas e trabalhadores da área da saúde. A contra indicação é para pessoas alérgicas à proteína do ovo ou a aplicações anteriores da vacina.

A dose que será aplicada no quiosque protege contra os três principais vírus influenza que circulam no hemisfério Sul, entre eles o A (H1N1).

De acordo com a Secretaria estadual de Saúde, a ação visa ajudar o Rio a atingir a meta do Ministério da Saúde, que é imunizar 80% da população-alvo. A campanha vai até dia 1º de junho em todo o Brasil.

Fotos Vacinação Anti-Influenza - Quiosque Globo Rio

Fonte: G1

quinta-feira, 24 de maio de 2012

CAP 2.1 inicia vacinação dos seus funcionários contra a Influenza



Prefeitura intensifica ações de vacinação contra a gripe

Idosos, gestantes e crianças de seis a 23 meses devem se vacinar

A Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil (SMSDC) inicia nesta quarta-feira, dia 23, até sábado, dia 26, uma série de atividades para intensificar a Campanha de Vacinação contra a Gripe. O objetivo é aumentar a adesão à campanha, levando profissionais para aplicar a vacina em locais de grande circulação, como o Mercadão de Madureira, Largo da Carioca, Cinelândia, Complexo do Alemão e Calçadão de Bangu, entre outros.

Poderão ser vacinadas pessoas com 60 anos ou mais, gestantes, crianças de seis a 23 meses e população indígena. Quem foi vacinado nos anos anteriores deve levar o comprovante de vacinação a um posto. Caso não tenham a caderneta de vacinação, basta apresentar um documento de identidade.

A ação em Madureira contará com a participação da Velha Guarda da Portela e do rapper MV Bill. A atividade, assim como no Alemão, tem a parceria da Cufa e da Secretaria de Estado de Saúde.

A campanha acontece nos postos de saúde vai até o dia 26, em 215 unidades. A meta da Prefeitura é vacinar, em toda a campanha, que começou no dia 5, pelo menos, 80% de cada um dos grupos prioritários, o que significa, no total, cerca de 960 mil indivíduos.

A vacina protege contra os três principais vírus influenza que circulam no Hemisfério Sul, entre eles o A (H1N1), como recomenda a Organização Mundial da Saúde (OMS). A vacina é segura, mas pessoas com história de alergia grave relacionada a ovo e seus derivados, ou com reação a doses anteriores da mesma vacina, devem consultar um médico antes de serem imunizadas. Pessoas com quadro de doenças agudas, que apresentem febre ou com doenças neurológicas também devem buscar avaliação médica. Quem pretende doar sangue deve aguardar 48 horas após a vacinação. Mais fotos aqui

Veja o cronograma:

De 23 a 26 de maio (quarta-feira a sábado)
- Calçadão de Campo Grande – 9h às 16h

Dia 24 de maio (quinta-feira)
- Mercadão de Madureira – a partir das 9h
- Largo da Carioca – a partir das 9h
- Norte Shopping – 8h às 16h

Dia 25 de maio (sexta-feira)
- Teleférico do Alemão (estação Itararé) – a partir das 9h
- Cinelândia e Largo da Carioca – a partir das 9h
- Praça das Barcas (Paquetá) – a partir das 9h

Dia 26 de maio (sábado)
- Teleférico do Alemão (estações de Bonsucesso, do Adeus, da Bahiana e do Itararé) – a partir das 9h
- Complexo do Alemão (Associação de Moradores da Palmeira) – a partir das 9h
- Norte Shopping (supermercado Carrefour) – 9h às 13h
- Calçadão de Bangu – 9h às 12h

Clique aqui e confira a relação de postos de vacinação que funcionarão até 25 de maio.

Fonte: SMSDC