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terça-feira, 13 de março de 2018

Estudos visam fortalecer as Redes de Atenção para resposta rápida à sífilis

As ações focam em 100 municípios acima de 100 mil habitantes que concentram índices elevados de sífilis

Os resultados iniciais da análise de situação referente ao projeto “Resposta Rápida à Sífilis” foram apresentados em reunião no Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais (DIAHV) na sexta-feira (09), em Brasília, pela equipe de pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), integrantes do projeto.

Um dos eixos do projeto é a análise de situação de saúde. Nesta etapa, é feito um estudo de todos os indicadores de sífilis, que inclui também dados socioeconômicos e demográficos. Esta análise situacional fornecerá subsídio e dará diretrizes para as ações do a serem implementadas em conjunto com estados e municípios, visando atuar localmente com objetivos precisos e eficazes.



“Este estudo preliminar é o ponto de partida do nosso plano de trabalho. O Ministério da Saúde, estados e municípios vão intensificar ações de prevenção, diagnóstico e tratamento da sífilis”, explicou Adele Benzaken, Diretora do Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais (DIAHV).

A Diretora destacou ainda que o aumento nos índices significa uma melhora na identificação da doença. “Os aumentos nos índices indicam também que a cobertura da testagem está aumentando”. A estratégia, chamada de Resposta Rápida à Sífilis nas Redes de Atenção, foi pactuada na Comissão Intergestores Tripartite (CIT).

Para o integrante da equipe de pesquisadores da UFRN, Ângelo Roncalli, uma atuação eficaz sobre a sífilis é preciso mapeá-la em toda a sua extensão, visando identificar de modo pontual todos os fatores que causam impacto nos índices epidemiológicos. “No eixo de pesquisa desse projeto é essencialmente entender por que houve crescimento, quais são os fatores, inclusive os fatores individuais, o contexto, o serviço. Porque alguns municípios são diferentes um do outro”, afirmou Roncalli.

Nesta fase, 100 municípios com população acima de 100 mil habitantes, e que concentram os maiores números dos casos da doença, farão parte do projeto.

PENICILINA - De acordo com reportagem publicada pelo DIAHV, em 01 de março (consulte aqui) o Ministério da Saúde vai distribuir para todos os estados e o Distrito Federal, em março, 526 mil frascos-ampola de penicilina benzatina – para tratamento da sífilis adquirida e em gestantes mais parcerias – e 116 mil da penicilina cristalina ou potássica – para tratamento da sífilis congênita, em bebês. A confirmação da distribuição está na Nota Informativa Nº 4, do publicada pelo DIAHV em 23 de fevereiro. A medida faz parte da Agenda de Ações Estratégicas para Redução da Sífilis no Brasil, lançada ano passado.

A agenda é um esforço conjunto do Governo Federal, estados e municípios para intensificar ações de prevenção, diagnóstico e tratamento da doença, para conter o avanço da sífilis no país.

Mais informações sobre a aquisição de penicilina clique aqui

Confira a lista dos 100 municípios prioritários da agenda.

Acesse a Agenda de ações estratégicas para redução da sífilis no Brasil

Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais
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sexta-feira, 2 de março de 2018

643 mil frascos de penicilina serão distribuídos para tratamento da sífilis em março

Montante faz parte da aquisição de 2,85 milhões de frascos-ampolas que serão entregues até o primeiro trimestre de 2019

O Ministério da Saúde vai distribuir para todos os estados e o Distrito Federal em março, 526 mil frascos-ampola de penicilina benzatina – para tratamento da sífilis adquirida e em gestantes mais parcerias – e 116 mil da penicilina cristalina ou potássica – para tratamento da sífilis congênita, em bebês. A confirmação da distribuição está na Nota Informativa Nº 4, do Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais (DIAHV) do Ministério da Saúde, de 23 de fevereiro.

A forma de distribuição foi elaborada com base na consulta nacional de necessidade de cada estado, realizada em contato direto com os gestores locais entre novembro de 2017 e janeiro de 2018.

No total serão comprados, de forma centralizada pelo ministério, 2,85 milhões da penicilina benzatina – sendo 2,4 milhões da apresentação 1.200.000 UI – e 450 mil da cristalina ou potássica de 5.000.000 UI, para o abastecimento da rede pública de saúde até o primeiro trimestre de 2019.

