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sexta-feira, 24 de junho de 2016

Caderno de atenção básica 35 – Estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica

RESUMO: Caderno de atenção básica com o objetivo de destacar a importância atual das condições crônicas, salientando a complexidade das doenças/fatores de risco de determinação múltipla. Aborda conceitos comuns às diversas doenças crônicas e apresenta diretrizes para a organização do cuidado. Inclui estratégias para mudança de hábitos, promoção da alimentação saudável e prática de atividade física, abordagens para construção e acompanhamento dos planos de cuidado e de apoio ao autocuidado.



TÍTULO:Estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica
TIPO DE DOCUMENTO:Livro
AUTOR:Ministério da Saúde
ANO:2014
EDITORA:Ministério da Saúde
PALAVRAS-CHAVE:Promoção da Saúde. Alcoolismo. Tabagismo. Diabetes Mellitus. Alimentação saudável. Atenção Básica. Atenção à Saúde. Doença Crônica.
CATEGORIA E SUB CATEGORIA:Atenção Básica. Atenção à Saúde. Doença Crônica.

Baixe aqui

segunda-feira, 20 de junho de 2016

OPAS/OMS ratifica INCA e SE-Conicq como Centro Colaborador para o Controle do Tabaco

Único país da América Latina designado como Centro Colaborador pela OPAS/OMS para o Controle do Tabaco entre os 14 existentes no mundo, o Instituto Nacional de Câncer foi nomeado pela quinta vez para atuar no período de 2016-2020.

O INCA atua desde 1997 como Centro Colaborador da Organização Mundial da Saúde para Controle do Tabaco, tendo se destacado no desenvolvimento de atividades em parceria com a Or
ganização Pan-americana da Saúde (OPAS) na implementação da Convenção-Quadro da OMS para o Controle do Tabaco na América Latina.

Dentre as responsabilidades assumidas pelo Instituto no atual Plano de Trabalho pactuado com a OMS/OPAS destacam-se a implementação de programas de treinamento, o desenvolvimento de pesquisas e estratégias para o controle do tabagismo em consonância com as recomendações da OMS/OPAS, o compartilhamento de melhores práticas e expertise científica, a produção de material em português com o objetivo de fortalecer o controle do tabagismo nos países lusófonos, assim como a participação na Comissão Intergovernamental de Controle do Tabaco do MERCOSUL.
O SUS oferece tratamento para quem quer parar de fumar. Procure uma unidade de saúde. 

A Convenção-Quadro da OMS para o Controle do Tabaco recomenda, em seu Artigo 22, que os países cooperem entre si para fortalecer sua capacidade de cumprir as obrigações previstas no Tratado.

Fonte: SE-Conicq

terça-feira, 31 de maio de 2016

OPAS/OMS premiará ONG brasileira por trabalho em prol do controle do tabagismo

A Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) honrará dois acadêmicos do Canadá e Estados Unidos, além de uma organização não governamental brasileira, como vencedores do prêmio regional 2016 World No Tobacco Day (WNTD). Apresentada a cada ano, a premiação reconhece as notáveis contribuições para o avanço nas políticas e medidas da Convenção Quadro para o Controle do Tabaco da OMS.

Conforme descrito nas diretrizes da Convenção da OMS, a embalagem padronizada restringe ou proíbe o uso de logotipos, cores, imagens da marca ou informações – permite apenas os nomes da marca e do produto em cor e fonte padrão.
“A embalagem padronizada é uma intervenção baseada em evidências que podem melhorar o efeito das advertências de saúde nos maços", disse Adriana Blanco, assessora da OPAS/OMS sobre controle do tabaco. “Os ganhadores deste ano ajudaram a construir a base de evidências referentes ao impacto dos maços de cigarros e as advertências sanitárias sobre o consumo do tabaco e como a sociedade civil pode ajudar no controle total do tabaco, como aconteceu no Brasil".

Os vencedores regionais deste ano são:

A Aliança de Controle do Tabagismo é reconhecida por sua defesa da embalagem padronizadara por meio da mídia e campanhas nas redes sociais, pressão junto ao Congresso Nacional brasileiro e invalidação dos argumentos falaciosos publicados pela International Tobacco Growers Association. A ONG conseguiu o apoio da sociedade civil em prol das embalagens padronizadas e outras medidas de controle do tabaco entre membros de associações médicas, grupos de defesa de pacientes com câncer e grupos de saúde da mulher, entre outros que defendem meios de vida sustentáveis. O prêmio será entregue a Paula Johns, diretora executiva da Aliança.

