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sábado, 12 de maio de 2012

O COREN-RJ convoca todos os profissionais de Enfermagem para a Caminhada pelas "30 Horas já


O Conselho Regional de Enfermagem do Rio de janeiro convoca todos os profissionais e estudantes de Enfermagem para participar da "Caminhada em defesa das 30 horas" que vai acontecer no dia 20 de maio, domingo, na Orla de Copacabana.

A saída será ás 9h, da Praça do Leme em direção ao posto 6 (Copacabana). E a manifestação contará com a presença das entidades representativas da categoria e da deputada estadual Enfermeira Rejane, responsável pela iniciativa.

A presença maciça dos profissionais de Enfermagem é fundamental para o sucesso do evento, que deverá contribuir para a aprovação do PL 2295/2000, que trata da redução da carga horária dos profissionais de Enfermagem.

Compareçam!

quinta-feira, 15 de março de 2012

Caminhar uma hora por dia reduz fator genético da obesidade


O sedentarismo amplia a predisposição genética para a obesidade, mas é possível reduzir seus efeitos à metade caminhando a um ritmo constante durante uma hora por dia, revela um estudo apresentado na última quarta-feira (14) nos Estados Unidos.

"Nossa pesquisa mostra que caminhar em um bom ritmo diariamente reduz a influência genética na obesidade, o que se traduz pela queda à metade do índice de massa corporal (IMC)", assinalaram os pesquisadores.

O trabalho foi apresentado na conferência sobre nutrição, atividade física e metabolismo (EPI/NPAM, na sigla em inglês), organizada pela Associação Americana do Coração (AHA) reunida nesta semana em San Diego, Califórnia (oeste).

Já um estilo de vida sedentário, marcado pelo ato de ver televisão quatro horas por dia, aumenta a influência dos genes sobre o tamanho da cintura e faz subir 50% o Índice de Massa Corporal (peso dividido pela altura ao quadrado)", acrescentaram os especialistas, em um comunicado.

Uma pessoa com um IMC de 30 ou mais é considerada obesa.

Participaram do estudo 7.740 mulheres e 4.564 homens. Os cientistas colheram dados sobre a atividade física dos participantes e as horas dedicadas a ver televisão durante dois anos antes de avaliar o Índice de Massa Corporal.

O efeito da predisposição genética à obesidade foi calculado com base em 32 variações genéticas que influenciariam o aumento de peso.

Cada uma destas variantes genéticas que predispõem à obesidade podem aumentar o Índice de Massa Corporal 0,13 kg/m2, segundo os especialistas, entre eles Qibin Qi, da Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard em Boston (Massachusetts, nordeste).

No entanto, este efeito pode ser reduzido nos indivíduos que realizam mais atividade física, em comparação aos que se movem menos, com perdas de 0,15 kg/m2 e 0,08 kg/m2.

Do mesmo modo, o efeito genético do sedentarismo sobre o IMC foi mais pronunciado entre os participantes que passaram 40 horas por semana vendo televisão, em comparação aos que dedicam a essa atividade uma hora ou menos. Os primeiros aumentaram 0,34 kg/m2 de IMC contra 0,08 kg/m2 para os segundos.

Segundo os autores do estudo, o americano médio vê televisão de quatro a seis horas por dia.

Os testes genéticos para determinar se uma pessoa é portadora das variações que predispõem à obesidade, no entanto, ainda não estão disponíveis ao público e os cientistas aconselham aos médicos perguntar a seus pacientes se têm antecedentes familiares.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Ato no Rio faz nascer movimento pelo parto normal no país


"Nós, enfermeiras(os), somos contrárias(os) à ideia de que a gravidez seja doença, e acreditamos que durante o parto e o nascimento a mulher é a protagonista. Logo, tem o direito de escolher onde quer parir. A enfermeira obstétrica possui competência legal, técnica/científica e humana, sendo respaldada pelo Ministério da Saúde para implantar e desenvolver práticas seguras, que não invadam o corpo da mulher e que estimulem, com privacidade e respeito, o PODER FEMININO NO PROCESSO DE PARIR..."







Quero agradecer a todos os alunos do NIC que participaram da passeata no Leme a favor do Parto Normal. Vocês foram demais!!

Mais fotos aqui


Manifestantes exibem faixa em defesa da Casa de Parto

O movimento em defesa da Casa de Parto de Realengo atravessou a cidade e conquistou corações e mentes dos moradores da Zona Sul. A caminhada realizada neste domingo (dia 21) em Copacabana em defesa do parto normal e da Casa de Parto David Capistrano Filho, em Realengo - fechada há duas semanas pela Vigilância Sanitária – reuniu cerca de 1.500 pessoas e conta com o apoio do Conselho Federal de Enfermagem, comprometido em capitanear pelo país uma campanha nacional em favor do parto normal. O ato público, marcado pela irreverência e pela simplicidade, se encerrou diante do imponente Copacabana Palace e teve o propósito de chamar a atenção da população sobre a importância do parto normal e do direito da mulher escolher de que forma quer dar a luz.


Parto natural: cara a cara com o futuro

Durante a caminhada, os manifestantes receberam o apoio de pedestres, banhistas e ciclistas, que aproveitaram o primeiro domingo ensolarado do inverno carioca para emprestar sua solidariedade ao movimento. A presidente do COREN-RJ, Rejane de Almeida, definiu a manifestação como “um grito das mulheres pelo direito de darem a luz da forma que lhes convém”. O evento contou com o apoio de parlamentares, sindicalistas, alunos e professores das escolas de enfermagem e ainda de representantes de diversas entidades comprometidas com a saúde da mulher.

Eles vestiram, literalmente, a camisa coral que marca a campanha. O sol forte e os cerca de dois quilômetros percorridos durante a manifestação não intimidaram as várias mulheres grávidas que participaram do ato público. “Este movimento deixou de ser uma bandeira da categoria e passou a ser uma luta das mulheres”, resumiu Rejane de Almeida, sendo acompanhada pelo presidente do Sindicato dos Enfermeiros, Pedro de Jesus, um dos líderes do movimento. O presidente da ABENFO, Herdy Alves, também prestigiou o evento, o qual classificou como “um marco na luta das mulheres em defesa do parto normal”. “As mulheres querem ter o livre arbítrio para escolherem de que forma querem dar a luz”, afirmou o dirigente da ABENFO nacional.


Manifestantes caminham na orla em defesa do parto normal

O cientista francês Michel Odemt, uma das vozes mais respeitadas no mundo e que lidera o movimento internacional pela cientificação do amor no momento do parto, prestigiou a manifestação e se disse emocionado com a participação popular. Ele lembrou que atualmente, nos Estados Unidos, enfermeiros e a classe médica travam uma disputa semelhante. Destacou, porém, que lá, ao contrário, “a luta não carrega a emoção verificada aqui no Rio de Janeiro”, constatou o cientista.

A deputada federal Marina Maggessi (PPS/RJ) também emprestou sua solidariedade ao movimento, a exemplo da deputada Inês Pandeló (PT), presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher, da Assembleia Legislativa. Marina justificou o seu apoio, afirmando que a cesariana só deveria ser recomendada em casos de risco à saúde da mulher ou do bebê. “A cesariana é uma cirurgia cara e as mulheres atendidas na Casa de Parto são na sua maioria pessoas humildes”, afirmou a parlamentar, destacando o caráter social da Casa de Parto de Realengo.

Fonte: Coren RJ