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terça-feira, 17 de outubro de 2017

Enfermagem não vai baixar a cabeça, vamos à luta!

Causa-me espanto a decisão proferida pelo juízo da vigésima vara da Justiça Federal de Brasília que limitou a atuação dos enfermeiros na atenção básica proibindo-os de requisitarem exames laboratoriais e complementares, a partir de ação proposta pelo Conselho Federal de Medicina (CFM).

A consulta de enfermagem, o diagnóstico de enfermagem e a prescrição de medicamentos em protocolos são prerrogativas dos enfermeiros estabelecidas na lei 7498/1986, regulamentada pelo decreto 94406/1987. A requisição de exames por enfermeiros está regulamentado pela Resolução Cofen 195/1997, portanto são práticas consolidadas dentro do SUS a mais de 20 anos.

Os enfermeiros não querem invadir a seara de outras profissões da saúde, porém nao aceitamos que seja cerceado o pleno exercício da nossa profissão. Defendemos o nosso direito de trabalhar dentro das nossas prerrogativas legais e de forma colaborativa com a equipe de saúde. Aliás, uma tendência presente nos países mais desenvolvidos do mundo. Continuar contribuindo para melhorar a cobertura e o acesso às ações e serviços de saúde à população com qualidade é o nosso objetivo.

Esta judicialização das profissões contribui ainda mais para o desmonte do SUS, em nome do corporativismo e da criação de reserva de mercado para corporações profissionais em detrimento do direito à saúde da população.

A enfermagem está se mobilizando em todo país em defesa do SUS, das prerrogativas profissionais e do nosso direito de atender a população. O Cofen está tomando todas as medidas judiciais para reverter as decisões que limitam o trabalho dos enfermeiros e para buscar a reparação por danos morais contra aqueles que têm usado as redes sociais na tentativa de injuriar e humilhar as enfermeiras e enfermeiros.

Somos 500 mil enfermeiros e 2 milhões de profissionais de enfermagem. Não vamos baixar a cabeça, vamos à luta!



MANOEL NERI

Presidente do Cofen

Fonte: Cofen

sábado, 2 de setembro de 2017

COFEN pede esclarecimentos sobre a nova PNAB ao Ministério da Saúde

Basou a Nova PNAB ser aprovada anteontem (31/08) e a notícia ser divulgada em grande escala por sites, blogs e redes sociais que o alvoroço começou.

Intrigados com o texto da Nova Política Nacional de Atenção Básica (PNAB) que diz que os Agentes Comunitários de Saúde agora poderão aferir a pressão arterial, glicemia e realizar curativos nos pacientes durante as visitas domiciliares, o Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), enviou o OFÍCIO Nº 1449/2017 / GAB/ PRES solicitando mais esclarecimentos sobre o assunto.

Em matéria publicada no dia 01/09 em sua página oficial na internet o COFEN ainda diz que com base na análise e retorno do Ministério da Saúde, eles adotarão as medidas cabíveis, caso haja confronto com o previsto na Lei do Exercício Profissional, que regulamenta as atividades de todos os profissionais da área de Enfermagem, zelando pela qualidade dos serviços prestados.



Traduzindo:

Se os Agentes Comunitários de Saúde vão aferir a pressão arterial, glicemia e realizar curativos nos pacientes o que farão os Técnicos de Enfermagem?

Vejam parte do ofício divulgado pelo COFEN:



Será que os ACS vão fazer o trabalho dos técnicos de Enfermagem?

E você, o que acha disso? 

Deixe a sua opinião no formulário de comentários abaixo:


Fonte: Portal 10

sábado, 27 de maio de 2017

Aula de Saúde Pública



Car@s Alun@s,

Já está disponível nos links abaixo as aulas de Saúde Pública, filmes, estudo dirigido e material de apoio.

Bom estudo para tod@s!


1- Políticas Públicas de Saúde no Brasil: SUS e pactos pela Saúde
https://drive.google.com/file/d/0BxCUypuslvaAMm5wX1Z0TUxsNXM/view?ts=58ef99c0

2- Reorganização dos Sistemas de Saúde: Promoção da Saúde e Atenção Primária à Saúde
https://drive.google.com/file/d/0BxCUypuslvaAWF9Fb2NiOXdkdVk/view?ts=58ef99c0

3- Estratégia Saúde da Família e Núcleo de Apoio à Saúde da Família: Diretrizes e fundamentos
https://drive.google.com/file/d/0BxCUypuslvaAWmlMcTR0cTVfRUk/view?ts=58ef99c0

4- Competências profissionais na Estratégia Saúde da Família e o trabalho em equipe
https://drive.google.com/file/d/0BxCUypuslvaASmMyMlZxSkNnSms/view?ts=58ef99c0

5- Doenças Infecciosas e parasitárias
https://drive.google.com/file/d/0BxCUypuslvaAeGtoa2RlNE5HYjBkRGZLcHd6aWh5NmFZc3dv/view?ts=58ef99c0

6- Atualização do Calendário de Vacinação 2017
https://drive.google.com/file/d/0BxCUypuslvaAcVdXRnNRVUY3TTBWRFNQUm5ObThfcC1zRnFn/view?ts=58ef99c0

7- Filme: Políticas de Saúde no Brasil : um século de luta pelo direito à saúde
http://www5.ensp.fiocruz.br/biblioteca/home/exibedetalhesBiblioteca.cfm?ID=11133&tipo=B

8- Filme: SICKO - SOS Saude - Michael Moore completo legendado
https://www.youtube.com/watch?v=VoBleMNAwUg&feature=youtu.be

Estudo dirigido
1- https://drive.google.com/file/d/0BxCUypuslvaALVhzYnBuV04xQXp4aHFxYk9zX1FGazdfbG1z/view?ts=58ef9ce0
2- https://drive.google.com/file/d/0BxCUypuslvaASld1ajZsWGFUWHFMbWZzTnJWeDdyMGdld2s0/view?ts=58ef9ce0
3- https://drive.google.com/file/d/0BxCUypuslvaAUUdGOFB1M3BXNTA/view

Material de apoio

10 aulas do Curso Completo do SUS.

Esse curso já se tornou a referência absoluta do gênero no Brasil, sendo acessado por mais de 50 mil alunos.

SUS - COMPLETO
AULA_1 - Evolução Histórica na Saúde no Brasil
https://drive.google.com/file/d/0BxCUypuslvaAeFJoSWg0SlV5dWRhR1FIVjJGRkd2VnozaU9n/view?ts=58ef9a39

AULA_2 - Determinantes Sociais da Saúde e Processo Saúde-Doença
https://drive.google.com/file/d/0BxCUypuslvaASEpxc2ZyTl9qX1ZrdlFjRkhNMDZuSS1fNWdr/view?ts=58ef9a39

AULA_3 - Sistemas de Informação em Saúde
https://drive.google.com/file/d/0BxCUypuslvaAYnIwRUxVU1hoVWxmSURIU3pVVE05RVFnWDZF/view?ts=58ef9a39

AULA_4 - Constituição Federal, artigos de 194 a 200
https://drive.google.com/file/d/0BxCUypuslvaAN2w5SmJGYUs0Y2QzRWpGaDdRLU9adUJjV2Vj/view?ts=58ef9a39

AULA_5 - Lei Orgânica da Saúde – Lei nº 8.080/1990
https://drive.google.com/file/d/0BxCUypuslvaAeXo4OHNUVTE4R1lJTVVCamNEUHA1T2lXeUk0/view?ts=58ef9a39

AULA_6 - Lei nº 8.142/1990. Controle Social no SUS
https://drive.google.com/file/d/0BxCUypuslvaAc0VsX0FRaEoyQjRqUWZMNXNtY3hwUU1EWG1J/view?ts=58ef9a39

AULA_7 - Resolução nº 453/2012 do Conselho Nacional de Saúde
https://drive.google.com/file/d/0BxCUypuslvaAb2xZT3FNSG9seHFaMnJ4RGhnS1JoZzd6T21V/view?ts=58ef9a39