David Hammond, professor da University of Waterloo’s School of Public Health and Health Systems, no Canadá, será premiado por sua experiência na defesa da regulação das embalagens de tabaco. Ele participou como especialista no Grupo Assessor para embalagens padronizadas de produtos derivados do tabaco no Departamento de Saúde e Envelhecimento da Austrália; como assessor da Comissão Europeia sobre produtos derivados do tabaco; e também como especialista em nome dos governos em litígio decorrentes dessa indústria.

James F. Thrasher, professor associado da University of South Carolina's Arnold School of Public Health, nos Estados Unidos, e pesquisador convidado do Instituto Nacional de Saúde Pública do México, será reconhecido por suas pesquisas sobre embalagens e rotulagens nos produtos derivados do tabaco e os efeitos da comunicação e de políticas de massa na percepção e no comportamento relacionados ao tabagismo. Seus estudos recentes examinaram o impacto das imagens de advertência nos jovens adultos que fumam na Austrália, Canadá, México e Estados Unidos e a influência das rotulagens em cigarros na percepção de risco no México, China, Índia, Bangladesh, Alemanha, Coreia do Sul e Estados Unidos.

Os prêmios regionais serão entregues em 31 de maio, durante o evento de comemoração do Dia Mundial Sem Tabaco na sede da OPAS/OMS, em Washington, nos Estados Unidos.

O Convenção Quadro para o Controle do Tabaco foi o primeiro tratado do mundo negociado sob a coordenação da OMS e entrou em vigor em 2005. Trata-se de um acordo legalmente vinculante, em que os Estados-Membros se comprometem a aplicar uma série de medidas para controle do tabaco, com o objetivo de reduzir seu consumo e salvar vidas.

Na região das Américas, 30 países ratificaram o Convênio e vários outros têm feito progressos significativos na aplicação de suas disposições, em particular as que se referem aos espaços públicos fechados livres do tabaco e as advertências de saúde nas embalagens de cigarro.

O tabaco é o único produto de consumo legal que mata até a metade de seus usuários habituais. A nível mundial, uma pessoa morre com doenças relacionadas ao tabaco a cada seis segundos aproximadamente, o equivalente a quase 6 milhões de vidas perdidas a cada ano. A estimativa é que, para o ano de 2030, este número suba para 8 milhões de pessoas e mais de 80% das mortes evitáveis acontecerão com pessoas que vivem em países de baixa e média renda.

Fonte: OPAS/OMS

sexta-feira, 18 de março de 2016

Além do câncer, o cigarro causa envelhecimento precoce da pele

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que pelo menos um terço da população mundial adulta seja fumante. O tabagismo tem relação com vários tipos de câncer (pulmão, cavidade oral, laringe, esôfago, estômago, bexiga, colo do útero e leucemias). Fumantes chegam a ter 20 vezes mais chances de ter a doença no pulmão que não fumantes, 10 vezes mais chances de ter a doença na laringe e de duas a cinco vezes mais chances de desenvolver câncer de esôfago.

Ricardo Meirelles, médico Pneumologista da Divisão de Controle de Tabagismo do Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA), explica que o tabagismo afeta todos os órgãos do corpo humano. “O tabagismo em relação direta com mais de 50 doenças. Hoje é provado que não existe órgão que não seja afetado diretamente pelo cigarro. A fumaça, não só do cigarro como outros derivados do tabaco, possui 60 substâncias cancerígenas e 4700 substância toxicas”, explica. 30% dos casos de câncer tem ligação com o tabagismo, no caso de câncer de pulmão, por exemplo, a incidência sobe para 90%.
Entre os prejuízos causados pelo cigarro estão também os dermatológicos, como pele seca, aparecimento de rugas e queda de cabelo. O dermatologista Luciano Morgado, explica o motivo: “O cigarro, assim como no pulmão, causa a diminuição da circulação sanguínea na pele, a vaso constrição. Com a chegada menor de sangue no local, vão diminuindo as fibras colágenas e elásticas, que são o que dá firmeza para pele. Com isso a pele vai ficando com uma coloração amarelada e com mais rugas, principalmente ao redor dos lábios e dos olhos. Além disso, o cigarro aumenta a atividade de uma enzima que chama elastase, que no pulmão causa enfisema e na pela degrada as fibras elásticas”.

