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sexta-feira, 3 de março de 2017

Pós Carnaval: Quando devo fazer o exame para detectar o HIV?

O carnaval acabou, mas  o alerta do Ministério da Saúde para a prevenção contra as infecções sexualmente transmissíveis continua.  Se você fez sexo sem camisinha ou compartilhou seringas nesse período deve saber que pode ter sido contaminado pela sífilis, gonorreia, hepatite B e pelo HIV – vírus causador da aids. Por essa razão, é importante fazer um check up para verificar como está a sua saúde. 

No caso do HIV, por exemplo, os principais testes disponibilizados só conseguem detectar a infecção 30 dias após a exposição ao vírus. Isso porque o organismo precisa de um tempo para produzir a quantidade de anticorpos necessária para acusar no exame. Por isso,  o teste de HIV deve ser feito depois desse prazo. Neste período, que chamamos de janela imunológica, não se exponha novamente ao vírus, tomando as medidas de proteção.

Entenda a Janela Imunológica

Janela imunológica é o intervalo de tempo entre a infecção pelo vírus da aids e a produção de anticorpos anti-HIV no sangue. Esses anticorpos são produzidos pelo sistema de defesa do organismo em resposta ao HIV e os exames irão detectar a presença dos anticorpos, o que confirmará a infecção, caso ela tenha ocorrido.

Se um teste de HIV é feito durante o período da janela imunológica, há a possibilidade de apresentar um falso resultado negativo. Portanto, é recomendado esperar mais 30 dias e fazer o teste novamente.

O HIV pode ser transmitido durante a janela imunológica. É importante que, nessa fase, a pessoa sempre faça sexo com camisinha e não compartilhe instrumentos perfuro cortantes – como alicates e seringas.  

Por que fazer o teste de HIV

Quanto mais cedo você descobrir o vírus , mais cedo pode iniciar o tratamento antirretroviral e  assim evitar que a infecção evolua para a aids  , mantendo a qualidade de vida. Além disso, quem toma os medicamentos tem menos chances de transmitir o HIV para outras pessoas. Portanto, o tratamento é também uma forma de prevenção para quem já tem o vírus e também para os parceiros desta pessoa.

O diagnóstico da infecção pelo HIV pode ser feito de várias maneiras. No Brasil, temos os exames laboratoriais (como o Elisa e o Western Blot) que utilizam amostras de sangue ou  testes rápidos (sangue e fluido oral), capazes de detectar os anticorpos contra o HIV em até 30 minutos, colhendo uma gota de sangue da ponta do dedo ou amostra de saliva.

Por que fazer o teste de HIV

Quanto mais cedo você descobrir o vírus , mais cedo pode iniciar o tratamento antirretroviral e  assim evitar que a infecção evolua para a aids  , mantendo a qualidade de vida. Além disso, quem toma os medicamentos tem menos chances de transmitir o HIV para outras pessoas. Portanto, o tratamento é também uma forma de prevenção para quem já tem o vírus e também para os parceiros desta pessoa.

O diagnóstico da infecção pelo HIV pode ser feito de várias maneiras. No Brasil, temos os exames laboratoriais (como o Elisa e o Western Blot) que utilizam amostras de sangue ou  testes rápidos (sangue e fluido oral), capazes de detectar os anticorpos contra o HIV em até 30 minutos, colhendo uma gota de sangue da ponta do dedo ou amostra de saliva.

Os testes são realizados gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), nas unidades da rede pública e nos Centros de Testagem e Aconselhamento - CTA (ver localização pelo país). Os exames podem ser feitos inclusive de forma anônima. Nesses centros, além da coleta e da execução dos testes, há um processo de aconselhamento, antes e depois do  exame, para facilitar a correta interpretação do resultado pelo paciente. Também é possível saber onde fazer o teste pelo Disque Saúde (136).