AULA_8 - Política Nacional de Gestão Estratégica e Participativa do Ministério da Saúde
https://drive.google.com/file/d/0BxCUypuslvaAd0xlandDTmRobktac3Q3SGI2dUNCcGNUazVB/view?ts=58ef9a39

AULA_9 - Lei Complementar nº 141/2012
https://drive.google.com/file/d/0BxCUypuslvaAcXppMDhfOUROTDB4ZmtRNHZZRXIyb2J0TlA0/view?ts=58ef9a39

AULA_10 - Decreto nº 7.508/2011
https://drive.google.com/file/d/0BxCUypuslvaARW45MEJOUEJ1X2M1S3NmRk1QNmIyMGNCa2tz/view?ts=58ef9a39

SUS: Avanços e desafios
https://drive.google.com/file/d/0BxCUypuslvaAZDBuOU5mbTl1NVRrTExOMFZkV1FtS1YxR0xr/view?ts=58ef9b51

Política de Saúde no Brasil
https://drive.google.com/file/d/0BxCUypuslvaAVTVrd082a3F0UVk/view?ts=58ef9b51

A Construção Social da Atenção Primária à Saúde
https://drive.google.com/file/d/0BxCUypuslvaAU0R1dHdOZUd3U2pjMEJHc09GNWhFU2FocmI4/view?ts=58ef9b51

SUS - Sistema Único de Saúde
https://drive.google.com/file/d/0BxCUypuslvaAUnJmM0o0MGlaYWc/view?ts=58ef9b51

Política Nacional de Atenção Básica
https://drive.google.com/file/d/0BxCUypuslvaARnlnVUJjQmdCanM/view?ts=58ef9b51

O SUS que não se vê
https://drive.google.com/file/d/0BxCUypuslvaAU3QtUW1PWWJDczg/view?ts=58ef9b51

Pactos pela Vida, em Defesa do SUS e de Gestão
https://drive.google.com/file/d/0BxCUypuslvaALVAzeURHc0NCSUtET1MwelNvME11Rk9uWkhF/view?ts=58ef9b51
https://drive.google.com/file/d/0BxCUypuslvaAXy0wX2RXWnJiWW8/view?ts=58ef9b51

Lei 8080
https://drive.google.com/file/d/0BxCUypuslvaAN24zUTI5dnBNTHM/view?ts=58ef9b51

Lei 8142
https://drive.google.com/file/d/0BxCUypuslvaAX3ZyLVZoSExJOEk/view?ts=58ef9b51

Apostila E-Book SUS para concursos
https://drive.google.com/file/d/0BxCUypuslvaAZjFtX3hmS1AzeDA/view?ts=58ef9b51

O SUS de A a Z
https://drive.google.com/file/d/0BxCUypuslvaAcmxvY0xxQXp1Tk0/view?ts=58ef9b51


"Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim."

AbraSUS

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Semana da Enfermagem de Paraty 2017

Nos dias 16, 17 e 18 de Maio de 2017, aconteceu a Semana Brasileira de Enfermagem em Paraty, no Auditório da Casa de Cultura de Paraty – RJ. Abordando o tema “As boas práticas de enfermagem e a construção de uma sociedade democrática” em alinhamento com a 78ª Semana Brasileira de Enfermagem (SBEn). Será promovida pela Secretaria Municipal de Saúde de Paraty, com apoio do COFEN, COREN-RJ e ABEN

O evento buscou promover a atualização dos profissionais de Enfermagem como a integração dos mesmos. Tendo como publico alvo, os estudantes e profissionais de enfermagem, oferecerá um fórum para debate de assuntos pertinentes a profissão, com um programa científico composto de várias sessões temáticas.

Saiba mais aqui 





























quarta-feira, 17 de maio de 2017

Semana Brasileira de Enfermagem em Paraty

Um #SUScesso a minha palestra hoje sobre Estratégia Saúde da Família na Semana Brasileira de Enfermagem em Paraty que está acontecendo entre os dias 16, 17 e 18 de Maio de 2017, no Auditório da Casa de Cultura de Paraty – RJ.

O evento busca promover a atualização dos profissionais de Enfermagem como a integração dos mesmos.

Tendo como publico alvo, os estudantes e profissionais de enfermagem, oferecerá um fórum para debate de assuntos pertinentes a profissão, com um programa científico composto de várias sessões temáticas, em que participarão diversos oradores convidados.





Saiba mais aqui




terça-feira, 16 de maio de 2017

Semana da Enfermagem de Paraty

A Semana Brasileira de Enfermagem em Paraty será realizado nos dias 16, 17 e 18 de Maio de 2017, no Auditório da Casa de Cultura de Paraty – RJ. Abordando o tema “As boas práticas de enfermagem e a construção de uma sociedade democrática” em alinhamento com a 78ª Semana Brasileira de Enfermagem (SBEn).

Será promovida pela Secretaria Municipal de Saúde de Paraty, com apoio do COFEN e ABEN.

O evento busca promover a atualização dos profissionais de Enfermagem como a integração dos mesmos.

Tendo como publico alvo, os estudantes e profissionais de enfermagem, oferecerá um fórum para debate de assuntos pertinentes a profissão, com um programa científico composto de várias sessões temáticas, em que participarão diversos oradores convidados.

Estarei participando no dia, 17/05 para proferir a palestra sobre: Estratégia Saúde da Família.

Conto com a participação de tod@s!!

Rua Dona Geralda, 157 - Centro Histórico
Horário: 10h às 17h

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Sinais vitais

Os sinais vitais, provavelmente é um dos procedimentos que a enfermagem mais realiza no seu dia a dia, sendo assim vamos aborda-la com detalhes.

As alterações das funções corporais geralmente se refletem na temperatura do corpo, na pulsação, na respiração e na pressão arterial, podendo indicar enfermidades. Por essa razão são chamados sinais vitais.

A avaliação dos sinais vitais instrumentaliza a equipe de saúde na tomada de decisão sobre as intervenções. Essas medidas fornecem informações muito importantes sobre as condições de saúde dos pacientes, pois é um método eficiente de monitoramento.


TEMPERATURA
Um dos sinais vitais a temperatura é mantida entre produção e perda de calor pelo organismo no ambiente e deve-se ao mecanismo controlado pelo hipotálamo.

O ser humano é um ser homeotérmico, isto é, possui a capacidade de manter a temperatura corporal dentro de certo intervalo pré-determinado apesar das variações térmicas do meio ambiente (homeostasia térmica). O equilíbrio térmico é conseguido através do balanço entre a perda e a produção ou aquisição de calor.


Terminologia

Hipotermia: Temperatura abaixo de 35°C

Afebril: 36,1°C a 37,2°C

Febril: 37,3°C a 37,7°C

Febre: 37,8°C a 38,9°C

Pirexia: 39°C a 40°C

Hiperpirexia: acima de 40°C



Valores de referência para a temperatura

Temperatura axilar: 35,8°C a 37°C

Temperatura bucal: 36,3°C a 37,4°C

Temperatura retal: 37°C a 38°C



Verificação da temperatura axilar

1. Higienize as mãos

2. Prepare o material necessário

3. Explique o procedimento ao paciente

4. Realize a assepsia do termômetro utilizando algodão embebecido em álcool a 70%

5. Enxugue a axila, caso seja necessário, coloque o termômetro na região axilar com o bulbo em contato direto com a pele do paciente, pedindo ao paciente que mantenha o braço por sobre o tórax, com a mão no ombro oposto e o cotovelo rente ao corpo