A pedagoga Doralice Vieira, 59 anos, fumou por 10 anos e sentiu muita diferença na pele. “Tive consequência sérias na minha pele por causa deste período fumando. Fiquei mais enrugada, com um código de barras, principalmente ao redor da boca. Sentia que a pele estava cansada. Além da parte estética, percebi que minha saúde também não estava a mesma, ficava ofegante depois de subir qualquer escada ou andar um pouco mais”, relembra.20150916 170228

A questão estética somada à saúde motivou Doralice a parar de fumar. “Isso foi me incomodando muito. Quando eu parei de fumar, notei a diferença que isso fazia na minha pele. Fiz inclusive alguns procedimentos estéticos para melhorar a aparência. Se eu não tivesse parado de fumar estaria com uns 15 a mais na minha aparência”.

O SUS oferece tratamento gratuito para quem quer deixar o tabagismo. A Secretaria Estadual e/ou Municipal de Saúde da sua região pode informar o local com o tratamento disponível mais próximo da sua casa. Para ter acesso ao tratamento, basta procurar uma Unidade Básica de Saúde que presta o atendimento, levar a identidade e se inscrever no programa de combate ao tabagismo do SUS.

Para saber mais sobre o tratamento gratuito para combater o vício do cigarro, acesse www.inca.gov.br/tabagismo . Parar de fumar sempre vale a pena em qualquer momento da vida, mesmo que o fumante já esteja com alguma doença causada pelo cigarro, tais como câncer, enfisema ou derrame.

Pele ressecada 

Como o cigarro age: A nicotina provoca contração dos vasos sanguíneos, diminuindo a circulação sanguínea na pele, o que resulta em lesão das fibras elásticas e diminuição da síntese de colágeno.

Nascimento de rugas e marcas de expressão

Como o cigarro age: O consumo de nicotina leva à diminuição do nível de estrogênio, resultando em uma pele seca e com piora do seu aspecto geral. O fumo também aumenta a viscosidade sanguínea, a agregação das plaquetas e a atividade da enzima chamada elastase, o que resulta em formação defeituosa da elastina, tornando a pele mais espessa e fragmentada. Ou seja, faz a pele ficar cinzenta e com rugas proeminentes, apresentando mais linhas ao redor dos olhos e lábios.

Queda de cabelos 

Como o cigarro age: Devido ao dano na microcirculação sanguínea, o fumo leva a uma diminuição no aporte de nutrientes e oxigênio nas células, resultando em cabelos com menos viço, ressecados e com maior índice de queda.

Recuperação de cirurgias 

Como o cigarro age: Devido aos danos ocasionados na microcirculação sanguínea e no sistema imune, o tabagismo aumenta o risco de infecções, abertura dos pontos e de cicatrizes nas cirurgias plásticas, por exemplo.

Amarelamento de certas áreas do copo

Como o cigarro age: O alcatrão presente nos cigarros também pode levar à coloração amarelada dos dentes, unhas e da pele do rosto. Após parar de fumar, a pele pode apresentar melhora gradual ao decorrer do tempo.


Fonte: Blog da Saúde

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Saúde realiza ações de conscientização sobre tabagismo na infância e na adolescência

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), 90% dos fumantes experimentam o cigarro e se tornam dependentes até os 19 anos de idade. Para alertar os pais sobre os riscos do fumo para os pequenos, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) realiza este mês ações de orientação e prevenção. As atividades marcam o Dia da Conscientização da Criança e do Adolescente quanto ao Risco do Tabagismo. Instituída pela Lei Municipal 5.577/2013, a data – 11 de outubro – é uma oportunidade para que profissionais de educação, saúde e sociedade em geral possam informar e proteger as novas gerações sobre um produto que traz dependência e é extremamente prejudicial à vida de fumantes e dos que convivem com ele: o tabaco.

O programa de Controle do Tabagismo, em parceria com o Programa Academia Carioca e a Rede de Adolescentes Promotores da Saúde (RAP da Saúde), realiza durante o mês de outubro atividades nas escolas municipais e nas unidades de saúde com orientações sobre os fatores de risco do consumo de produtos derivados do tabaco. Os malefícios não atingem apenas os fumantes, mas toda a sociedade. A prevenção do tabagismo e o esclarecimento acerca de proteção à saúde buscam a construção de uma sociedade mais consciente com cidadãos mais saudáveis.

