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sexta-feira, 24 de junho de 2016

Política Nacional de Atenção Básica

RESUMO: Apresenta a Política Nacional de Atenção Básica como prioridade da Rede de Atenção à Saúde, orientada pelos principios da universalidade, acessibilidade, vínculo, continuidade do cuidado, integralidade da atenção, responsabilização, humanização, equidade e participação social.








TIPO DE DOCUMENTO: Livro
AUTOR: Ministério da Saúde
ANO: 2012
EDITORA: Ministério da Saúde
PALAVRAS-CHAVE: Atenção Básica. Atenção Primária à Saúde.
CATEGORIA E SUB CATEGORIA: Atenção Básica. Atenção Primária à Saúde. Vigilância em Saúde.

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Caderno de atenção básica 37 – Estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica: hipertensão arterial sistêmica


RESUMO:Caderno de Atenção Básica com o objetivo de auxiliar os profissionais de saúde da AB no processo de educação permanente, apoiando a construção de protocolos locais que organizem a atenção à pessoa com doença crônica. Aborda a Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS), condição clínica multifatorial, caracterizada por níveis elevados e sustentados de pressão arterial. Trata da importância dos profissionais de AB nas estratégias de prevenção, diagnóstico, monitorização e controle da HAS.


TÍTULO:Estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica: hipertensão arterial sistêmica
TIPO DE DOCUMENTO:Livro
AUTOR:Ministério da Saúde
ANO:2013
EDITORA:Ministério da Saúde
PALAVRAS-CHAVE:Promoção da Saúde. Pressão Arterial. Hábitos Saudáveis.
CATEGORIA E SUB CATEGORIA:Atenção Básica. Atenção Primária à Saúde. Hipertensão Arterial.

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Caderno de atenção básica 36 – Estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica: diabetes mellitus


RESUMO:Caderno de Atenção Básica com o objetivo de auxiliar os profissionais de saúde da AB que atuam no acompanhamento do diabetes mellitus. Aborda o controle da glicemia e o desenvolvimento do autocuidado, o que contribui na melhoria da qualidade de vida, reduzindo assim a morbimortalidade causada pela patologia.






TÍTULO:Estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica: diabetes mellitus
TIPO DE DOCUMENTO:Livro
AUTOR:Ministério da Saúde
ANO:2013
EDITORA:Ministério da Saúde
PALAVRAS-CHAVE:Promoção da Saúde. Hiperglicemia. Intolerância à Glucose.
CATEGORIA E SUB CATEGORIA:Atenção Básica. Atenção Primária à Saúde. Diabetes Mellitus.

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quarta-feira, 22 de julho de 2015

ATENÇÃO ENFERMAGEM! A SBMFC APOIA O MANIFESTO EM PROL DA VALORIZAÇÃO E RECONHECIMENTO DA ENFERMAGEM NA APS.





Manifesto busca valorizar enfermagem na APS 20/07/2015
A SBMFC apoia o Manifesto em prol da valorização e reconhecimento da enfermagem na Atenção Primária à Saúde, buscando o fortalecimento da enfermagem na APS, por acreditar ser fundamental para a qualificação da APS Brasileira. “Neste sentido, apoiamos como uma medida estruturante a organização de uma entidade ou associação de enfermagem na APS, que possa estar pensando e trabalhando em conjunto conosco o desenvolvimento da APS brasileira através de ações integradas com ênfase na formação e desenvolvimento continuado dos profissionais que atuam na estratégia saúde da família”, afirmou Thiago Trindade, presidente da SBMFC.

Confira a íntegra do texto do manifesto:
Manifesto em prol da valorização e reconhecimento da enfermagem na Atenção Primária à Saúde
Em maio de 2008, um grupo de enfermeiros participantes do 10º Congresso Brasileiro de Medicina de Família e Comunidade em Fortaleza (CE), enquanto Profissionais de Enfermagem com atuação na Atenção Primária à Saúde (APS), reuniram-se no supracitado evento e constataram não estarem, enquanto indivíduos isolados, nos anseios e demandas pela valorização da enfermagem e pelo reconhecimento do profissional de enfermagem na práxis da atenção primária.


Na continuidade da troca de ideais e experiências decorridas durante encontros realizados durante a programação dos eventos 10º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva em Porto Alegre- RS e do 11º Congresso Brasileiro de Medicina de Família e Comunidade em Belém- PA, em que a partir do aprofundamento de interações de experiências e ideias trazidos por profissionais de enfermagem atuando na atenção primária das diferentes regiões do Brasil, entendeu-se (coletivamente) a visceral demanda e desafio que estivesse diante de nós.