6. Retire o termômetro após 5 min, realiza a leitura e memorize  o resultado

7. Agite o termômetro para que o mercúrio desça abaixo de 35°C

8. Realize a assepsia do termômetro com algodão embebido em álcool a 70%

9. Higienize as mãos

10. Cheque o procedimento realizado e anote o valor obtido no prontuário do paciente.



Verificação de temperatura oral

1. Higienize as mãos

2. Prepare o material necessário

3. Explique o procedimento ao paciente

4. Realize a assepsia do termômetro utilizando algodão embebecido em álcool a 70%

5. Coloque o termômetro sob a língua do paciente, recomendando a ele que o conserve na posição, mantendo a boca fechada

6. Retire o termômetro após 5 min, realize a leitura e memorize o resultado

7. Realize assepsia do termômetro com algodão embebido em álcool a 70% e guarde-o em local apropriado

8. Higienize as mãos

9. Cheque o procedimento realizado e anote o valor obtido no prontuário do paciente.



Verificação da temperatura retal

1. Higienize as mãos

2. Prepare o material necessário

3. Explique o procedimento ao paciente

4. Calce as luvas de procedimento

4. Realize a assepsia do termômetro utilizando algodão embebecido em álcool a 70%

5. Coloque o paciente em decúbito lateral esquerdo com a perna direita flexionada (posição de Sims)

6. Lubrifique a ponta do termômetro e introduza-o no ânus, acompanhado a curvatura do reto, aproximadamente 1,5 cm em lactentes e 4 cm em adultos

7. Retire o termômetro após 3 min, realize a leitura e memorize o valor

8. Lave o termômetro com água e sabão

9. Realize assepsia do termômetro com algodão embebido em álcool a 70%

10. Retire as luvas de procedimento

11. Higienize as mãos

12. Cheque o procedimento realizado e anote o valor obtido no prontuário do paciente.



PULSO
O pulso também compõe os sinais vitais que quando se palpa uma artéria, o pulso arterial é percebido como uma expansão da parede arterial síncrona com o batimento cardíaco. A expansão é devida à distensão súbita da parede arterial originada pela ejeção ventricular na aorta e sua transmissão aos vasos periféricos.

Na realidade, o pulso arterial é uma onda de pressão dependente da ejeção ventricular e, por isso, a análise do pulso arterial proporciona dados inestimáveis da ejeção ventricular esquerda, do mesmo modo que o pulso venoso expressa a dinâmica do enchimento ventricular direito.


Terminologia

Pulso normocádico: Batimento cardíaco normal

Pulso rítmico: os intervalos entre os batimentos são iguais

Pulso arrítmico: os intervalos entre os batimentos são desiguais

Pulso dicrótico: dá impressão de dois batimentos

Taquisfigmia: pulso acelerado

Brasisfigmia: frequência abaixo da faixa normal

Pulso filiforme: indica redução da força ou do volume do pulso periférico



Valores de referência para pulsação

Adultos – 60 a 100 bpm;

Crianças – 80 a 120 bpm;

Bebês – 100 a 160 bpm.



Verificação do pulso periférico

1. Higienize as mãos

2. Explique o procedimento ao paciente

3. Aqueça as mãos se necessário, friccionando-as

4. Coloque as polpas digitais dos dedos médios e indicador sobre uma artéria superficial e comprima levemente

5. Conte os batimentos durante 1 min

6. Observe arritmias e amplitude

7. Higienize as mãos

8. Cheque o procedimento realizado e anote o valor obtido no prontuário do paciente.



RESPIRAÇÃO
Na respiração, o oxigênio inspirado entra no sangue e o dióxido de carbono (CO2) é expelido, com frequência regular. A troca destes gases ocorre quando o ar chega aos alvéolos pulmonares, que é a parte funcional do pulmão. É nesse processo que o sangue venoso se transforma em sangue arterial. A frequência respiratória em geral é mensurada através da observação da expansão torácica contando o número de inspirações por um minuto.


Terminologia

Eupneia: respiração normal

Dispneia: é a respiração difícil, trabalhosa ou curta. É sintoma comum de várias doenças pulmonares e cardíacas; pode ser súbita ou lenta e gradativa.

Ortopneia: é a incapacidade de respirar facilmente, exceto na posição ereta.

Taquipneia: respiração rápida, acima dos valores da normalidade, frequentemente pouco profunda.

Bradipneia: respiração lenta, abaixo da normalidade

Apneia: ausência da respiração

Respiração de Cheyne-Stokes: respiração em ciclos, que aumenta e diminui a profundidade, com períodos de apneia. Quase sempre ocorre com a aproximação da morte

Respiração de Kussmaul: inspiração profunda seguida de apneia e expiração suspirante, característica de como diabético.

Respiração de Biot: respirações superficiais durante 2 ou 3 ciclos, seguidos por período irregular de apneia.

Respiração sibilante: sons que se assemelham a assovios



Valores de referência para respiração

Adultos – 12 a 20 inspirações/ min;

Crianças – 20 a 25 inspirações/ min;

Bebês – 30 a 60 respirações/ min.



Verificação de frequência respiratória

1. Higieniza as mãos

2. Posicione o paciente confortavelmente

3. Coloque a mão no pulso radial do paciente, como se fosse controlar o pulso, e observe os movimentos respiratórios

4. Conte a frequência respiratória por 1 minuto e memorize

5. Higienize as mãos

6. Registre o valor e as características da respiração na folha de anotação de enfermagem

PRESSÃO ARTERIAL
Esse sinal vital é a medida da pressão exercida pelo sangue nas paredes das artérias. A pressão ou tensão arterial depende da força de contração do coração, da quantidade de sangue circulante e da resistência dos vasos.

Ao medir a pressão arterial consideramos a pressão máxima ou sistólica que resulta da contração dos ventrículos para ejetar o sangue nas grandes artérias e a pressão mais baixa ou diastólica, que ocorre assim que o coração relaxa. A pulsação ventricular ocorre em intervalos regulares. A PA é medida em mmHg. Difícil definir exatamente o que é pressão arterial normal.


Terminologia

Hipertensão: PA acima da média

Hipotensão: PA inferior à média

Convergente: a sistólica e a diastólica se aproximam

Divergente: a sistólica e a diastólica se afastam



Valores de referência para pressão arterial

Hipotensão – inferior a 100 x 60

Normotensão – 120 x 80

Hipertensão limite – 140 x 90

Hipertensão moderada – 160 x 100

Hipertensão grave – superior a 180 x 110



Verificação da pressão arterial

1. Higienize as mãos

2. Prepare o material na bandeja

3. Explique o procedimento ao paciente

4. Remova as roupas do braço no qual será colocado o manguito

5. Posicione o braço na altura do coração, apoiado, com a palma da mão voltada para cima.

6. Realize a assepsia, com algodão embebido em álcool a 70% nas olivas e no diafragma do estetoscópio

7. Selecione o manguito de tamanho adequado ao braço

8. Centralize o meio da parte compressiva do manguito sobre a artéria braquial

9. Solicite que o paciente não fale durante a mensuração

10. Palpe a artéria braquial e coloque o estetoscópio sobre ela sem comprimi-la excessivamente

11. Insufle o manguito até ultrapassar 20 a30 mmHg o nível estimado da pressão sistólica ( ponto de desaparecimento do pulso radial)

12. Proceda à deflação lentamente

13. Determine a pressão sistólica na ausculta do primeiro som ( Fase I de Korotkoff), que é um som fraco seguido de batidas regulares, e em seguida, aumente ligeiramente a velocidade de deflação

14. Determine a pressão diastólica no desaparecimento do som (Fase V de Korotkoff)

15. Ausculte cerca de 20 a 30 mmHg abaixo do último som, para confirmar seu desaparecimento

16. Informe o valor da pressão arterial medido ao paciente

17. Realize a assepsia com álcool a 70% nas olivas e no diafragma do estetoscópio

18. Guarde o material

19. Higienize as mãos

20. Registre o valor obtido na folha de anotação de enfermagem

 Fonte: A Enfermagem

Dicas para uma boa anotação de enfermagem

É um plantão tóxico para você. Você tem toneladas de coisas para fazer, incluindo procedimentos de enfermagem a serem realizados em cada paciente e medicamentos para serem administrados. Você também tem que atualizar o estado dos pacientes para os médicos que fazem as visitas e documentar tudo o que você tem feito para cada paciente.