Vale ressaltar que, em 2017, ambas as apresentações da penicilina benzatina foram incorporadas ao Componente Estratégico da Assistência Farmacêutica (CESAF), o que remeteu ao Ministério da Saúde a responsabilidade pela aquisição e distribuição centralizadas desses medicamentos aos estados e ao Distrito Federal. A medida está de acordo com a Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename) de 2017, como garantia de acesso ao medicamento (Portaria nº 1.897, de 26 de julho de 2017). Entretanto, esses medicamentos continuam disponíveis no Componente Básico da Assistência Farmacêutica (CBAF) para outras situações clínicas.

“É uma compra difícil de fazer, que segue logística delicada, que requer o cumprimento de uma série de exigências técnicas, mas o Brasil conseguiu superar tudo isso, para atender à demanda de todo o território nacional”, afirmou a diretora do DIAHV, Adele Benzaken.

A medida faz parte da Agenda de Ações Estratégicas para Redução da Sífilis no Brasil, lançada ano passado. A agenda é um esforço conjunto do Governo Federal, estados e municípios para intensificar ações de prevenção, diagnóstico e tratamento da doença, para conter o avanço da sífilis no país.

Na nota informativa nº 4, o DIAHV esclarece que a cobertura estimada poderá ser reduzida em função da perspectiva de aumento do consumo com a ampliação da cobertura dos tratamentos para todos os casos de sífilis, incluindo a sífilis adquirida. Também solicita aos gestores e adoção de medidas que garantam o uso dos estoques disponíveis das duas apresentações de penicilina dentro do prazo de validade.

Gestantes – Com a compra desse quantitativo de penicilina para abastecimento dos estados fica revogada a Nota Informativa Conjunta nº 109 de 2015 que recomendava a priorização da penicilina benzatina para tratamento de sífilis em gestantes e suas parcerias sexuais, emitida em decorrência do desabastecimento nacional e global do medicamento à época. A Nota Informativa nº 2 publicada em 2 de fevereiro de 2018 revoga a priorização.

Assessoria de Comunicação
Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais
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Fonte: MS

quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Teste rápido de HIV: onde fazer e como funciona

No SUS, população pode ter acesso a testes rápidos e gratuitos; resultado sai em até 1 hora

Cerca de 135 mil pessoas estão infectadas com HIV no Brasil e não sabem. De acordo com o Ministério da Saúde, em 2016, aproximadamente 840 mil pessoas viviam com o vírus. Desse total, 694 mil estavam diagnosticadas; sendo que 498 mil já haviam iniciado o tratamento.

Proporcionalmente, o número de brasileiros diagnosticados aumentou em 18% em 4 anos, passando de 71%, em 2012, para 84%, em 2016. Apesar desse aumento, o Governo do Brasil tem reforçado iniciativas para garantir o diagnóstico e o acesso ao tratamento contra o vírus. Neste ano, por exemplo, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) registrou o primeiro autoteste para tiragem do HIV e o País se tornou o primeiro da América Latina a disponibilizar o produto em farmácias.

A Anvisa também registrou, nesta terça-feira (19), mais dois testes de farmácia para HIV que detectam o vírus por meio do fluido oral. O resultado sai em 20 minutos, mas só é possível detectar o vírus se o contágio tiver ocorrido há mais de três meses.

Outra iniciativa é o teste rápido oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Qualquer pessoa pode realizá-lo de forma anônima. Confira as principais perguntas e respostas sobre o teste e entenda a importância dele.

Onde o teste é realizado? 
Para realizar o teste gratuitamente, basta ir até um Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA). Além do teste para o HIV, é possível realizar o exame para identificar sífilis e hepatites B e C.

Como funciona o teste? 
É como se fosse um exame de glicose. Por meio de uma agulha fina e indolor, é retirada uma pequena quantidade de sangue, que é colocada no orifício do aparelho.

Em quanto tempo sai o resultado? 
Entre 30 minutos e uma hora. Se o resultado for positivo, aparece uma linha no visor do aparelho utilizado para a coleta do sangue.

O que é feito após o resultado? 
Quando a infecção é comprovada, o paciente recebe a orientação necessária e é encaminhado para um serviço de saúde, onde terá o acompanhamento adequado. Se for negativo, o médico reforça a importância da prevenção.

Quem deve fazer o teste? 
A recomendação é que toda pessoa com vida sexual ativa realize o teste.

Quanto tempo esperar para realizar o teste após suspeita de infecção? 
O Ministério da Saúde orienta que a pessoa espere entre 30 e 60 dias após a suspeita de exposição ao vírus para a realização do teste. Nesse intervalo de tempo, ocorre a produção de anticorpos anti-HIV no sangue, que confirma a infecção.