Nesta linha, outras iniciativas deram-se nos diversos estados brasileiros, como o 1º Congresso Fluminense de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde (COFENAPS), realizado em julho de 2011 na cidade do Rio de Janeiro, reunindo cerca de três mil congressistas, reforçando a necessidade de discutir a Enfermagem no âmbito da APS e a sua contribuição na efetivação das políticas de saúde.
Neste sentido, verificou-se a necessidade de consolidação de um Movimento em Prol da Enfermagem e, cujos desafios encontram breve síntese nos nortes que seguem abaixo:
1. Reconhecimento da Enfermagem na Atenção Primária à Saúde como elemento de transformação social;
2. Consolidação e visibilidade do papel da Enfermagem na Atenção Primária à Saúde como agente de transformação social;
3. Qualificação cientifica e técnica das práticas de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde;
4. Ressignificação da “consulta da enfermagem” na Atenção Primária à Saúde, enquanto técnica e prática legal do enfermeiro;
5. Dignidade para os profissionais de enfermagem, que importe em dignidade humana, social e laboral.
Importante, para este movimento sublinhar que somos todos promotores da Enfermagem e estejamos na linha de frente junto à Atenção Primária à Saúde por todo o Brasil e, que entendamos que qualquer mudança, reconhecimento da Enfermagem necessariamente tem o nosso protagonismo e deva estar condicionada à contemplação das aspirações, práticas e ideias (organizadas ou não) dos Profissionais de Enfermagem.
Assim, seguimos abaixo assinados, e pedimos que se você profissional compartilha os sentimentos e ideias deste Movimento, m também seu apoio e adesão, assinando o presente Manifesto, e comparecendo ao Encontro de Enfermagem na Atenção Primária que ocorrerá na data 16 de setembro de 2015, no Teatro do Centro de Convenções Poeta Ronaldo Cunha Lima, em João Pessoa na Paraíba, aproveitando a programação do 18º Congresso Brasileiro dos Conselhos de Enfermagem (CBCENF).

Para manifestar apoio é preciso preencher o formulário que funcionará como abaixo assinado: http://goo.gl/forms/FZLvHwE5WN

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

BLOCO: "o amor ė quem cura"

Nome: BLOCO: "o amor ė quem cura"

Carnaval: QUEM SE AMA PODE CURAR. CANJA DE GALINHA NÃO FAZ MAL A NINGUÉM.

Onde: comunidade do santa Marta

Quando: 04/03/2011 15:00

Objetivo: espalhar e cantar sobre o amor, começando pelo amor próprio, o amor pelo seu semelhante, o divino amor pela família, pela sua comunidade, pela sua cidade... Queremos resgatar o carnaval do passado, das nossas avos, queremos passar que a cura, no seu sentido mais amplo não vem dos exames, das injeções, e sim do amor. Quem se ama ė curado e pode curar. Somos o primeiro bloco de uma unidade de saúde do rio de Janeiro, sabemos que não temos condições de fazer um grande carnaval, mas queremos espalhar essa idéia, no ano que vem seremos maiores, e no próximo maiores ainda, ate podermos ganhar as ruas do bairro e espalhar nossas mensagens.

Relação de Serviços prestados na Atenção Primária à Saúde



SMSDC - Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil

Carteira de Serviços

Relação de Serviços prestados na Atenção Primária à Saúde
Sobre a Carteira de Serviços


A Carteira de Serviços da Atenção Primária à Saúde (APS) é um documento que visa nortear as ações de saúde na atenção primária oferecidas à população no Município do Rio de Janeiro.


Quem deve ler?
Todos os profissionais, gestores e população devem se apropriar dos serviços de saúde oferecidos na APS.


Quem escreveu este guia?
Este é um esforço coletivo de gestores do nível central e das coordenações de áreas programáticas da SMSDC/RJ.


O que é APS?
A APS é entendida pela SMSDC/RJ como a porta de entrada do sistema de saúde do município. Está inserida em uma rede de atenção à saúde e tem por finalidade oferecer o primeiro contato às pessoas quando procuram o serviço de saúde. Existem vários modelos de APS. No Município do Rio de Janeiro o modelo escolhido foi a Estratégia Saúde da Família (ESF).

Para que a APS seja resolutiva, alguns princípios devem ser seguidos. A APS trabalha com território adscrito, ou seja, a população residente na área de cobertura da ESF deve prioritariamente ser atendida pela mesma equipe de saúde da família. Para as unidades de APS sem ESF a definição de um conjunto de CEPs estabelecerá a base territorial de abrangência dos serviços prestados. Com isso alguns outros princípios devem ser assegurados os princípios de longitudinalidade (ou o acompanhamento das pessoas ao longo de muito tempo), acessibilidade (oferecer acesso ao serviço de saúde quando as pessoas sentirem necessidade); coordenação do cuidado (todas as pessoas do território são acompanhadas pela ESF ou terão como referência a unidade de APS da sua área de abrangência. Quando há necessidade de atenção especializada as pessoas são referenciadas).

Os profissionais da APS devem estar preparados para resolverem os problemas de saúde mais comuns na população. Muitas unidades de saúde hoje não estão preparadas para oferecer todos os serviços descritos nessa carteira de serviços, mas é fundamental que sejam oferecidas condições para que essas ações na APS sejam disponibilizadas à população.

O Município do Rio de Janeiro está expandindo a cobertura da ESF em grande velocidade mas a consolidação dessa estratégia para uma rede integrada de excelência depende de todos nós.



Clique abaixo para ver os Guias de Referência rápida:

Versão população
Versão profissionais
Versão panfleto

Fonte: http://www.rio.rj.gov.br/web/smsdc/exibeconteudo?article-id=1233196