Segundo a OMS, o tabagismo é a principal causa de morte evitável no mundo, matando cerca de 50% de usuários regulares. O cigarro é o único produto que mata quando consumido como orientam os seus fabricantes. É considerado o mais importante fator de risco isolado para cerca de 50 doenças, dentre elas as cardiovasculares, o câncer e o enfisema. Em média, uma pessoa que fuma um maço de cigarros ou mais por dia vive sete anos a menos do que uma pessoa que nunca fumou. O tabagismo é uma doença crônica gerada pela dependência da nicotina, que mata cerca de cinco milhões de pessoas por ano no mundo, sendo 200.000 no Brasil.

Tabagismo em crianças e adolescentes 

Crianças e adolescentes têm sido expostos cada vez mais cedo ao tabagismo. Com a estatística de que 90% dos fumantes experimentam o cigarro e se tornam dependentes até os 19 anos de idade, a OMS considera o tabagismo uma doença pediátrica. No Brasil, o tabaco é a segunda droga mais consumida entre adolescentes. Pesquisas nacionais apontam níveis preocupantes de experimentação e iniciação de adolescentes no tabagismo, especialmente entre as meninas. 

A nicotina é uma droga que causa dependência em cerca de 60% dos que a experimentam. Estudos demonstram a grande vulnerabilidade do cérebro dos adolescentes à dependência ao tabaco, que tende a se instalar logo nos primeiros contatos com o cigarro. Entre os jovens, os danos à saúde causados pelo tabagismo, em curto prazo, incluem problemas respiratórios, dependência da nicotina e o risco associado ao uso de outras drogas. 

Tabagismo passivo

O tabagismo também atinge os não fumantes expostos à fumaça de produtos de tabaco em recintos coletivos (tabagismo passivo), com risco de desenvolver também câncer, infarto, infecções respiratórias, dentre outros agravos. Por isso, em ambientes de trabalho, o tabagismo passivo é considerado um risco ocupacional.

A exposição ao tabagismo passivo também causa uma série de malefícios às crianças. O tabagismo dos pais pode provocar doenças respiratórias como bronquite e pneumonia, particularmente durante o primeiro ano de vida, além de agravar a asma e causar otite média. O fumo passivo reduz ainda a taxa de crescimento da função pulmonar durante a infância. Este efeito tem sido associado ao tabagismo materno durante a gravidez e com a exposição ao fumo passivo depois do nascimento. A exposição de mulheres não fumantes ao fumo passivo durante a gravidez pode causar baixo peso do feto ao nascer e parto prematuro, além do retardo no crescimento intra-uterino e o aborto espontâneo.

Confira a programação para os próximos dias:

Dia 16:
- 9h - Ações de saúde no CIEP Lamartine Babo, em Campo Grande. 
- 9h - Ações de saúde na Escola Municipal Cesário Alvim, em Campo Grande. 

Dia 19:
- 10 às 15h – Roda de conversa no CMS Sylvio F. Brauner, em Costa Barros.
- Visita do RAP da Saúde à Escola Municipal Barão da Taquara, na Taquara.

Dia 22:
- 10h – Roda de conversa na Clínica da Família Zilda Arns e no CMS Alemão, no Complexo do Alemão, com mobilização sobre os malefícios do tabagismo
- 14h - Ações de saúde na Escola Municipal Nestor Victor, em Pedra de Guaratiba.
- 14h - Ações de saúde na Escola Municipal Engenheiro Gastão Rangel, em Guaratiba.
- Ações de saúde no CIEP Posseiro Mário Vaz, em Pedra de Guaratiba.
- Ações de saúde na Escola Municipal Giuseppe Melchiori, Guaratiba.

Dia 26:
- Visita do RAP da Saúde à Escola Municipal Virgílio Várzea, na Pechincha. 

Fonte: SMS RJ 

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Garotinho tenta escapar da fumaça da mãe em campanha antifumo

Filhos de pais fumantes acabam absorvendo o fumo por tabela, sem terem a chance de dizer não. É o caso, por exemplo, do garotinho que protagoniza The Breath Holder, filme dirigido por Mikko & Marko para a Cancer Society of Finland. 