Você pensa consigo mesmo: “É realmente necessário fazer anotações de enfermagem?”

A resposta? Sim, realmente é! Além de executar ações terapêuticas de enfermagem, esta é uma das coisas mais importantes a fazer quando você é um membro da equipe de enfermagem, uma vez que pode salvar você e sua licença (o seu famoso e precioso COREN) quando surge um conflito. Quais são as principais dicas que você deve se lembrar ao realizar a sua anotação de enfermagem? Acompanhe conosco nesse post!

Verifique se você está com o prontuário certo antes de começar a escrever

Verifique o nome do paciente. Certifique-se de que é o paciente certo. Você não gostaria de documentar algo importante no prontuário errado, gostaria? Tenha certeza de que a anotação reflete o processo de enfermagem e suas capacidades profissionais.

Anote a hora que uma medicação foi administrada, a via de administração e a resposta do paciente

Hora certa, paciente certo, via certa, como também a forma como o paciente responde à droga, especialmente se tiver sido pela primeira vez.

Anote assuntos importantes e críticos

Isso pode incluir sinais vitais anormais, PCR, transferências, mudança de turno de enfermagem ou passagem de plantão, execução de ordens verbais (para cuidados prestados ou medicações administradas). Além disso, anotar qualquer assistência ao paciente no momento em que você fornecê-la. Certifique-se de documentar estas ações, não importa o quão ocupado você possa estar.

Relatar valores críticos / incidências para o médico dentro de 30 minutos

Tome nota da resposta do médico sobre os valores. Quando precauções ou medidas preventivas são utilizadas, tais como elevar as grades da cama, anotá-las também.

Registre a recusa de um paciente a um tratamento ou uma medicação

Lembre-se que, embora a sua principal preocupação seja a saúde do seu paciente, ele/ela também tem direitos, que incluem o direito de recusar o tratamento. Se isso acontecer, certifique-se de que o paciente/familiar assine o instrumento padronizado em sua instituição e documente a recusa do paciente. Além disso, certifique-se de relatar isso ao seu supervisor e ao médico do paciente.

Se você lembrar de um ponto importante depois de ter concluído a sua documentação, registrar a informação com uma ET (“entrada tardia” ou “em tempo”)

Como diz o ditado, “antes tarde do que nunca”. Basta colocar uma anotação de ET, seguida pelo horário, abaixo da informação que você se esqueceu de documentar anteriormente. Incluir a data e hora da anotação tardia, dependendo da política e procedimento da instituição. Anote com frequência suficiente para contar todos os aspectos da assistência.

Não use taquigrafia ou abreviaturas que não são amplamente aceitos. Certifique-se de que a documentação é facilmente legível e compreensível

Abster-se de usar abreviações, especialmente aquelas que não são amplamente aceitas ou padronizadas. Além disso, evite fazer declarações gerais, pois elas podem ser mal interpretadas. Consulte a política de enfermagem e relação de abreviaturas aceitas.
Certifique-se de que a sua anotação é: Objetiva, precisa, legível, livre de erros ortográficos e gramaticais, livre de rasuras e escrita em tinta azul ou preta.

Não anotar com antecedência

Você não tem certeza de tudo o que pode acontecer. A condição do paciente pode mudar dentro de alguns minutos. Lembre-se: você é um profissional de enfermagem, não um vidente com uma poderosa bola de cristal!



P.S.: O COREN-SP elaborou um manual com orientações para uma boa anotação de enfermagem. Você pode baixar o arquivo em formato PDF clicando aqui.



Texto adaptado: Nursing Crib.

sábado, 14 de maio de 2016

Ministério da Saúde amplia presença de técnicos de Enfermagem no PSF

O Ministério da Saúde ampliou a presença dos técnicos de Enfermagem no Programa Saúde na Família. A  Portaria nº. 958 de 10 de maio de 2016 altera composição das equipes da atenção básica, retirando a obrigatoriedade de se contratar os Agentes Comunitários de Saúde. Os agentes podem continuar a fazer parte das equipes, conforme as necessidades de cada comunidade, mas deixam de ter presença obrigatória, podendo ser substituídos por técnicos em Enfermagem.

A portaria atende proposta do Conasems (Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde), apoiada pelo Cofen, que defendia a flexibilidade da composição básica das equipes de Saúde da Família, com possibilidade de substituição de agentes de Saúde por técnicos em Enfermagem.  “Consideramos um avanço para uma maior resolutividade das ações e serviços de saúde prestados pela equipe de saúde da família”, avalia o presidente do Cofen, Manoel Neri.

De acordo com a portaria, deverão ser integrados, como parte da equipe multiprofissional, o agente comunitário de saúde e/ou técnico de Enfermagem, totalizando a soma de cargas horárias de 80 até 240 horas semanais.

O presidente Manoel Neri defendeu também a ampliação do número mínimo de enfermeiros na equipe do Saúde da Família de um para dois, tendo em vista que o enfermeiro é responsável pela coordenação da equipe e a assistência direta à população.



Confira a íntegra da Portaria:

MINISTÉRIO DA SAÚDE

GABINETE DO MINISTRO

DOU de 11/05/2016 (nº 89, Seção 1, pág. 83)

Altera o Anexo I da Portaria nº 2.488/GM/MS, de 21 de outubro de 2011, para ampliar as possibilidades de composição das Equipes de Atenção Básica.

O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, SUBSTITUTO, no uso da atribuição que lhe confere o inciso II do parágrafo único do art. 87 da Constituição, e

considerando a Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, que dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências;

considerando o Decreto nº 7.508, de 21 de junho de 2011, que regulamenta a Lei nº 8.080, de 1990, para dispor sobre a organização do Sistema Único de Saúde (SUS), o planejamento da saúde, a assistência à saúde, e a articulação interfederativa;

considerando a Portaria nº 204/GM/MS, de 29 de janeiro de 2007, que regulamenta o financiamento e a transferência de recursos federais para as ações e serviços de saúde, na forma de blocos de financiamento, com respectivo monitoramento e controle;

considerando a Portaria nº 4.279/GM/MS, de 30 de dezembro de 2010, que estabelece diretrizes para a organização da Rede de Atenção à Saúde no âmbito do SUS;

considerando a Portaria nº 2.446/GM/MS, de 11 de novembro de 2014, que redefine a Política Nacional de Promoção da Saúde (PNPS);

considerando a Portaria nº 1.645/GM/MS, de 2 de outubro de 2015, que dispõe sobre o Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica (PMAQ-AB);

considerando a necessidade de redefinir e adequar as diretrizes e normas nacionais ao atual funcionamento da Estratégia Saúde da Família no âmbito da Atenção Básica; e

considerando pactuação estabelecida em Reunião da Comissão Intergestores Tripartite realizada no dia 31 de março de 2016, resolve:

Art. 1º – Os incisos I e II do subtítulo “Especificidades da Estratégia Saúde da Família” do Anexo I da Portaria nº 2.488/GM/MS, de 21 de outubro de 2011, passam a vigorar com a seguinte redação:



“I – Existência de equipe multiprofissional (equipe de Saúde da Família) composta por, no mínimo, médico generalista ou especialista em Saúde da Família ou médico de Família e Comunidade, enfermeiro generalista ou especialista em Saúde da Família, auxiliar ou técnico de enfermagem podendo acrescentar a esta composição, como parte da equipe multiprofissional, os profissionais de saúde bucal: cirurgião-dentista generalista ou especialista em Saúde da Família, auxiliar e/ou técnico em saúde bucal; e



II – A esta composição deverão ser acrescidos, como parte da equipe multiprofissional: agente comunitário de saúde e/ou técnico de enfermagem totalizando a soma de cargas horárias de 80 (oitenta) até 240 (duzentas e quarenta) horas semanais;” (NR)



Art. 2º – O subtítulo “Especificidades da Estratégia Saúde da Família” do Anexo I da Portaria nº 2.488/GM/MS, de 21 de outubro de 2011, passa a vigorar acrescido dos seguintes §§ 1º e 2º:



“§ 1º – Nenhum profissional técnico de enfermagem acrescido poderá ter carga horária semanal menor que 20 (vinte) horas.