Fonte:  Ministério da Saúde

terça-feira, 10 de outubro de 2017

Liminar já prejudica combate à sífilis no Brasil

A diretora do departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Adéle Benzaken, criticou a restrição à solicitação de exames por profissionais de Enfermagem, em encontro com entidades envolvidas no controle da epidemia da sífilis. A reunião, em Brasília, busca pactuar a construção de nova agenda de ações estratégias, que será assinada em 31 de outubro, Dia Nacional de Combate à Sífilis.


“A restrição aos exames prejudica a detecção da doença”, afirmou Adéle. Decisão liminar, concedida em ação movida pelo Conselho Federal de Medicina contra a União, restringe a solicitação de exames por enfermeiros. A decisão é contestada pelo Conselho Federal de Enfermagem  e pelo Ministério da Saúde.

Para Adéle, “o Cofen foi uma das entidades que mais avançou no cumprimento da agenda de combate a sífilis”. Entre as medidas adotadas pelo conselho estão a atualização das normas para a realização dos testes rápidos, facilitando a detecção da doença; a revogação de parecer que restringia aplicação da penincilina benzatina nas unidades básicas de Saúde, facilitando acesso ao tratamento; emissão de nota técnica orientando profissionais, publicações e inclusão do tema em eventos e treinamentos.

“Somos parceiros do Ministério da Saúde no combate à sífilis”, reforçou o conselheiro federal Vencelau Pantoja, que apresentou plano de ações para combate à doença e reforçou a importância da realização dos testes rápidos. Utilizados para triagem, os testes são de fácil execução, não exigem infraestrutural laboratorial e ficam prontos em até 30 minutos. Parecer normativo autoriza que sejam feitos também por profissionais de nível médio, sob supervisão de enfermeiro.

O Brasil registrou alarmantes 11,5 casos de sífilis em gestantes por 100 mil nascidos vivos em 2015, quase o dobro do número em 2012 (5,9 casos por 100 mil). No último ano, 6,6 a cada 100 mil brasileirinhos nasceram com a doença, que pode provocar complicações graves, inclusive cegueira e morte do recém nascido.

terça-feira, 11 de julho de 2017

Ampliação da agenda para redução da sífilis é proposta no Rio de Janeiro

A repactuação da Agenda de Ações Estratégicas para Redução da Sífilis Congênita no Brasil foi proposta pela diretora do Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do campanha sifilis congHIV/Aids e das Hepatites Virais (DIAHV), Adele Benzaken, no primeiro dia do STI & HIV World Congress, no Rio de Janeiro, no domingo (9), no Rio de Janeiro. A diretora participou da Reunião de Monitoramento da Agenda de Ações Estratégicas para Redução da Sífilis Congênita no Brasil. “Na assinatura na agenda, não imaginamos que houvesse tanta participação. Temos que continuar trabalhando para que a sífilis esteja sempre em pauta”, afirmou Adele Benzaken.

Criada para dar respostas à situação da epidemia de sífilis no Brasil, a Agenda teve início em outubro de 2016 e se estende até outubro de 2017. “O trabalho de monitoramento tem de ser alterado para 2018 e, por isso, será necessário o chamamento para nova agenda antes de outubro próximo”, disse a diretora do DIAHV.

Até junho de 2017, foram realizadas 34 ações planejadas:12 em Educação Permanente em Saúde; sete em Fortalecimento da parceria com estados, municípios e sociedade civil e em Qualificação de informações estratégicas em saúde; quatro em Ampliação dos comitês de investigação de transmissão vertical de HIV e sífilis e em Comunicação em saúde. “Dentre as ações desenvolvidas, vale reforçar a criação dos comitês. É fundamental que todos os municípios tenham os seus. O comitê não tem o objetivo de ser punitivo, mas de identificar as causas da doença”, observou a diretora. Desde outubro de 2017, verificou-se um aumento de 26% nos comitês estaduais e de 3% nos comitês municipais (todos em capitais).

APRESENTAÇÃO – No Congresso, Adele Benzaken expôs também o panorama da sífilis no Brasil; as campanhas publicitárias de prevenção à doença; os boletins, guias e manuais produzidos pelo Ministério da Saúde; a parceria com o Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), que amplia para auxiliares e técnicos de enfermagem a realização de testes rápidos sob supervisão do enfermeiro; a instituição do Dia Nacional de Combate à Sífilis e à Sífilis Congênita todo terceiro sábado do mês de outubro, por meio da Lei nº 13.430, de 31 de março; e a divulgação do HepAids 2017 – 11º Congresso de HIV/Aids e 4º Congresso de Hepatites Virais -, de 26 a 29 de setembro, em Curitiba, e do World Hepatitis Summit 2017, de 1º a 3 de novembro, em São Paulo.

