A gente mora no bairro, próximo a pessoas com quem a gente trabalha, e morando no bairro, a gente conhece mais as pessoas, as pessoas conhecem mais a gente. Quando do começo do treinamento eu falei: eu poderia até não conhecer todas as pessoas, mas com certeza todas me conheciam ali. Então fica mais fácil, porque a gente está mais na intimidade delas, fica mais próximo, fica sabendo mais coisas. A gente é uma ponte entre a unidade de saúde e os moradores. O que diferencia é isto: é que a gente está na rua, então a gente está vendo o que está acontecendo, a gente sabe, e quando a gente não vê, eles nos procuram para falar.
As duas falas foram extraídas de num relatório do IPEA, de 2000, sobre o vínculo empregatício do agente comunitário de saúde.
Equipe OTICS Rocinha, parabéns pelo excelente trabalho!
Vinícius, Adriana e João!
Fonte: SMSDC



18:32
Sebástian Freire

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