Fonte: MS

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Carnaval, diversão e #PartiuTeste

O Carnaval é comemorado em diversas partes do mundo e, no Brasil, pessoas de todas as idades e até mesmo de outros países se reúnem em festas características de cada região. O feriado possibilita encontros em cidades como Rio de Janeiro, Salvador, Recife, Minas Gerais ou até mesmo o Distrito Federal com seus tradicionais bloquinhos de rua. O clima é de diversão e, por isso, é importante estar sempre prevenido e atento às DSTs e aids. Este ano, o Ministério da Saúde lança a campanha de prevenção combinada, que reforça a importância dos jovens se prevenirem contra o vírus da aids não só usando camisinha, mas realizando o teste e, se der positivo, começar logo o tratamento, reforçando o conceito “camisinha + teste + medicamento”.

A turismóloga Mariana Sarciotto, de 31 anos, acredita que é importante se divertir, mas sem se esquecer da prevenção durante a folia. “O carnaval é momento de festa para todos, inclusive os soropositivos, e todos devem ter consciência de seus atos. Acho que o teste é uma boa forma de conscientização e já conversei muitas vezes com meus amigos sobre o fato de que a doença é transmitida mais facilmente do que se imagina. O teste deixa a pessoa com medo de ter um resultado positivo, o que a torna mais prudente no seu dia a dia”, defende. Dados do último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde apontam que das 734 mil pessoas que vivem com HIV e aids no Brasil atualmente 80% já receberam o diagnóstico.

Dados da Pesquisa de Conhecimentos, Atitudes e Práticas na População Brasileira (PCAP), apresentados durante o lançamento da campanha de prevenção às DST e aids para o Carnaval 2015, nesta quarta-feira (28), mostram que, apesar da maioria dos brasileiros (94%) saberem que a camisinha é melhor forma de prevenção às DST e aids, 45% da população sexualmente ativa do país não usou preservativo nas relações sexuais casuais nos últimos 12 meses.

O estudante Vitor Monteiro, 25 anos, acredita que algumas pessoas que não usam preservativo não pensam na possibilidade de contrair alguma doença. “Acho que os principais motivos que levam algumas pessoas a não usar a camisinha são porque elas não pensam nas consequências e também acham que é melhor sem. Eu sempre uso camisinha se não estiver namorando ou quando não conheço muito bem a pessoa”, revela.

A pesquisa apontou também um crescimento significativo de pessoas que relataram ter tido mais de 10 parceiros sexuais na vida. Esse percentual subiu de 19%, em 2004, para 26% em 2008, chegando a 44% no ano de 2013. O fotógrafo Gilberto Evangelista, 41 anos, opta por fazer o teste de forma regular, independente da quantidade de parceiros sexuais no período. “Sou muito preocupado com minha saúde em geral e, apesar de me proteger sempre, prefiro me garantir ainda mais fazendo o teste a cada seis meses ou cada ano, no mínimo. Acho que é importante para ficar seguro e consciente do meu status. Além disso, para poder tomar as providências necessárias o quanto antes no caso de uma possível infecção, e de redobrar meus cuidados, principalmente, em relação a terceiros”, ressalta.

Com a ampliação da testagem do HIV, cerca de 6,4 milhões de testes rápidos foram distribuídos em 2014. O crescimento da assistência às pessoas com HIV e aids e o incentivo ao diagnóstico precoce fazem parte das estratégias do Ministério da Saúde no cumprimento da meta “90-90-90”, que corresponde a 90% de pessoas testadas, 90% tratadas e 90% com carga viral indetectável até 2020. As metas foram adotadas pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/aids (UNAIDS).

Medicamento 3 em 1 - Este ano o Ministério da Saúde enviou a todos os estados brasileiros o medicamento 3 em 1 (dose tripla combinada, composta pelos medicamentos Tenofovir (300 mg), Lamivudina (300 mg) e Efavirenz (600 mg) para o tratamento de pacientes com HIV e aids. A combinação de medicamentos deverá beneficiar 100 mil novos pacientes. O Ministério da Saúde investiu R$ 36 milhões na aquisição de 7,3 milhões de comprimidos. O estoque é suficiente para atender os pacientes nos próximos doze meses.