2º – A incorporação de mais técnicos de enfermagem deve-se à necessidade de adequar a oferta das equipes da Atenção Básica à transição demográfica e ao perfil epidemiológico da população. Pretende-se com isso aumentar a capacidade clínica na Unidade Básica de Saúde e o cuidado no domicílio, fortalecendo a continuidade da relação clínica na construção de vínculo e responsabilização, bem como ampliar a resolutividade da Atenção Básica.”


Art. 3º – O inciso V do subtítulo “Do Agente Comunitário de Saúde” do Anexo I da Portaria nº 2.488/GM/MS, de 2011, passa a vigorar com a seguinte redação:



“V – acompanhar, por meio de visita domiciliar, as famílias e indivíduos sob sua responsabilidade. As visitas deverão ser programadas em conjunto com a equipe, considerando os critérios de risco e vulnerabilidade;” (NR)



Art. 4º – O inciso XII do subtítulo “São atribuições comuns a todos os profissionais” do Anexo I da Portaria nº 2.488/GM/MS, de 2011, passa a vigorar com a seguinte redação:

“XII – Alimentar o Sistema de Informação da Atenção Básica com registro adequado das ações realizadas, por meio de preenchimento manual e/ou digital das informações (a depender da informatização da Unidade Básica de Saúde).” (NR)



Art. 5º – A implantação e credenciamento de novos profissionais às equipes de atenção básica observará o disposto no subtítulo “Implantação e Credenciamento das Equipes de Atenção Básica” do Anexo I da Portaria nº 2.488/GM/MS, de 2011.



Art. 6º – Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.



JOSÉ AGENOR ALVÁRES DA SILVA

Área de anexos

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Saúde Pública e SUS

1)     As atividades do fonoaudiólogo em Saúde Pública procuram contemplar ações de promoção, proteção e recuperação da saúde no contexto da Atenção Primária em saúde. Considere as atividades abaixo relativas ao trabalho do fonoaudiólogo neste nível de atenção e indique aquela que não corresponde às funções deste profissional neste contexto:

a)     Visitas domiciliares.
b)     Atividades de educação em saúde.
c)     Realização de exames de alta complexidade para o diagnóstico diferencial.
d)     Intervenção clínica em pacientes com alterações fonoaudiológicas.
e)     Planejamento de ações em conjunto com a equipe da unidade


2)     O Sistema Único de Saúde (SUS) é regido pelos princípios da universalidade, equidade e integralidade. Quanto ao princípio da integralidade, é correto afirmar:

a)     Todo indivíduo tem acesso ao serviço de saúde gratuito no país.
b)     Todo indivíduo tem direito ao atendimento, independente de cor, raça, religião, local de moradia, situação de emprego ou renda.
c)     Todo cidadão é igual perante o Sistema Único de Saúde e será atendido conforme as suas necessidades
d)     Todo indivíduo tem direito a atendimentos ambulatoriais e hospitalares no Sistema Único de Saúde (SUS).
e)     Todo indivíduo deve ser atendido de forma integral, ou seja, deve ser visto pelos profissionais de saúde como um todo, sendo também assistido em todos os níveis de atenção

3)     Uma fonoaudióloga, após ser aprovada em concurso público em uma prefeitura municipal, é chamada para ocupar lugar junto à equipe de uma unidade básica de saúde em um dos bairros da cidade. Embora o gestor de saúde insistisse para que a profissional informasse sua agenda e o número de atendimentos clínicos que realizaria de modo ambulatorial, a fonoaudióloga enviou documento à secretaria de saúde informando os objetivos iniciais de seu trabalho:

I. Identificar os grupos populacionais e suas condições de saúde para priorizar suas ações para os grupos em piores condições de vida.
II. Identificar problemas de saúde e seus determinantes para subsidiar a formulação de propostas de intervenção.
III. Conhecer a equipe de saúde local a fim de propiciar a interlocução entre os profissionais da UBS visando à interdisciplinaridade e a integração das ações.
IV. Formular relatório com os dados de saúde da população para que a secretaria de saúde decida o que fazer quanto às condições de saúde da mesma, já que estes aspectos seriam apenas de competência dos gestores. Organizar o atendimento clínico ambulatorial.

Considere os objetivos formulados acima, com base nas necessidades de diagnóstico comunitário em saúde pública e assinale a alternativa que indica apenas as afirmativas corretas:

a)     I
b)     II
c)     IV
d)     I, II e III
e)     II, III e IV


4)     O acompanhamento, a avaliação e a divulgação dos níveis de saúde da população e das condições ambientais é uma atribuição:

a)     exclusiva da União
b)     exclusiva dos Estados.
c)     exclusiva dos Municípios.
d)     exclusiva dos Estados e Municípios.
e)     comum da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.


5)     Considere as seguintes afirmações Falsas ( F ) ou Verdadeiras ( V ):

(   ) Integralidade de assistência é o conjunto articulado e contínuo das ações e serviços preventivos e curativos, individuais e coletivos, exigidos para cada caso em todos os níveis de complexidade do SUS.
(   ) As ações e serviços de saúde, executados pelo SUS, serão organizados de forma regionalizada e hierarquizada em níveis de complexidade decrescente.
(   ) A direção do SUS é exercida no âmbito do Município, pelo Conselho Municipal de Saúde.
(   ) Os Municípios poderão constituir consórcios para desenvolver em conjunto as ações e os serviços de saúde que lhes correspondam.
(   ) No nível municipal, o SUS poderá organizar-se em distritos de forma a integrar e articular recursos, técnicas e práticas voltadas para a cobertura total das ações de saúde.

Assinale a seqüência correta marcada de cima para baixo.

a)     V – V – F – F – F
b)     V – F – V – V – F
c)     V – F – F – V – V
d)     F – V – V – F – V
e)     F – F – V – V –F


6)     Entre as diretrizes do Sistema Único de Saúde inscritas no Capítulo 2, Seção 2 (da Saúde), artigo 198 da Constituição Federal de 1988, inclui-se:

a)     participação da comunidade;
b)     prioridade para o atendimento hospitalar;
c)     centralização das ações de saúde no governo federal;
d)     financiamento privado da saúde;
e)     regulação do setor de saúde suplementar.


7)     Segundo a lei 8.080 de 19/09/90 (Lei Orgânica da Saúde), são critérios para o estabelecimento de valores a serem transferidos a estados, Distrito Federal e municípios:

a)     desempenho técnico, econômico e financeiro no período atual;
b)     perfil epidemiológico da população a ser coberta;
c)     participação paritária dos usuários no conselho de saúde;
d)     eficiência na arrecadação de impostos;
e)     prioridade para o atendimento hospitalar.


8)     As funções de controle e avaliação em saúde devem ser realizadas por/pelo(s):

a)     conselhos de comunidade;
b)     governador do estado
c)     presidente da república;
d)     todos os níveis do sistema de saúde;
e)     órgãos próprios das Secretarias de Saúde.


9)     Quanto à acessibilidade da população aos bens e serviços de saúde, analise as seguintes assertivas:

1 - A localização de um serviço de saúde deve levar em conta a distância e os meios de transporte disponíveis.
2 - As normas e técnicas devem adequar-se aos hábitos e costumes da população.
3 - A demanda de saúde deve se adequar à oferta de serviços de saúde.

Está(ão) correta(s) somente a(s) assertiva(s):

a)     1;
b)     1 e 2;
c)     1 e 3;
d)     2 e 3;
e)     1, 2 e 3.


