Além de ajudar Barros, Elon doou R$ 600 mil para a campanha de Vital do Rêgo (PMDB), candidato derrotado ao governo da Paraíba, R$ 200 mil para o deputado federal Carlos Sampaio (PSDB-SP), que foi eleito, e R$ 100 mil para Eliana Calmon (PSB), que se candidatou ao Senado na Bahia, mas não conseguiu se eleger.
Recentemente Elon foi alvo da Operação Acrônimo da Polícia Federal. No dia 16 de dezembro, a PF realizou busca e apreensão em sua residência. Uma empresa de Elon, a Support, fez transferências no valor de R$ 750 mil para o empresário Benedito de Oliveira, o Bené, amigo do governador mineiro Fernando Pimentel. Perguntado por ÉPOCA em 18 de dezembro sobre quais serviços Bené prestou para ele, Elon afirmou, por meio de advogados, que as relações de sua empresa com as empresas de Bené eram “privadas”.
Atualização: Após a publicação da notícia, o Ministério da Saúde entrou em contato para informar que as contas eleitorais de Ricardo Barros foram aprovadas, que a legislação permitia a doação de pessoas físicas, que o valor doado por Elon Almeida a Ricardo Barros correspondeu a apenas 3,1% do total recebido por Barros e que a atuação da gestão independe da ANS independe de "relação partidária, jurídica ou pessoal".
Fonte: Época



13:06
Professor Sebástian Freire

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