Baixe aqui no site do MS a Campanha Carnaval 2015


Fonte: MS

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

#Carnaval2014 | Os Dez Mandamentos do Coração no Carnaval

Carnaval é época de muita diversão, mas também é um período crítico para o coração, graças aos excessos cometidos pelos foliões. Uma prova disso é o aumento de 20% nos casos de ataques cardíacos e derrames, causados pelo consumo excessivo de álcool, cigarro, drogas e alimentação incorreta. Por isso, tanto as pessoas saudáveis como as que já tiveram problemas cardíacos devem ficar atentas a qualquer sintoma estranho, como cansaço exagerado, falta de ar, dor no peito, tonteira e palpitações.

Para alertar a população sobre os cuidados que devem ser tomados antes e durante o Carnaval, o Instituto Nacional de Cardiologia (INC) elege os “dez mandamentos” a serem seguidos para não so
brecarregar o coração.

1. Todo excesso será castigado
Quem pretende cair na folia e já teve problemas no coração deve consultar um cardiologista para garantir a boa performance durante a festa. Não é proibido que hipertensos, diabéticos e pessoas com doença valvar ou nas coronárias brinquem durante o período. Esses foliões devem realizar exames clínicos, eletrocardiograma, teste ergométrico e exames de sangue para verificar se a saúde está em dia. Com resultado satisfatório, pular Carnaval está liberado!

2. É do check up que elas gostam mais
O Carnaval é uma verdadeira maratona de atividades físicas. E antes de fazer qualquer exercício, mesmo para quem sempre foi saudável, é recomendado procurar um médico para avaliar seu condicionamento físico e as taxas do organismo. Ainda mais tantos exercícios como nos dias de folia, que podem levar ao desgaste extremo. 

3. Exercitar-se é preciso
Aqueles que vão sair atrás de bloco ou desfilar em escola de samba devem se preparar. É recomendado fazer exercícios físicos durante 40 minutos, cinco vezes por semana. Caminhadas intercaladas com pequenas corridas, hidroginástica e esteira ou bicicleta são boas opções para auxiliar na melhora do condicionamento. 

4. Cachaça não é água não
Mantenha sempre o organismo hidratado. Além de muita água, é indicada a ingestão de isotônicos, água-de-coco e suco de laranja ou de abacaxi com hortelã. 

5. O dia já vem raiando e o calor também
O calor tropical faz muita gente passar mal diariamente. A incidência do sol forte por horas e a aglomeração de foliões podem provocar queda na pressão arterial, com dores de cabeça e até desmaios. Por isso, além de ter sempre uma garrafinha de água à mão, use roupas leves e procure lugares com sombra para se abrigar durante o percurso dos blocos. 

6. ‘Larga mão’ desse feijão
Nada de abusar da feijoada! No Carnaval, muitos se esquecem de consumir alimentos saudáveis, como saladas e pratos leves, que as altas temperaturas do verão pedem. O consumo de gorduras aumenta o colesterol, que é um dos fatores de risco para o infarto. 

7. Yes, nós temos lancheiras
Para quem vai pular de um bloco para o outro e terminar o dia na Marques de Sapucaí, é mais saudável levar o seu sanduíche de casa. Outras dicas leves e práticas são as frutas, que alimentam e ajudam a hidratar, como abacaxi, melancia, melão, pêra, maça e tangerina. Frutas secas como passas, damasco e ainda as castanhas, que não ocupam muito espaço dentro da bolsa, são muito nutritivos. 

8. Nem Rei Momo, nem Pierrô
Do mesmo jeito que as pessoas abusam na alimentação, uma atenção especial vai para quem fecha a boca com a intenção de perder uns quilos. Não dê ouvido a dietas milagrosas, que prometem a perda de peso em poucos dias. Fechar a boca na semana anterior ao Carnaval não resolve e ainda deixa o organismo fraco, o que pode ocasionar uma hipoglicemia (perda de açúcar no sangue), comprometendo as atividades que exigem esforço.