10)  As ações e serviços públicos de saúde integram uma rede regionalizada e hierarquizada e constituem um sistema único que visa:

a)     atendimento voltado para atividades preventivas;
b)     atendimento integral, com prioridade para as atividades preventivas, sem prejuízo dos serviços assistenciais;
c)     atendimento voltado apenas para as atividades assistenciais;
d)     apenas ações de promoção da saúde;
e)     apenas ações de prevenção secundária.


11)  Segundo o Ministério da Saúde, a educação em saúde é um dos pilares da:

a)     campanha de imunização;
b)     assistência hospitalar;
c)     vigilância epidemiológica;
d)     promoção da saúde;
e)     medicina de alta complexidade.


12)  Segundo o artigo 200 do Capítulo 2, Seção 2 (da Saúde), ao Sistema Único de Saúde compete, nos termos da lei, entre outras, as seguintes atribuições, EXCETO:

a)     colaborar na proteção do meio ambiente, nele compreendido o do trabalho;
b)     executar as ações de vigilância sanitária e epidemiológica, bem como as de saúde do trabalhador;
c)     ordenar a formação de recursos humanos na área de saúde;
d)     participar da formulação da política e da execução das ações de saneamento básico;
e)     prover cobertura de pensão e aposentadoria dos eventos de doença, invalidez, morte, incluídos os resultantes de acidentes do trabalho, velhice e reclusão.


13)  Quanto ao financiamento do Sistema Único de Saúde, é correto dizer que:

a)     depende da contribuição direta dos usuários;
b)     é de responsabilidade única do orçamento dos municípios;
c)     depende unicamente do orçamento dos estados;
d)     depende majoritariamente da CPMF;
e)     é de responsabilidade das três esferas de governo e cada uma deve assegurar o aporte regular de recursos ao respectivo fundo de saúde.


14)  No Brasil, o Sistema Único de Saúde estabelece como competência municipal a(o):

a)     vigilância sanitária de portos e aeroportos;
b)     coordenação da rede de laboratórios de saúde pública e hemocentros;
c)     execução de serviços de vigilância epidemiológica e saúde do trabalhador;
d)     financiamento pleno dos recursos para o setor de saúde local;
e)     plena coordenação da rede hospitalar, inclusive a terciária e a privada.


15)  Permitir o acesso à tecnologia de alto custo apenas aos cidadãos que possuam seguros privados de saúde contraria um dos princípios básicos do SUS e significa ausência de:

a)     integridade;
b)     hierarquização;
c)     universalização;
d)     municipalização;
e)     eqüidade.


16)  (Prefeitura Piraí – 2009) Um paciente comparece a um módulo de Saúde da Família para tratar de um ferimento. A técnica de enfermagem que o atende percebe a presença de uma mancha hipocrômica suspeita e o encaminha ao médico da equipe. Esta conduta traduz o seguinte princípio do Sistema Único de Saúde:

a)     universalidade;
b)     equidade;
c)     descentralização;
d)     intersetorialidade;
e)     integralidade.


17)  (Prefeitura Piraí – 2009) Ao longo do século XX, dois modelos influenciaram e ainda hoje influenciam o enfrentamento de problemas de saúde no Brasil. São eles: o assistencialismo médico e o sanitarismo. O modelo assistencialista, correspondente ao extinto Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social, tem como característica:

a.     estar baseado na realização de campanhas e em programas especiais;
b.     contemplar a integralidade da atenção à saúde;
c.     apresentar cunho predominantemente curativo;
d.     ser universal e estar voltado para o atendimento da “demanda espontânea”;
e.     ter a comunidade como foco das ações de saúde.


18)  (Prefeitura Piraí – 2009) Das estratégias propostas pelo governo federal, aquela que tem o financiamento previsto no componente variável do Piso da Atenção Básica (PAB) é:

a.     saúde bucal;
b.     farmácia popular;
c.     educação permanente;
d.     vigilância em saúde;
e.     bolsa família.


19)  (Prefeitura Piraí – 2009) O controle social previsto na Lei nº 8.142/90, com representação de usuários está presente na seguinte instância:

a.     Conferência de Saúde;
b.     CONASS;
c.     CONASEMS;
d.     Comissão bipartite;
e.     Comissão tripartite.


20)  (Prefeitura Piraí – 2009) O Pacto pela Vida é o compromisso entre os gestores do Sistema Único de Saúde em torno de prioridades que apresentam impacto sobre a situação de saúde da população brasileira. Estão entre as prioridades pactuadas, EXCETO:

a.     saúde do idoso;
b.     controle do câncer de próstata;
c.     redução da mortalidade infantil e materna;
d.     promoção da saúde;
e.     fortalecimento da atenção básica.


21)  (Prefeitura Piraí – 2009) Descentralização do Sistema de Saúde significa organização por:

a.     programas específicos, por patologias;
b.     áreas geográficas distintas;
c.     critérios de vigilância epidemiológica;
d.     níveis diferentes de gestão;
e.     níveis de complexidade tecnológica.


22)  (Prefeitura Piraí – 2009) Fazem parte da equipe mínima de Saúde da Família, EXCETO:

a)     agente comunitário de saúde
b)     enfermeiro;
c)     dentista;
d)     médico;
e)     auxiliar ou técnico de enfermagem


23)  (Prefeitura Piraí – 2009) Os recursos destinados à estratégia de Saúde da Família encontram-se:

a)     na Fração Assistencial Especializada (FAE);
b)     no Piso Assistencial Básico (PAB) variável;
c)     na Autorização de Procedimento de Alto Custo (APAC);
d)     no Piso Estadual de Vigilância Sanitária (PEVISA);
e)     no Fundo de Ações Estratégicas e Compensação (FAEC).


24)  (Prefeitura Piraí – 2009) O Conselho Municipal de Saúde é um órgão colegiado que conta com representantes:

a)     dos gestores, das indústrias de tecnologias da saúde e dos usuários;
b)     dos vereadores, dos profissionais de saúde e dos usuários;
c)     do Executivo, do Legislativo e do Judiciário;
d)     da Secretaria Municipal de Saúde e do Tribunal de Contas do Município;
e)     do governo, dos prestadores de serviços e dos usuários.


25)  (Prefeitura Piraí – 2009) A hierarquização dos serviços é uma das diretrizes do Sistema Único de Saúde. Para atingi-la, um importante instrumento é a:

a)     implantação de um sistema de referência e contra referência;
b)     regionalização das ações e serviços;
c)     definição da normatização institucional;
d)     integração com outros setores da economia;
e)     otimização dos recursos disponíveis.


26)  (Prefeitura Piraí – 2009) São Doenças e Agravos de Notificação Compulsória no território nacional, EXCETO:

a)     cólera;
b)     eventos adversos pós-vacinação;
c)     hantavirose;
d)     rubéola;
e)     toxoplasmose.


27)  (Prefeitura Piraí – 2009) Medicamentos estratégicos são aqueles utilizados para o tratamento de um grupo de agravos específicos, agudos ou crônicos, contemplados em programas do Ministério da Saúde com protocolos e normas estabelecidas, cujo elenco é definido pelo próprio Ministério. Podemos dizer que são exemplos de programas abrangidos pela Coordenação Geral de Assistência Farmacêutica de Medicamentos estratégicos:

a)     Eliminação da Hanseníase e Planejamento Familiar;
b)     Controle do Tabagismo e DST/AIDS;
c)     Controle da Tuberculose e Acromegalia;
d)     Hipertensão e Diabetes;
e)     Lúpus Eritematoso e Hepatite C.