Com criação da Havas Worldwide de Helsinki e produção do Studio Arkadena e Sauna International, o comercial mostra o problema de um ângulo diferente – e até mesmo bem-humorado – com um garotinho que faz de tudo para aumentar o tempo que consegue prender a respiração. O que parece ser apenas um capricho infantil ou uma brincadeira, se revela ser, na verdade, uma necessidade, quando ele chega em casa e sua mãe está fumando.

É uma boa reflexão, especialmente para fumantes com filhos pequenos.



sexta-feira, 29 de agosto de 2014

29 de agosto - Dia Nacional de Combate ao Fumo


O tabagismo é considerado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como a principal causa de morte evitável em todo o mundo. A OMS estima que um terço da população mundial adulta - cerca de 1 bilhão e 200 milhões de pessoas, entre as quais 200 milhões de mulheres, tenha o hábito de fumar. Estima-se que aproximadamente 47% dos homens e 12% das mulheres do mundo fumem. "Entre as inúmeras doenças que o tabagismo pode provocar estão câncer, enfisema pulmonar, derrame cerebral e problemas cardiovasculares", alerta o cardiologista do Hospital VITA Batel Mario Sergio Cerci. Segundo o médico, no Brasil, cerca de 200 mil mortes/ano são decorrentes do tabagismo.

A nicotina contida no cigarro é a droga psicoativa que mais causa dependência, elevando o ritmo cardíaco e a pressão arterial. "O hábito de fumar é responsável por mais mortes do que todas as outras drogas psicoativas juntas", destaca o cardiologista.

Tratamento - Hoje existe medicamento específico para tratar o tabagismo, como o de medicamentos (adesivos e chicletes) que contêm nicotina, e a ingestão da substância vareniclina, que é competidora da nicotina e adere ao receptor da mesma forma, impedindo a ação da mesma e diminuindo o grau de dependência do fumo com o seu uso. Os efeitos nocivos do fumo são causados pelas substâncias nocivas como o alcatrão e a nicotina. Esta última é absorvida pelo organismo, chegando rapidamente ao sistema nervoso central, agindo como estimulante.

Quer parar de fumar? Então, clique aqui http://migre.me/lou0I e veja uma lista com todas as unidade de saúde municipais que oferecem tratamento para você a parar de fumar.

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Programa de Controle do Tabagismo

Programa de Controle do Tabagismo

O Programa de Controle do Tabagismo da Secretaria Municipal de Saúde baseia-se nas diretrizes do Programa Nacional de Controle do Tabagismo, do Ministério da Saúde. As estratégias adotadas na cidade do Rio de Janeiro seguem 5 linhas de ação: ambientes 100% livres de fumo, tratamento para deixar de fumar, prevenção da iniciação no tabagismo, mobilização em datas comemorativas e divulgação da legislação.

Neste sentido, o Programa atua por meio de estratégias para a mudança na aceitação social do cigarro ao estimular o cidadão a deixar de fumar, a reduzir a poluição de ambientes fechados e beneficiar o fumante passivo (especialmente as crianças), desestimulando a iniciação entre jovens.

Serviços

• Atualização permanente dos profissionais de saúde acerca de técnicas de abordagem e tratamento do fumante, com informações sobre a produção, comércio, publicidade e controle do tabaco;
• Produção de materiais educativos e de campanhas para estimular fumantes a deixarem de fumar e inibir a iniciação dos jovens;
• Apoio e divulgação de ações educativas nas unidades de saúde e outras instituições em datas comemorativas;
• Promoção de ações dirigidas às mulheres devido ao aumento crescente do consumo de cigarro deste grupo;
• Promoção de discussões regulares com profissionais do Programa Saúde na Escola sobre os riscos do fumo ativo e passivo e estratégias da publicidade do cigarro para atrair jovens na iniciação do fumo;
• Tratamento para fumantes em mais de 150 unidades de saúde do município do Rio de Janeiro;
• Capacitação sobre Abordagem Intensiva do Fumante para implementação do tratamento nas unidades de saúde.

Quer parar de fumar? Então, => http://migre.me/jZlBn clique aqui e veja uma lista com todas as unidade de saúde municipais que oferecem tratamento para você a parar de fumar.