9. A pressão arterial não sobe mais
A emoção descontrolada pode elevar a pressão arterial, o que é um perigo para o coração. O hipertenso deve reduzir o sal e consumir frutas que tenham potássio, como banana, laranja, melão, caju e frutas secas. É importante verificar sempre a pressão e mantê-la sob controle. Algumas dicas são retirar o saleiro da mesa, usar leite desnatado e seus derivados (sem sal), comer peixe pelo menos duas vezes na semana, dar preferência às carnes brancas e carne magra de boi e evitar temperos industrializados. 

10. Só risos e alegria
Em caso de estresse, procure controlá-lo. O Carnaval é uma festa e acontece apenas uma vez por ano, então lembre-se disso e respire fundo antes de perder a paciência. Caminhadas diárias por pelo menos por 30 minutos ajudam a acalmar. Aliás, a atividade física com orientação é sempre um bom remédio.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Bloco de carnaval do INCA incentiva doação de sangue

O Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA) convida os foliões-doadores para o Bloco da Solidariedade - Tá na hora de doar, tradicional campanha do Instituto para incentivar a doação de sangue no período que antecede a folia e abastecer os estoques da instituição para o feriado prolongado do carnaval.

A abertura do bloco será no Banco de Sangue, dia 24, às 11h. A festa vai contar com o ritmo e a alegria da escola de samba Estação Primeira de Mangueira, que vai embalar pacientes, voluntários e funcionários. Os padrinhos da mobilização são o dançarino Carlinhos de Jesus e a bailarina Ana Botafogo, que já confirmaram a presença. A meta do INCA é conseguir 450 doações até 28 de fevereiro, término da campanha.

A chefe do Serviço de Hemoterapia do INCA, Iara Motta, explica que o Instituto precisa de 1.600 doadores por mês e ressalta a necessidade da campanha: "A mobilização para ‘desfilar no Bloco da Solidariedade’ é fundamental não só para suprir o Banco de Sangue nesta época, como para ajudar a conscientizar as pessoas do quanto é importante doar sangue com regularidade".

O INCA é uma das unidades públicas de maior movimento de pacientes no Rio de Janeiro, atrás apenas dos hospitais de emergência. Além dos pacientes cirúrgicos, os que estão em tratamento quimioterápico ou radioterápico e os portadores de leucemia necessitam de transfusões de sangue regularmente.

Para doar sangue é preciso apresentar documento com foto, ter entre 16 e 69 anos (menores de 18 anos só podem doar com consentimento formal dos responsáveis), pesar mais de 50 kg e estar bem de saúde. Não é necessário fazer jejum, mas é importante evitar alimentos gordurosos três horas antes da doação.

O Banco de Sangue do INCA fica na Praça Cruz Vermelha, nº 23, e funciona de segunda à sexta-feira, das 7h30 às 14h30, e aos sábados, das 8h às 12h.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Carnaval SF Botafogo / CMS Dom Hélder Câmara

Hoje a Equipe de Saúde da Família juntamente com a Equipe do CMS Dom Hélder Câmara fizeram uma promoção à saúde com entrega de preservativos e panfletos na porta da Unidade de Saúde com todos os funcionários fantasiados, em clima de carnaval.

Nossa ação foi um sucesso, tivemos uma grande adesão das pessoas que passavam pela unidade.

O Carnaval em Botafogo já começou com segurança e o seu?
Não se esqueça de usar preservativos em todas as relações!