28)  (Prefeitura Piraí – 2009) O documento de entrada do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos é a Declaração de Nascido Vivo, documento impresso em 3 (três) vias previamente numeradas. No caso de parto hospitalar, a 1ª (primeira) via tem como destino:

a)     ser entregue ao pai ou responsável para a obtenção da Certidão de Nascimento;
b)     ser entregue ao pai ou responsável legal, para ser apresentada na primeira consulta em unidade de saúde;
c)     permanecer no estabelecimento de saúde, no prontuário do recém-nascido;
d)     permanecer no estabelecimento de saúde até ser coletada pelos órgãos estaduais ou municipais responsáveis pelo sistema;
e)     ser entregue ao cartório de registro civil, até ser recolhida pela secretaria municipal de saúde.


29)  (Prefeitura Piraí – 2009) A notificação compulsória de doenças e agravos é atribuição:

a)     que qualquer pessoa pode desempenhar;
b)     que qualquer profissional de saúde pode desempenhar;
c)     exclusiva dos médicos;
d)     exclusiva dos médicos e enfermeiros;
e)     exclusiva dos médicos, enfermeiros e dentistas.


30)  (Prefeitura Piraí – 2009) Com relação ao Sistema de Informações sobre Mortalidade, as Secretarias Municipais de Saúde apresentam as seguintes responsabilidades, EXCETO:

a)     distribuir os formulários de Declaração de Óbito para as Unidades Notificadoras;
b)     realizar busca ativa das declarações preenchidas nas Unidades Notificadoras;
c)     elaborar o Manual de Instruções para o Preenchimento da Declaração de Óbito;
d)     digitar os dados constantes nas declarações;
e)     remeter os dados para a instância estadual.


31)  (Rondônia – 2009) Segundo a Lei nº 8.080/90, a execução dos serviços de Vigilância Epidemiológica é de competência:

a)     do Ministério da Saúde, com colaboração do Ministério do Meio Ambiente;
b)     da Fundação Nacional de Saúde e das Secretarias Estaduais de Saúde;
c)     da Direção Municipal e, em caráter complementar, da Direção Estadual do SUS;
d)     das Secretarias Municipais de Saúde e da iniciativa privada;
e)     de Fundações e Sociedades Beneficentes.


32)  (Rondônia – 2009) Das estratégias propostas pelo governo federal, aquela que tem o financiamento previsto no componente variável do Piso da Atenção Básica (PAB) é:

a)     agentes comunitários de saúde;
b)     farmácia popular;
c)     educação permanente;
d)     vigilância em saúde;
e)     bolsa família.

33)  (Rondônia – 2009) À direção municipal do Sistema Único de Saúde, compete:

a)     a execução de serviços de saúde do trabalhador;
b)     a vigilância sanitária de portos e aeroportos;
c)     a coordenação da rede de laboratórios de saúde pública e hemocentros;
d)     o financiamento pleno dos recursos para o setor de saúde local;
e)     a formulação de políticas de alimentação e nutrição.

34)  (Rondônia – 2009) Em outubro de 2008, a Secretaria de Estado da Saúde (SESAU) promoveu a Semana do Sorriso Saudável com uma programação abrangente que reuniu alunos de várias escolas e comunidades da Capital e interior do Estado, onde foi divulgada a necessidade de se zelar pela saúde bucal. As atividades da semana contaram ainda com a participação de entidades como o SESC, a Polícia Militar, o Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), diversos hospitais e o Sindicato dos Dentistas. Esta iniciativa agrega dois princípios das ações do Sistema Único de Saúde (SUS), a saber:

a)     universalidade e hierarquização;
b)     equidade e controle social;
c)     descentralização e gratuidade;
d)     integralidade e intersetorialidade;
e)     equidade e regionalização.

35)  (Rondônia – 2009) A Lei nº 8.142/90 estabelece que a Conferência Estadual de Saúde terá como um dos seus objetivos:

a)     estabelecer critérios e valores para a remuneração de serviços de saúde;
b)     aprovar parâmetros de cobertura assistencial;
c)     propor as diretrizes para a formulação da política de saúde estadual
d)     deliberar sobre o cronograma financeiro para os distritos sanitários;
e)     aprovar o plano plurianual de assistência.


36)  (Rondônia – 2009) Os recursos destinados ao custeio de transplantes são pagos através:

a)     do Piso Assistencial Básico (PAB) variável;
b)     do Fundo de Ações Estratégicas e Compensação( FAEC);
c)     da Autorização de Procedimento de Alto Custo (APAC);
d)     do Piso Estadual de Vigilância Sanitária (PEVISA);
e)     da Fração Assistencial Especializada (FAE).


37)  (Rondônia – 2009) Entre as características da organização do Programa de Saúde da Família (PSF) encontra-se:

a)     priorização de ações curativas;
b)     ampliação da necessidade de leitos hospitalares;
c)     funcionamento baseado na demanda espontânea;
d)     ausência de encaminhamento para consultas especializadas;
e)     cadastramento de famílias com adscrição de clientela.


38)  (Rondônia – 2009) O SUS conta, em cada esfera do governo, sem prejuízo das funções do Poder Legislativo, com as seguintes instâncias colegiadas:

a)     Conferência de Saúde e Comissão Gestora de Saúde;
b)     Conferência de Saúde e Conselho de Saúde;
c)     Conselho de Saúde e Assembléia Deliberativa de Usuários;
d)     Conferência de Saúde e Assembléia Deliberativa de Usuários;
e)     Conselho de Saúde e Comissão Gestora de Saúde.


39)  (Rondônia – 2009) O Pacto pela Vida é o compromisso entre os gestores do Sistema Único de Saúde em torno de prioridades que apresentam impacto sobre a situação de saúde da população brasileira. Estão entre as prioridades pactuadas, EXCETO:

a)     saúde do idoso;
b)     fortalecimento da atenção básica;
c)     redução da mortalidade infantil e materna;
d)     promoção da saúde;
e)     controle do câncer de colorretal.

40)  (Rondônia – 2009) A implantação de um sistema de referência e contrarreferência entre os serviços que compõem a rede do SUS local busca viabilizar:

a)     a integração com outros setores da economia;
b)     a conjugação de recursos financeiros e tecnológicos;
c)     a preservação da autonomia das pessoas;
d)     a hierarquização da rede de serviços de saúde;
e)     a participação da comunidade.


41)  (Florianópolis – 2008) Incluem-se entre os objetivos do Sistema Único de Saúde (SUS), de acordo com a Lei 8.080/93:

a)     Participação da comunidade.
b)     Preservação da autonomia das pessoas na defesa de sua integridade física e moral.
c)     Igualdade da assistência à saúde, sem preconceitos ou privilégios de qualquer espécie.
d)     Direito à informação, às pessoas assistidas, sobre sua saúde.
e)     A assistência às pessoas por intermédio de ações de promoção, proteção e recuperação da saúde, com a realização integrada das ações assistenciais e das atividades preventivas.


42)  (Florianópolis – 2008) Não são consideradas “outras fontes” de financiamento do SUS, conforme a Lei Federal 8.080/90, os recursos provenientes:

a)     Do orçamento da seguridade social.
b)     De ajuda, contribuições, doações e donativos.
c)     De alienações patrimoniais e rendimentos de capital
d)     Dos serviços que possam ser prestados sem prejuízo da assistência à saúde
e)     De taxas, multas, emolumentos e preços públicos arrecadados no âmbito do SUS.

43)  (Florianópolis – 2008) São princípios do SUS, de acordo com a Lei Federal 8.080/90:

a)     Regionalização e hierarquização da rede de serviços de saúde
b)     Identificação e divulgação dos fatores condicionantes e determinantes da saúde.
c)     Igualdade da assistência à saúde, com privilégio aos portadores de necessidades especiais.
d)     Universalidade de acesso aos serviços de saúde nos níveis básicos de assistência.
e)     Unidade de assistência, entendida como conjunto articulado e contínuo das ações e serviços preventivos e curativos, individuais e coletivos, exigidos para cada caso em todos os níveis de complexidade do sistema.