Cartaz 'Proibido Fumar' em 4 idiomas (formato A4 / PDF) 

Cartaz 'Proibido Fumar' em 4 idiomas (formato A4 / JPG) 

Responsável pela área:

Ana Helena Rissin

Luciana Soares Ribeiro lusoaresribeiro@ig.com.br

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Crianças de até 5 anos são 40% dos fumantes passivos

No Brasil, 40% dos fumantes passivos têm até 5 anos. A exposição à fumaça pode causar desde asma até morte súbita. O alerta é da campanha da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) para o Dia Mundial Sem Tabaco (31/05).

Entre as crianças, os danos do contato com a fumaça que sai do cigarro são maiores. Primeiro, porque a fumaça contém mais nicotina do que a tragada pelo fumante. Segundo, porque elas possuem organismo mais sensível aos componentes do tabaco.

Segundo Márcio de Sousa, coordenador do Comitê Antitabaco da SBC, o bebê que inala nicotina pode sofrer de Síndrome da Morte Súbita Infantil. A substância também é transmitida pelo leite materno e pode elevar a pressão arterial e diminuir oo Dia.
oxigênio do sangue. As informações foram divulgadas pelo site

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

29 de agosto - Dia Nacional de Combate ao Fumo



Fumar: faz mal pra você, faz mal pro planeta.
Além dos danos à saúde (como diferentes tipos de câncer, doenças cardiovasculares, doenças respiratórias, dentre mais de 50 doenças diretamente relacionadas ao tabagismo), ao longo da cadeia de produção do tabaco há fatores que afetam o meio ambiente e toda a sociedade: desmatamento, uso de agrotóxicos, agricultores doentes, incêndios e poluição do ar, das ruas e das águas

Fonte: Inca

quarta-feira, 14 de março de 2012

Anvisa proíbe cigarros com sabor, mas mantém adição de açúcar

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu nesta terça-feira (13), por unanimidade, pela proibição do uso de aditivos de sabor como o mentol e o cravo nos cigarros comercializados no Brasil. A adição de açúcar continua permitida, conforme queriam os produtores. A medida também impede a importação de produtos do tipo, mas não afeta a produção nacional destinada para exportação.

Os fabricantes terão até 18 meses a partir da publicação da norma para retirar do mercado nacional todos os cigarros com sabor. No caso de outros derivados de tabaco, como fumos para cachimbos, serão 24 meses.

Os representantes da indústria de tabaco se colocaram a favor da proibição dos aditivos com sabor de frutas ou adocicados com sabores diferentes do tabaco, tais como chocolate, morango e cereja. Porém, para os produtores, o mentol e o cravo deveriam ser mantidos, por que, segundo eles, não há comprovação científica de que essas substâncias tornem o cigarro mais palatável ou mais nocivo.

Ao todo, a norma enumera oito aditivos, como, por exemplo, os conservantes, que continuam permitidos porque não alteram o sabor do cigarro. Caso, no futuro, a Anvisa se convença de que há outras substâncias que também não influem no aroma da fumaça, a lista pode crescer.

Açúcar
Apesar da proibição da maioria dos aditivos, o açúcar foi mantido na lista de produtos permitidos para repor o que a planta possui naturalmente e perde durante a preparação do tabaco.

Os diretores da Anvisa justificaram a decisão e responderam às críticas de que o órgão teria recuado em relação à proibição da inclusão de açúcar nos cirgarros.


"Também queríamos demonstrar que nosso processo regulação não tem como alvo os agricultores. Pode ser que no futuro a Anvisa caminhe para uma resolução mais forte e que venha a banir a questão do açúcar no cigarro", disse Agenor Álvares, um dos diretores.

A técnica usada para produção de cigarros no Brasil, chamada "American blend" ("mistura americana", em inglês), envolve uma combinação de folhas de tabaco que tem um sabor muito ruim e é impossível de ser usada em cigarros sem o auxílio do açúcar, segundo Iro Schünke, presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (Sinditabaco), uma das entidades que representa os produtores.

“Sem o açúcar, esse tabaco não tem condições de ser usado”, apontou Schünke em entrevista dada ao G1 antes da reunião. “Não estamos falando de sabores atrativos. Aqui é sabor de tabaco”, esclareceu.

A Associação Brasileira da Indústria do Fumo (Abifumo) afirmou ser contra a proibição de substâncias que, segundo a entidade, não aumentam os riscos e não tem relação direta com o sabor característico, tais como conservantes, umectantes e açúcar.