FINANCIAMENTO PARA AS IST – Na parte da tarde, a diretora do DIAHV, Adele Benzaken, apresentou os desafios do financiamento público para o enfrentamento das IST. Falou aos expectadores sobre as oportunidades de parceria e colaboração entre doadores e desenvolvedores sociais. Ela explicou que o governo brasileiro, ao assumir que existia uma epidemia de sífilis em curso, fez com que o assunto fosse incluído na agenda nacional. Com isso, houve uma sensibilização da sociedade, gerando oportunidades, além da discussão sobre a alocação de recursos no Congresso Nacional para o enfrentamento da doença. “O resultado disso foi a garantia de recursos para nossas ações de resposta à sífilis muito maiores do que nos anos anteriores”, explicou.

PRESERVATIVOS FEMININOS – Ainda no primeiro dia do evento, o DIAHV coordenou a oficina “Preservativo Feminino, Diagnóstico e Tratamento: Estratégias de Prevenção Combinada para as IST”. Na ocasião, além de orientações sobre o preservativo feminino, também foram abordados os testes rápidos para HIV, sífilis e hepatites virais e os cursos de capacitação de realização da testagem para profissionais de saúde. No Brasil, o preservativo feminino é distribuído desde o ano 2000 no sistema público de saúde. Em 2016, foram distribuídos 10 milhões de unidades no país. De janeiro a junho de 2017, já foram distribuídos pouco mais de 5 milhões de camisinhas femininas em todo o território nacional.

Fonte: Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais

domingo, 4 de dezembro de 2011

Prefeitura realiza testes de AIDS e Sífilis em todas as unidades da cidade


Neste sábado, dia 03, a Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil oferecerá testes para detecção de HIV e sífilis nos postos de saúde e clínicas da família, em toda a cidade. Ao todo, 185 unidades estarão à disposição da população para a realização do exame. Anteriormente, os testes poderiam ser feitos somente em quatro Centros de Testagem e Aconselhamento (CTAs) e 14 polos para públicos específicos. Os resultados estarão disponíveis para os pacientes em aproximadamente dez dias na unidade onde fez a coleta. A ação faz parte da campanha "Fique Sabendo", em alusão ao Dia Mundial de Luta contra a Aids, celebrado no dia 1º de dezembro, e é a maior já feita por um município no país.


A expectativa é realizar cerca de 30 mil testes somente no sábado. Os objetivos da Prefeitura são reforçar a importância da realização do teste e de monitorar o início do tratamento em caso de resultado positivo. Estes casos receberão aconselhamento feito por profissionais e serão encaminhados imediatamente para tratamento e acompanhamento ambulatorial em uma unidade de saúde da rede. Todos aqueles que passam pelo exame recebem aconselhamento antes e depois da testagem.

Ao todo, cerca de 3.200 funcionários estarão envolvidos no atendimento. As unidades funcionarão em horário estendido, das 8h às 17h, e haverá também distribuição de material educativo, de preservativos e a realização de atividades voltadas para a promoção da saúde e prevenção das doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) e do HIV.

A medida garante que o tratamento dos soropositivos ocorra com mais rapidez, diminuindo as chances de transmissão por desconhecimento da doença. “O nome da ação, ‘Fique Sabendo’, reforça a importância do combate à ignorância e à desinformação. O poder público oferece os meios para obtenção do diagnóstico e para o tratamento, mas é preciso que o cidadão se conscientize que ele também tem que fazer sua parte, indo a uma unidade de saúde.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

"Fique Sabendo AIDS-Sífilis", que acontecerá em 03/12/2011 (sábado) das 08 às 17h, uma iniciativa da SMSDC para essa data em todo município.


O FiqueSabendo é uma mobilização de incentivo ao teste de aids e tem como objetivo conscientizar a população sobre a importância da realização do exame. Fazer o teste de aids é uma atitude que mostra como você se preocupa com a sua saúde.

"Fique Sabendo AIDS-Sífilis", que acontecerá em 03/12/2011 (sábado) das 08 às 17h, uma iniciativa da SMSDC para essa data em todo município.



Lembre-se o HIV não é transmitido pelo beijo, toque, abraço, aperto de mão, compartilhamento de toalhas, talheres, pratos, suor ou lágrimas. Portanto, toda pessoa soropositiva pode e deve receber muito carinho e atenção!