44)  Assinale a alternativa que não corresponde à competência da direção estadual do Sistema Único de Saúde, de acordo com a Lei Federal 8.080/90:

a)     Coordenar e, em caráter complementar, executar ações e serviços de vigilância epidemiológica, de vigilância sanitária, de alimentação e nutrição e de saúde do trabalhador
b)     Prestar apoio técnico e financeiro aos Municípios e executar supletivamente ações e serviços de saúde.
c)     Promover a descentralização para os Municípios dos serviços e das ações de saúde.
d)     Acompanhar, controlar e avaliar as redes hierarquizadas do Sistema Único de Saúde (SUS).
e)     Definir a política estadual de saneamento básico.


45)  Assinale a alternativa verdadeira que corresponde às diretrizes do SUS, estabelecidas no art. 198 da Constituição brasileira, de 1988:

a)     Direção descentralizada em cada esfera de governo.
b)     Atendimento integral, com prioridade para as atividades assistenciais, sem prejuízo dos serviços preventivos.
c)     Financiamento com recursos exclusivos da seguridade social, da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.
d)     Os gestores estaduais do sistema único de saúde poderão admitir agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias por meio de livre nomeação, de acordo com a natureza e complexidade de suas atribuições e requisitos específicos para sua atuação.
e)     Critérios de rateio dos recursos da União vinculados à saúde, destinados aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios, e dos Estados destinados a seus respectivos Municípios, objetivando a progressiva redução das disparidades regionais.

46)  (Governo do Estado RJ – 2009) A representação paritária composta pelo Conselho de secretários municipais de saúde e pela secretaria estadual de saúde é denominada:

a)     CIT
b)     CIB
c)     CONASS
d)     CONASEMS
e)     Conferência Estadual de Saúde


47)  (Governo do Estado RJ – 2009) O financiamento e fornecimento de medicamentos, produtos e insumos para controle de endemias como a tuberculose e a hanseníase são de responsabilidade do:

a)     município de do estado, com recursos dos programas estratégicos de atenção básica
b)     Ministério da Saúde e estados, via componente básico da assistência farmacêutica
c)     Estado, através do componente de medicamentos de dispensação excepcional
d)     Município, estado e União, com recursos da assistência farmacêutica básica
e)     Ministério da Saúde, através do componente estratégico da assistência farmacêutica


48)  (Governo do Estado RJ – 2009) De acordo com a Portaria GM/MS 399 de 22 de fevereiro de 2006, que divulga o Pacto pela Saúde 2006 – consolidação do SUS, o bloco de financiamento responsável pelo custeio das ações de incentivo do Programa DST/AIDS e de campanhas de vacinação é o de:

a)     atenção básica
b)     vigilância em saúde
c)     atenção de média e de alta complexidade
d)     assistência farmacêutica
e)     gestão do SUS


49)  (Governo do Estado RJ  – 2009) De acordo com a Emenda Constitucional nº 29, a aplicação de 15% da arrecadação de impostos em ações e serviços públicos de saúde é obrigação devida por:

a)     municípios
b)     estados
c)     governo federal
d)     municípios, estados e União
e)     estados e Distrito Federal


50)  (Governo do Estado RJ – 2009) Dentre os recursos que integram o orçamento da saúde, é considerada uma fonte essencial de receita para o Sistema:

a)     a contribuição provisória sobre a movimentação financeira (CPMF)
b)     o fundo da participação dos municípios (FPM)
c)     a contribuição para o financiamento da seguridade social (COFINS)
d)     a contribuição previdenciária obrigatória (CPO)
e)     o fundo de investimento social (FIS)


51)  (Governo do Estado RJ – 2009) Em relação à Norma Operacional de Assistência à Saúde – NOAS – SUS 01/02 é correto afirmar que:

a)     acabou com as modalidades de habilitação para gestão de estados, Distrito Federal e municípios
b)     definiu o termo de compromisso de gestão como instrumento de responsabilidade sanitária dos gestores
c)     ampliou as responsabilidades dos municípios na Atenção Básica, aprofundando a descentralização com equidade no acesso
d)     operacionalizou as condições de gestão plena da atenção básica e dos sistemas municipal e estadual
e)     criou o Fator de Apoio ao Estado e ao Município, e as transferências dos saldos de teto financeiro relativo às condições de gestão municipal e estadual parciais


52)  (Governo do Estado RJ – 2009) Sobre os objetivos e atribuições fundamentais do SUS, pode-se afirmar que:

a)     o sistema tem de proporcionar aos pacientes assistência terapêutica integral, inclusive farmacêutica, para cura ou alivio dos agravos
b)     a prioridade para as atividades preventivas indica a orientação do SUS de fortalecer as modalidades de proteção da saúde e desvalorizar as ações médico-assistenciais
c)     os programas suplementares de alimentação e assistência à saúde dos alunos de ensino fundamental são ações prioritárias para a gestão do SUS municipal
d)     as ações de saneamento básico são de extrema importância e devem se executadas com recursos do orçamento da seguridade social
e)     a responsabilidade pela execução das ações de saúde do trabalhador é exclusiva da União e do Instituto Nacional do Seguro Social


53)  (Governo do Estado RJ – 2009) De acordo com as disposições da Constituição Federal de 1988, pode-se afirma que a saúde é:

a)     um direito do trabalhador efetivado através da assistência sanitária, hospitalar e médico preventiva
b)     uma contraprestação devida pelo Estado aos cidadãos e contribuintes para o sistema de previdência social
c)     centralizada, regionalizada e hierarquizada em níveis de complexidade tecnológica decrescente
d)     um direito social, resultado de políticas publicas do governo nos campos social econômico
e)     garantida pela União mediante serviços médico-assistenciais públicos, privados e conveniados


54)  (Governo do Estado RJ – 2009) Observe os itens abaixo:

I – redefinir as responsabilidade de cada ente federado em função das necessidades de saúde da população e na busca da equidade
II – elaborar e divulgar a carta dos direitos dos usuários do SUS fortalecendo as relações com os movimentos sociais
III – elaborar e implantar a Política Nacional de Promoção da Saúde com ênfase na adoção de hábitos saudáveis
IV – consolidar a estratégia da Saúde da Família como modelo de atenção básica à saúde

São prioridades dos componentes – pactos pela vida, em defesa do SUS e de gestão, definidos no Pacto pela Saúde 2006, os itens:

a)     I, II
b)     I, IV
c)     II, III
d)     III, IV
e)     I, II, III, IV


55)  (Governo do Estado RJ – 2009) Na operacionalização da Política Nacional de Atenção Básica compete às Secretarias Estaduais de Saúde:

a)     pactuar, com a Comissão Intergestores Bipartite, estratégias, diretrizes e normas locais de implementação da atenção básica, mantidos os princípios gerais regulamentados na política nacional
b)     incluir a proposta de organização da atenção básica e da forma da utilização dos recursos do PAB fixo e variável, nos planos de Saúde municipais
c)     selecionar, contratar e remunerar os profissionais que compõe as equipes multiprofissionais de Atenção Básica, inclusive os da Saúde da Família
d)     garantir infra-estrutura necessária ao funcionamento das unidades básicas de saúde, dotando-as de recursos materiais, equipamentos e insumos
e)     organizar, executar e gerenciar os serviços e ações de Atenção Básica, de forma universal, dentro do seu território




 GABARITO


 1      – c  2      – e  3      – d  4      – e5      – c   6      – a   7      – b   8      – d  9      – b  10    – b
11    – d  12    – e  13    – e  14    – c  15    – e  16    – e   17    – c   18    – a   19    – a
20    – b  21    – d  22    – c 23    – b 24    – e 25    – a 26    – e  27    – b 28    – d
29    – a   30    – c   31    – c   32    – a  33    – a    34    – d    35    – c   36    – b
37    – e   38    – b   39    – e    40    – d    41    – e   42    – a  43    – a  44    – e 45    – e
46    – b 47    – e  48    – b  49    – a  50    – c 51    – c 52    – a 53    – d 54    – d 55    – a