Visite também:
SMSDC Dr. Albert Sabin http://on.fb.me/yzokjQ

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Prefeitura lança “Rio Carnaval Sem Preconceito 2012”

A Prefeitura do Rio lançou na manhã desta terça-feira, dia 14, a campanha “Rio Carnaval Sem Preconceito”. Sucesso ano passado, a campanha retoma de cara nova e com o propósito de orientar cariocas e turistas contra os mais diversos tipos de preconceito e as formas de denunciá-los. Entre as ações, que vão se espalhar por toda a cidade, será veiculada em rádio, televisão, bailes o samba-enredo composto pelos bambas Arlindo Cruz e Luana Carvalho.

Através da Coordenadoria Especial da Diversidade Social (CEDS), a Prefeitura do Rio une o espírito festivo dessa época à necessidade de se respeitar o próximo com o lema “tolerância zero com a discriminação”.

Em cerimônia realizada no Palácio da Cidade, em Botafogo, o secretário-chefe da Casa Civil, Pedro Paulo Teixeira, que estava representando o prefeito Eduardo Paes, falou da importância do poder público na luta contra o preconceito:

- O tema do preconceito, além de suprapartidário, é transversal, de grande abrangência. Não tenho dúvida da capacidade da Coordenadoria de mobilizar e fazer com que o tema ganhe visibilidade dentro de todos nós, nossa indignação com o preconceito.

Além da veiculação do samba, serão distribuídos - em blocos, praias, bailes, aeroportos e na rodoviária Novo Rio - panfletos informativos sobre doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), distribuição de preservativos e lubrificantes provenientes da parceria com a Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil; cartões com telefones úteis aos cidadãos e outras informações sobre os dias de carnaval na cidade, tendo como base o guia da Riotur.

O coordenador da Coordenadoria Especial da Diversidade Sexual, Carlos Tufvesson, disse que o samba da campanha brada com o preconceito:

- Nossa intenção é apresentar uma campanha que fale pelos Direitos Humanos de todo e qualquer cidadão, independente de sua orientação sexual, de sua raça, de religião. Estamos falando em direito do cidadão. Como diz bem a letra, sem cor e sem crença, vale tudo em nome do amor.

O videoclipe da campanha contou com a participação de diversos sambistas e artistas como Noca da Portela, Delegado, Lucinha Nobre e Rogério Dorneles (porta-bandeira e mestre-sala da Portela), Juliana Alves, Suzana Pires, Beth Carvalho e Angela Ro Ro.

Para Luana Carvalho, a compositora do samba enredo, essa é uma das causas mais importantes do mundo.

- Estou muito honrada em fazer parte da campanha dessa maneira: usando a poesia que eu absorvi durante a vida para falar da cidade, para defender os cidadãos e para entra no carnaval com essa bandeira. Eu nasci no carnaval e eu volto agora com essa bandeira.

De sábado de carnaval, dia 18, a Quarta-Feira de Cinzas, 22, o Balcão Carioca da Cidadania Edição Rio Carnaval Sem Preconceito 2012 ficará instalado na Praça General Osório, em Ipanema, através de uma parceria com a Secretaria Municipal de Assistência Social. No local, assistentes sociais vão tirar as dúvidas dos foliões sobre seus direitos e encaminharão possíveis denúncias aos órgãos competentes.

O Rio de Janeiro foi pioneiro no país na criação de lei que pune práticas discriminatórias contra lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBTs). A lei número 2475/1996, regulamentada pelo Decreto 33.033/2008, assegura que nenhum estabelecimento comercial ou repartição pública do município pode discriminar pessoas em virtude de sua orientação sexual ou identidade de gênero.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

O ministro da Saúde abre campanha contra a Aids no carnaval na Rocinha

Na quadra da escola de samba Acadêmicos da Rocinha, na Zona Sul do Rio de Janeiro, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, abriu na tarde desta quinta-feira (2) a campanha de prevenção contra a Aids no carnaval falando diretamente a um público: jovens e "homens jovens que fazem sexo com homens".

Segundo o ministro, esse público é o que se mostra atualmente mais vulnerável à contaminação por HIV, sífilis e hepatites virais que podem ser transmitidas pelo sexo sem proteção.