“Seguir nesta linha, além de configurar desvios da proposta, resultaria na inviabilização da fabricação dos cigarros do tipo ‘American blend’”, afirmou o representante da entidade, Carlos Fernando Costa, presente à reunião.


‘Armadilha’
Na avaliação dos especialistas técnicos da Anvisa, baseados em estudos científicos, os aditivos de sabor não fazem mais mal ao organismo que um cigarro sem eles, mas são usados para “atrair” novos fumantes -- principalmente os mais jovens.

Participaram da audiência uma série de pesquisadores de diversas áreas da saúde que falaram sobre os riscos do tabagismo e dos efeitos benéficos de banir os aditivos nos cigarros. O principal argumento em defesa da proibição é a capacidade do sabor de tornar o produto mais agradável aos iniciantes.

“Os aditivos no tabaco são armadilha para que nossas crianças comecem a fumar. Colocar morango, menta canela, açúcar diminui a irritabilidade, aumenta a aceitação a desse produto e promove a experimentação”, afirmou a pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz, Vera Luíza da Costa e Silva.

“Fumar não é um hábito, é doença. Estaremos negligenciando nossas crianças, se permitirmos os aditivos, estaremos facilitando a entrada delas no vício. Estamos falando de saúde e não de negócios”, completou o representante da Sociedade Brasileira de Cardiologia, Márcio Gonçalves de Souza.

Segundo o médico pediatra do Hospital Universitário da Universidade de São Paulo (USP), João Paulo Becker Lotufo, 1,5 % da população entre 7 e 10 anos está tendo experiência com o tabaco.
“Qualquer produto que facilite o jovem de utilizar o tabaco deve ser banido. Não deve ser apenas restringido.”, afirmou Lotufo.

Impacto
Segundo a Anvisa, o número de marcas de cigarro com sabor disponíveis no mercado quase dobrou entre 2007 e 2010, de 21 para 40. Cerca de 600 aditivos são usados na fabricação de cigarros – 10% da massa de um cigarro é, na verdade, composta por aditivos.

Os produtores afirmam que 2,5 milhões de empregos estão ligados à cadeia produtiva do cigarro, especialmente na região Sul. Cerca de 15% do tabaco produzido no Brasil é voltado para o mercado interno. Os principais compradores são os países da União Europeia e do Extremo Oriente.




























































Fonte: G1

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

O Dia Nacional de Combate ao Fumo – 29 de agosto, criado através da Lei Federal nº. 7.488, é comemorado desde de 1986.



O Ministério da Saúde, através do Instituto Nacional de Câncer desenvolve o Programa Nacional de Controle do Tabagismo que em parceria com as Secretarias Estaduais de Saúde do país, articula dentre outras, ações a comemoração do Dia Nacional de Combate ao Fumo. Esta comemoração visa informar a população jovem, ressaltando o tema escolhido, com objetivo de reduzir a morbi-mortalidade causada pelo tabagismo. Para tanto, desenvolve ações educativas com enfoque no tema tabaco, trazendo para o debate e discussão outros aspectos também relevantes como aspectos legislativos e econômicos.

Nesse ano, o Dia Nacional de Combate ao Fumo irá abordar o tema “Cigarros Aditivados” alertando que o consumo deste tipo de fumo com aditivos tóxicos e cancerígenos, dentre tantas substâncias nocivas, representa mais um fator agravante na manutenção da dependência e causando ainda mais prejuízos ao organismo de quem os consome.

O Dia Nacional de Combate ao Fumo – 29 de agosto, criado através da Lei Federal nº. 7.488, é comemorado desde de 1986. A mensagem veiculada nessa comemoração objetiva alcançar o jovem para a não experimentação dos produtos derivados do tabaco e também estimulá–los a cessação de fumar. No entanto, a mensagem não se restringe aos jovens, buscando também sensibilizar a população em geral sobre os malefícios do tabagismo.

O presente manual tem a intenção de fornecer informações relevantes sobre os aditivos dos cigarros e subsidiar tecnicamente coordenações e parceiros nas interlocuções. Baseou-se em Nota Técnica específica para este tema fornecida pela Comissão Nacional para a Implementação da Convenção-Quadro – CONICQ do Instituto Nacional de Câncer José de Alencar Gomes da Silva.