"A grande prioridade este ano é poder falar com o público jovem e sobretudo com homens que fazem sexo com homens que são jovens. São duas grandes preocupações", disse Padilha.

O ministro explicou que, de 1998 a 2010, caiu em 20% o número de casos de HIV na população heterossexual de 15 a 24 anos, mas entre os homossexuais na mesma faixa etária houve aumento de 10,1%. Por isso, esse público é o alvo da campanha pelo uso do preservativo, principalmente no carnaval.


Reforço de 70 milhões de preservativos
"Notamos que há uma redução de 50% a 60% no uso da camisinha nas relações casuais que acontecem muito no carnaval", explicou Padilha, dizendo que os estados receberão nesse período de carnaval um reforço no estoque de 70 milhões de preservativos.

A campanha visa ainda a reforçar a luta contra o preconceito, segundo Padilha.
Para o ministro, o que pode ter aumentado a contaminação entre jovens homossexuais é o fato de eles não terem ídolos, artistas jogadores de futebol, "como tivemos há 20 anos atrás que enfrentaram a Aids".



Uma prioriade do ministério, segundo Padilha, é divulga o teste rápido de Aids, que é "um novo teste que está sendo colocado no sistema público de saúde". Segundo Padilha, este ano serão disponibilizados 3,5 milhões de testes rápidos, que mostram o resultado em 15 ou 20 minutos.

De acordo com as estatísticas divulgadas pelo Ministério da Saúde, cerca de 630 mil brasileiros convivem com o HIV. A região com maior incidência de pessoas infectadas é o sudeste, que concentra 56,4% dos casos.

Prêmio Viva Cazuza
Na presença do ministro, a presidente da Sociedade Viva Cazuza, Lucinha Araújo, entregou os prêmios aos ganhadores do Prêmio Cazuza de Vídeo. Os trabalhos abordaram os cuidados para prevenir a Aids no carnaval de 2012.

A estudante de medicina Bárbara Barroso Quinet ficou em primeiro lugar e foi premiada com um notebook.

'Fique sabendo'
No início de dezembro, a Secretaria municipal de Saúde e a Defesa Civil do Rio ofereceu testes para detectar HIV e sífilis nos postos de saúde e nas Clínicas da Família em toda a cidade.

A iniciativa fez parte da campanha "Fique Sabendo", e marcou a participação da prefeitura no Dia Mundial de Luta contra a Aids, celebrado todos os anos no dia 1º de dezembro.

O secretário de Saúde do município, Hans Dohmann, disse na ocasião que estão inscritos no programa de DST/Aids no Rio mais de 20 mil pessoas. Segundo o diretor do Unaids no Brasil, Pedro Chequer, cerca de 250 mil pessoas têm o HIV no país e não sabem. Por isso, segundo Hans Dohmann, o nome da campanha é "Fique Sabendo".



Fonte: G1 | Foto: Sebástian Freire

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Sem camisinha não dá

BLOCO: "o amor ė quem cura"

Nome: BLOCO: "o amor ė quem cura"

Carnaval: QUEM SE AMA PODE CURAR. CANJA DE GALINHA NÃO FAZ MAL A NINGUÉM.

Onde: comunidade do santa Marta

Quando: 04/03/2011 15:00

Objetivo: espalhar e cantar sobre o amor, começando pelo amor próprio, o amor pelo seu semelhante, o divino amor pela família, pela sua comunidade, pela sua cidade... Queremos resgatar o carnaval do passado, das nossas avos, queremos passar que a cura, no seu sentido mais amplo não vem dos exames, das injeções, e sim do amor. Quem se ama ė curado e pode curar. Somos o primeiro bloco de uma unidade de saúde do rio de Janeiro, sabemos que não temos condições de fazer um grande carnaval, mas queremos espalhar essa idéia, no ano que vem seremos maiores, e no próximo maiores ainda, ate podermos ganhar as ruas do bairro e espalhar nossas mensagens.